AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Isto é seu?


Hoje eu li uma frase que dizia “Na vida, não existem soluções. Existem forças em marcha: é preciso criá-las e, então, a elas seguem-se as soluções.”, atribuída a Antoine de Saint-Exupéry[1].

Eu sou muito exigente com estas frases atribuídas a pessoas mundialmente conhecidas, por que uma “quote” como se fala comumente na língua inglesa ( que quer dizer “citação”) pode ajuda-lo a gostar de um autor ou a detesta-lo, ainda que ele nunca tenha dito algo que você não gostaria de ter lido ou ouvido a respeito da obra dele.

Geralmente “citações” são em sua grande maioria de autores, pesquisadores, cientistas, inventores famosos que não existem mais, por que fica mais difícil de comprovar a veracidade uma vez que é preciso pesquisar e isto não é muito comum de se fazer em relação a citações por que em verdade ninguém se importa se tal “quote” é de fulano ou beltrano, por que ela vai ler somente uma vez, vai achar bonito e interessante e até aproveitável para sua vida, mas nunca mais nem chegará perto da existência e obra daquele autor.

É um processo de pasteurização cultural.

Um dos mais famosos “citados” é Albert Einstein. Com o advento da Física Quântica, o Albert é o maior “quotista” do mundo. Ele disse tudo. Até o que ele não disse, ele disse. Do estudo das leis fundamentais da física quântica, passando pela lei da atração, chegando a uma receita de bolo frito (bolinho de chuva), Albert Einstein disse tudo.

Então você, eu, qualquer um de nós podemos deixar de querer saber mais de um autor, pesquisador, cientista, filósofo, exatamente por que a tal citação o desagradou, ou não lhe fez feliz, mas o "cara" era bom.

Ou ainda você achar sensacional e quando desejar conhecer mais a fundo o autor e descobrir que ele não tinha nada a ver com o que você imaginava a respeito. É o mesmo que atribuir uma música a um cantor e ele não tem conhecimento nem da melodia.

A pergunta mais coerente em relação a “citações” de terceiros diz respeito aquele tipo de pessoa que gostaria de ir mais adiante naquele conhecimento, então tal texto proferido por determinada pessoa importante o levará a querer conhecer a obra dele como um todo.

Precisamos ter muito cuidado com a tal pasteurização.

A pasteurização é um processo químico (elevação da temperatura por combustão de inflamável) que aquece rapidamente algo a uma alta temperatura elevada por alguns segundos, geralmente líquidos para esterilização de algum produto, geralmente comestível.

O leite “in natura” (aqueles que vinham em sacos), eram pasteurizados. É um processo que elimina todo tipo de germe (bactérias, fungos, etc.). Enfim, para leite serve, mas para cultura, não. A pasteurização torna tudo tão igual, que elimina até mesmo os preceitos mais comuns, da origem de cada conhecimento, e como ele foi elaborado: - por qual “laboratório mental” ele passou até ser o que é.

Todo processo cultural, é por natureza, criativo é único e deveria ser indevassável, por que tudo que for generalizado, perde suas credenciais, e portanto perde-se a origem, e o processo de criação se termina por desconhecimento. Afinal, acaba ficando tudo no mesmo “saco de leite”, e ninguém mais sabe o que é o quê e de quem é, e como foi feito.

É mais ou menos isto. A tentativa da pasteurização é dizer para você: “-Todos podem fazer a mesma coisa, é tudo igual, é tudo de todos”. Depende do talento de cada um. É o talento e suas qualidades pessoais que vão ditar a sua capacidade de criar uma ou outra coisa.

A nossa sociedade atualmente “experimenta” porções culturais como em uma banca de suco de marca conhecida dentro de um grande supermercado.

A moça serve a prova do sumo de frutas, se você gostar provavelmente ira comprar. Ou até mesmo uma marca de café, um produto novo ou mesmo com marca conhecida seguidamente estão nos mercados com aquelas pequenas bancas e com a respectiva prova de sabor.

Então por que é preciso ter cuidado com as frases atribuídas a estas pessoas conhecidas?

Quando um texto não é uma citação da “criatura” eu preciso me questionar (claro, se eu quiser e precisar): “- em que estas afirmações podem ou não contribuir com meu conhecimento em relação à tal coisa?”.

Mas esta dúvida deve ser postada em nossas mentes, pois que então ativará a curiosidade, e logo a seguir virá a descoberta: “-por que alguns se beneficiam mais”? Ora, quando alguém tem uma informação mais avançada, mais privilegiada ele vai “mais adiante”, “mais à frente”.

A boa e verdadeira citação o fez ir até o autor, cientista, pesquisador e então ele descobriu um mundo novo, com conhecimentos novos e aplicou em sua vida, então logo a seguir a necessidade o fez pesquisar para descobrir ainda mais verdades naquilo que ele acaba de conhecer e acreditar.

Ah, sim: - E a citação não está completa, mas adaptada, o que é uma excelente maneira de cultuar um grande autor como Antoine de Saint-Exupéry, mantendo sua genial característica que é a de descrever cada momento com tamanha emoção que nos coloca dentro de cada uma das cenas que ele mesmo viveu.

Ela está no livro escrito por ele “Night Flight” (Vôo Noturno), no capítulo XIX. "I tell you, Robineau, in life there are no solutions. There are only motive forces, and our task is to set them acting - the the solutions follow". "Eu lhe digo, Robineau, na vida não há soluções. Existem apenas forças motivadoras, e nossa tarefa é ajustá-las para que atuem - então, as soluções se seguem."

É isto. Somos diferentes. Não somos iguais nem fisicamente. Nossas digitais, assim como nós, são únicas. Não existe outro ser igual a mim, nem outro igual a você. Não falo de homofobia.

Falo de diversificação racial que faz brotar culturas distintas, valores diversos, conhecimentos dessemelhantes e por isto mesmo, civilizações mais avançadas, e seres humanos melhores, bonitos de alma e cheios de luz.

Assim, as diferenças necessitam ser respeitadas, para nos tornarmos humanos maiores e melhores e conscientes da nossa capacidade que advém de nossos talentos, para lutar por um mundo melhor, sempre. Assim começa a "expansão da mente" ao tentarmos saber se a menor informação que nos faz bem e que nos agrada ler tem de fato origem conhecida.

Mas se você gosta só de ler e isto o agrada, também não há problema. Não é por que você apenas gosta do que lê que isto não possa fazer bem. Mas, se você quiser ir mais adiante, então sim, preocupe-se com as origens para que seu conhecimento e seus talentos atuem na informação e elas possam transformar o seu mundo para melhor. Se o “mundo” de cada um de nós tornar-se cada dia mais completo, teremos uma humanidade melhor.

Tudo o que faz bem, na medida certa... É bom. 





[1] Antoine-Jean-Baptiste-Marie-Roger Foscolombe de Saint-Exupéry (Lyon, 29 de junho de 1900 — Mar Mediterrâneo, 31 de julho de 1944) foi um escritor, ilustrador e piloto francês, terceiro filho do conde Jean Saint-Exupéry e da condessa Marie Foscolombe. WIKIPEDIA. Mundialmente famoso pelo livro O PEQUENO PRINCIPE. Se você não leu, é uma das coisas que precisa fazer em sua vida.

Fonte: Night Flight você pode encontrar aqui 

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Picasso: o legado de um gênio me fez entender parte do mundo atual.


Há poucas semanas eu tive a oportunidade de assistir um documentário sobre a vida de Picasso: Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso, ou simplesmente Pablo Picasso.  Não sabia que o nome deste pintor, escultor e desenhista espanhol era tão grande quanto sua genialidade.

Gosto muito de documentários. Eles relatam a vida e a obra de uma pessoa que foi importante para a humanidade, não obstante não ser este o desejo primordial destas pessoas ou até mesmo nem ser sua aspiração.

Aliás, na maioria dos gênios o que menos lhes importa é saber se são importantes para o mundo.

Wolfgang Amadeus Mozart é outro bom exemplo do “descompromisso” em querer ou desejar ser amado pela humanidade, mas amar sua própria obra.

Podemos aprender muitos princípios de vida quando assistimos documentários. Claro, depende dos olhos de quem vê, por que COMO você vê é que poderá leva-lo a um mundo além do que está passando na tela simplesmente.

Esta é a magia: - Há que QUERER enxergar um pouco além do que está nas imagens do vídeo e naquilo que falam e relatam seus interlocutores; aqueles que narram seus momentos com o protagonista do filme, pois eles estiveram com ele, conviveram, sob vários aspectos das suas vidas, ou como amigos, ou como amantes, enfim, em qualquer relação humana.

Então se você consegue se mesclar ao momentum da vida e obra daquele alguém estará lá também, e você verá e sentirá coisas completamente diferentes do que aquele que simplesmente assiste.

E isto deveria ser para todos os aspectos da vida. Todos.

O espectador é apenas aquele que assiste e sai como entrou.

O observador é aquele que pode compreender, se quiser.

O observador-espectador é aquele que participa (em qualquer plano ou dimensão), quando "entra" e compara características, diferenças ou semelhanças naquilo que observa e consegue retirar o "mais" e o "melhor" entre duas ou mais coisas. 

Então quando você consegue olhar além (ou por cima) do que está simplesmente vendo na tela é possível conseguir “adentrar” ao “espírito” daquele documentário, dos seus criadores e até mesmo penetrar na vida do protagonista como se lá estivesse vivendo, sentindo o dia-a-dia daquele que é historiado no documento filmado.

Descobri neste vídeo um homem apaixonado por sua obra, e que fazia exatamente o que queria fazer, ou indo um pouco mais longe, aquilo que se propôs a fazer, ser ou ter mesmo antes de aqui estar.

Não é qualquer alma que poderia se Pablo Picasso. É preciso muita experiência, muita dedicação, muita vivência, muito “preparo”. Isto tudo vai criar uma “disposição preliminar” neste espirito e traze-lo à tona com seu compromisso, neste caso, como um “Picasso”.

E isto não se consegue de uma única vez, se é que me entendem o que quero dizer, e conseguirão, se olharem além do meu texto (daquilo que quero falar) como se deve fazer ao estudarmos a vida de alguém como é quando se assiste vídeos desta natureza.

Então com base no que assisti, compreendi o que acontece com inúmeras manifestações que se lê nas redes sociais de que a nossa mídia mundial nos bombardeia diariamente com noticias muito tristes, e como se não bastasse, coloca aquilo todo santo dia diante dos nossos olhos, em jornais, revistas, TV e Internet.

Noticias muito tristes que parecem ter o prazer de encontrar a cada dia um novo detalhe, uma minúcia, um pormenor para levar adiante a audiência, mas que nos leva a rever toda aquela infâmia tristeza da semana passada, etc. e etc.

E lá vamos nós de novo correr os olhos por cima de toda aquela agonia e amargura; muitos leem e releem novamente. Muitos mesmo, e é aí que entra a relação entre o que aprendi assistindo uma pequena parte da vida de Picasso e o estado midiático que vivemos nesta contemporaneidade.

Pablo Picasso tinha um único compromisso em sua vida: - a obra dele. Por ela vivia, conseguia e destruía (como disse uma das interlocutoras); Picasso era movido por amor, como todo gênio e artista. O amor por sua obra e a paixão por mulheres.

Mulheres foram a sua força, sua rocha, seu combustível, tanto que amou que possuiu com muito amor várias entre esposas e algumas amantes (que se transformaram em esposas). E a mulher está energicamente representada na obra dele.

O mais impressionante é que cada uma delas chegou à vida de Picasso no tempo exato em que foram necessárias. E o gênio seguiu atuando. E de todas estas relações, nunca houve um conflito enorme.

Todos os descendentes ao final das contas acabaram por se relacionarem de forma pacífica. Inclusive suas ex-esposas. Tenho quase absoluta certeza de que suas almas sabiam que foram o sustentáculo deste sábio, e compromissados estavam mesmo antes de serem o que são hoje: - netos e filhos e ex-esposas.

Tanto que em Setembro de 1979, todos se reuniram para distribuir o legado do pai, esposo, amante e avô num espólio bilionário.

Mais os maiores beneficiados deste "legado" foi, para quem puder ver e entender, a humanidade.

O que um Picasso fazia era o que ELE gostava, e não o que ou OUTRO poderia ou deveria gostar.

Picasso não procurava “nichos” mercadológicos para saber quem queria o quê, para então fazer ou produzir. Picasso “vivia a sua obra” dia após dia, noite à dentro por todos os anos de sua vida. Ele fazia exatamente o que amava. Por isto eu disse que não é qualquer um que poderia ter sido PICASSO. São pouquíssimos os seres humanos que podem no mundo de hoje dar total vazão ao talento de suas vidas.

A mídia tem um único compromisso na vida dela: - a sua obra. Eu digo a "sua" obra, me referindo a você. Ao que você ama ser, estar, ver etc. Eles trabalham para o que VOCÊ AMA.

Num mundo muito empobrecido de valores, onde os habitantes desconhecem a própria historia do seu País e não conseguem possuir um legado histórico e parece que não existe um passado herdado do período do desenvolvimento da sua nação há 100,200,300,400 ou 500 anos que lhes mostre que neste passado não muito longínquo, seus antepassados foram fortes e apaixonados pelo que faziam, então de fato é muito difícil esperar que o mundo de hoje não seja, como é e de fato está.

Então quando ouvimos muitos falando sobre o “fim do mundo”, “que o mundo vai acabar”, parece que muitos desejando que isto aconteça, ora, nos criamos o “cardápio” não só da mídia, mas daqueles que procuram algo que VOCÊ GOSTE para produzir.

A mídia NÃO VAI CRIAR algo que ELA AME, mas algo que VOCÊ deseja muito saber todo santo dia, pois é isto que vende, é isto que “dá dinheiro”, e TODAS AS FORMULAS FINANCEIRAS E DE ADMINISTRAÇÃO são voltadas para criar o mundo que a MAIORIA deseja, pois isto significa SOBREVIVÊNCIA.

Num mundo destruído todos pareceriam mais ou menos iguais, pensam os "tragedistas".

Infelizmente esta maioria que deseja o "fim do mundo" está espalhada pelo resto do mundo por que chegamos a um ponto em que há tão pouca perspectiva de fazer o que se ama e colocar para fora os nossos verdadeiros talentos que hoje uma legião de bilhões de pessoas desmotivadas e completamente sem perspectivas compõe a humanidade.

E elas são apaixonadas por uma "quase" destruição; por uma "quase" aniquilação. Digo "quase" por que de fato elas não querem que o mundo acabe, mas que acabe no mundo a forma como o mundo está. Elas querem que este mundo injusto, finalize, e que um outro novo e justo, recomece. De verdade.

E eu concordo.

Se você perguntar PARA QUALQUER ESTUDANTE para quê ou por que ele estuda, ele vai dizer: “-Para fazer concurso depois de formado”.

E eles não estão errados. Todos precisam de uma colocação no mercado de trabalho, ou no serviço público ou no privado, ainda que seja para CRIAR o que OS OUTROS amam.

Pois é: - A nossa cultura tornou-se pasteurizada e cremosa. Picasso não. Por quê? Ora, eu já disse: - Por que ele fazia o que ELE AMAVA e não o que os outros amariam ver, ler ou ter.

Tudo o que for criado com muito amor ou por ausência, carência ou deficiência (por que o amor pode ser reposto) ou ainda que seja por excesso ou exagero de amor, terá tido sempre um grande e enorme proposito e uma obra de vida imensamente duradoura e profícua ainda que não tenha sido este o desejo ou intenção primordial do criador de qualquer obra.

Então não podemos por direito de fato, reclamar das noticias pois que elas são criadas em acordo com aquilo que a MAIORIA deseja ver e se apaixonar quando ler. A mídia e o noticiário irão, para onde a maioria for. É em verdade, esta MAIORIA quem cria o que todos lemos hoje em qualquer canal: - TV, JORNAIS, REVISTAS e INTERNET.

E Picasso assim como tantos outros conheciam estas duas facetas: - Olhar além do que todos comumente estão vendo e fazer tudo pelo melhor amor que lhe for possível como é da natureza destas pessoas geniais.

Apenas por que é assim que eles são, ou que Picasso foi e continua sendo através da sua grande família, e da sua obra.

Esta é a outra magia.

Obrigado Pablo.

Ref.: Video

quinta-feira, 17 de abril de 2014

A “co-criação”


(sumário do capítulo retirado do livro OS UNIVERSOS DO SEGREDO – em 2014)

Saber o que as palavras querem dizer é importante para compreender não somente a Lei da Atração, mas toda uma circunstância.

Um pouco sobre criar realidade.

A maioria das pessoas pensa que dar gênese ao meio em que vivemos é um ato de co-criação com o Universo. Talvez uma mágica oculta em algum lugar. Ao sairmos à rua vamos co-criando tudo quanto vemos: - os carros, caminhões, ônibus, as calçadas, as próprias ruas e avenidas, as outras pessoas, os semáforos, os prédios, as lojas, etc. então este mundo todo aparece a nossa frente como numa magia.

Esquecem-se dos outros e da realidade criada por estes outros.

Quando o Segredo fala em “co-criação” somos nós Seres humanos, criando com nós mesmos.

Um prédio é construído por inúmeros operários e que muitas vezes dependendo do tamanho da obra, nem se conhecem pessoalmente, mas ainda assim são “co-criadores.”

Então quando dizemos que criamos sozinhos a nossa realidade, parte disto é verdade, mas parte não é.

Somos “co-criadores” apenas em nosso ambiente e somos colaboradores e cooperadores com o outro Universo.

Agora vamos colocar um hífen e separar o “co” do resto de cada uma das palavras que você acabou de ler e perceba a grande diferença que os vocábulos vão apresentar e o que elas realmente encerram como informação:
·         co-laborar é trabalhar com “outro” em iguais circunstâncias de iniciativa; é LABORAR em conjunto;
·         co-operar é operar simultaneamente a mesma coisa, ou seja, é OPERAR algo ou alguma coisa junto a outros tantos.

O prefixo “co-“ se origina do latim “cum” “com” e é um elemento da língua com o sentido de companhia, concomitância, simultaneidade.  

Ser um “co-adjuvante” com os Universos é uma atitude de ajudar a outros e finalmente a si mesmo num procedimento de atração e que em ultima análise  significa laborar COM, num intuito comum a todos os participantes.

Somos co-adjuvantes de um Plano Superior, mas não co-criadores deste mesmo projeto.
SEMPRE está ocorrendo o ato de “co-criar” em nossa realidade que nos cerca.

Mas TODA ESTA REALIDADE está sendo produzida por meio de colaboração ou cooperação, ao mesmo tempo, POR TODOS NÓS.

Você intervém para “co-operar” com a criação de uma realidade a ser atingida e assentada num meio ambiente específico em nosso Universo.

Então NÃO É POSSÍVEL você criar uma realidade para você e o vizinho criar outra para ele ao mesmo instante no mesmo meio ambiente do Universo local simplesmente por que você, ele, eu e todos nós estaríamos produzindo desejos e necessidades diferentes e se tornaria uma desordem caso a Lei da Atração atendesse toda a demanda de desejos individuais e exclusivos para o meio ambiente local.

Então NÓS NÃO CRIAMOS NOSSA REALIDADE, sozinhos.

Existiriam mais de sete bilhões (população mundial) de realidades construídas na Terra e seria impraticável a vida, a existência.

Somos co-dependentes uns dos outros. O que eu que eu desejar fazer dependerá do que você já pode ter feito ou não.

Você pode “co-laborar” para seu desejo num procedimento de atração interferindo numa corrente de eventos para o processo e trabalhar, laborar, com estes “outros” criando as circunstâncias para a gênese dos episódios que são necessários ao seu desejo, por intermédio de iniciativas de “co-operar” com sua intenção nos elos da corrente; você estará LABORANDO sua criação de realidade para este Universo local na região única onde seu desejo foi encaminhado.

Com o Universo do “Segredo” somos co-operadores, co-laboradores concomitantes em algo ou um plano que já está se encaminhando desde sempre num Projeto de Ordem Superior. Não podemos altera-lo, não podemos dar “palpites”, não podemos “co-criar” neste Universo. Somente no nosso e em co-labor-ação, co-oper-ação uns com os outros. 


Não vivemos numa ilha.

(leia mais no livro)

Nota: O prefixo “CO” nunca é seguido de hífen; as palavras que o contém aqui neste livro, foram escritas com hífen para expressar a concepção do que tais vocábulos transmitem para efeito do estudo da Lei da Atração.


quarta-feira, 16 de abril de 2014

Pensamentos negativos


Pensamentos negativos não existem somente relacionados à Lei da Atração. Estão presentes em todas nossas atividades diárias independente de estarmos conscientemente em um processo de atração.  

Tudo está conectado.

Então não podemos esperar eliminar todos os pensamentos negativos para “abrir” nossa “caixa de pandora” e começarmos nosso método de atração. Simplesmente por que é impossível deixar de tê-los.
  
A grande verdade que aflige a todos que querem ter um contato mais intimo com a Lei da Atração, é desconhecer que 24 horas por dia, 7 dias por semana, 30 dias por mês, 12 meses por ano, estamos em um procedimento de atração, autônomo ou não (falo a respeito em meu livro). Até dirigindo seu carro, você está em um processo de atração. Escovando os dentes, escolhendo e vestindo sua roupa, o que vai comer, etc. Pense e reflita e verá como isto é verdade.

Então você já percebe de imediato que existem vários níveis de atração, sob vários aspectos e objetos, situações etc. para sua vida. É sim, está tudo conectado. O Ser humano foi quem dividiu em partes para poder compreender. 

Pensamentos negativos são instrumentos que fazem parte do instinto de sobrevivência que todos possuímos desde os “tempos das cavernas”.

O "EU BÁSICO" é o responsável por criar estas crenças. Diz que tais "procedimentos" que você precisa ou deseja para sua vida, são prejudiciais “de caso pensado” e que se iniciou há muito tempo e que isto será "maléfico", "danoso" ou "nocivo" para você, para nós.

Mas o EU BÁSICO também o responsável por eliminá-los, desde que compreenda que tais pensamentos não são úteis para você.

Por isto é importante o conhecimento dos 3 Eu´s e o "trabalho" para sua harmonização. Na postagem anterior eu falo sobre o EU BÁSICO e parte de como conseguir sua cooperação.

Então é nossa mente trabalhando para nos proteger, é quem cria “sistemas de auto sabotagem” para afastar-nos da possibilidade de enfrentar algo ou alguma coisa que poderá (ou poderia) nos fazer muito mal.

Nestes mecanismos estão inseridos os tais “pensamentos negativos”, coisas do tipo: “-Eu não vou conseguir”; “-Isto não vai dar certo”; “-Funciona para todo mundo, menos para mim”; “-Algo está dando errado...”, e por aí vai.

Mesmo com crenças limitantes, mesmo com pensamentos negativos, mesmo que você não se ache merecedor, ou ainda mesmo que você acredite que com todas essas limitações a Lei da Atração não funcionará com você, siga pedindo e crendo que “uma hora qualquer receberá”.

Se você for esperar para eliminar tudo isto antes de começar suas intenções, então se tornará cada dia mais limitado, ansioso (por que estará vivenciando o futuro) e os procedimentos de atração vão ficando para depois e depois e depois.

Esquecer que todos nós possuímos limitações com tais pensamentos negativos, é praticamente impossível.

Crenças e pensamentos negativos como não podemos elimina-los, então vamos colocar fé em crenças que efetivamente trazem resultados, nem que seja para “zerar” o pensamento negativo que apareceu mantendo o “jogo” ao menos, empatado.

A cada pensamento negativo, você corre na área, dribla o zagueiro e chuta sua bola de pensamento positivo e marque seu gol, por favor.

Faça uma lista das coisas que você crê e procure identificar quantas delas de fato o levaram a algum lugar.

Mantenha sua ATITUDE firme independente do tal “instinto de sobrevivência”; se outros puderam, você também poderá.

Ninguém é melhor do que outro. Pode sim um estar em um lugar mais propício do que "tal" outro, para as coisas darem certo, mas ainda assim, alguma coisa existe para ser feita aí mesmo onde você está.

É preciso encontrar seu estilo, seu jeito de ser, sua essência, o que você ama fazer, ser, ou ter para sua vida e trabalhar para sair do comodismo e da procrastinação.

O maior problema do ser humano é enfrentar e ir à luta se desvencilhando de todo e qualquer conceito, pré-conceito, pós-conceito em relação exatamente ao “que você ama fazer, ser, ou ter para sua vida”; “-Ah, que vão pensar se eu fizer isto para ganhar dinheiro?”; “-Este trabalho é muito difícil.”; “-Não gosto do meu chefe”; “-recebi uma oferta melhor, mas tenho um compromisso com o comprador anterior.”

São “crenças” que limitam seu poder (nosso poder) de atrair mais e mais recursos financeiros.

Lei da atração é para a energia do dinheiro não é mesmo?

Eu não tenho crenças que me limitam? Pensamentos negativos? Mas é obvio que eu tenho. Um monge também os têm. Jesus teve alguns, e os entregou à Deus.

E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e, pondo-se de joelhos, orava,
Dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.
Lucas 22:41-42

Ainda que “repleto” de pensamentos negativos, use os "avatares" de visualização (cheque de abundância, caixa de desejos) por exemplo, para atrair seu desejo. Não pare.

Mesmo que você acredite que não será possível. Não importa. O que importa é que você execute, que experimente, que modifique, pois a auto sabotagem é perversa (ela está tentando "cuidar" de você, não esqueça) e sempre achará um caminho para “protege-lo”.

A auto sabotagem que vem da imposição em colocar “medo” em nossas atitudes nós já sabemos de onde procede tal instinto, mas quando exacerbado, pode nos transformar em marionetes de nós mesmos impedindo de tomar decisões razoáveis.

Tomar uma ATITUDE tende a ficar cada vez e cada dia mais distante e de lado.

É “cabeludo”? Como diz uma amiga de longa data, “Se fosse fácil, não seria tão difícil”, eu digo sim, não é fácil, mas NÃO É IMPOSSÍVEL.

Portanto, abaixe a cabeça e faça todos os procedimentos de atração.

Não se preocupe com aquilo que você presume que “não funciona” ou “não dá certo”; faça. Uma hora sua vibração encontrará a frequência correta e será neste momento que você sentirá toda a força que estava contida em você mesmo capaz de resgatar a sua “autoconfiança” ou seu “amor-próprio” e eliminar grande parte dos pensamentos negativos ou nem deixar que apareçam, cresçam e muito menos que façam “gol” em você.

Use “jogadores” no seu time para eliminar o gol do adversário, e até tentar virar o jogo com citações do tipo:

“-Eu não sou assim.”;
“-Este não sou eu, este não é meu pensamento”;
“-Esta não é minha verdadeira Intenção.”;
“-Este não é meu desejo real.”;
“-Isto não faz parte de mim”;
“-Não é assim que eu quero.”;
“-Eu não acredito neste pensamento negativo;”.

E crie ou “contrate” outros “jogadores”, pois você é o treinador deste time.


Ou não?

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