AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Regras são limitantes. Princípios são libertadores. (o EU BÁSICO e a Lei da Atração)



Lições custam caro. Posições mais ainda.
(antigo ditado Dakota)[1]

Principio é algo que não possui regras e é aplicado em qualquer evento de nossas vidas em qualquer lugar do Universo. Por isto um “Princípio” é algo que pode dar origem a muitas coisas em inúmeros fatos. O “Princípio” é a causa primária que serve a muitas ocorrências e que entra na composição de tantas e quantas coisas em nossas vidas. Se fosse “quadrado” seria limitado como são as regras, e isto impediria de ser utilizado em outros locais da vida.
A legislação de um País não serve a outro; as leis de qualquer Estado Europeu não podem ser aplicadas no Brasil. Portanto, serve apenas a eles e somente eles podem viver sob aquelas regras que determinarão uma única condição em suas vidas.
Um “Princípio” determina inúmeras condições que podem ou não ser benéficas, que podem ou não ser aproveitadas, mas que diferentemente das regras, servem a todo ser vivo, independente de estarem conscientes ou não. E livre arbítrio é isto também: - a capacidade de não seguir um "princípio"; para os seres conscientes, obviamente; e ser responsável pelos resultados desta escolha, claro.  

Não existe uma medida de comprimento, largura e profundidade que defina de maneira estanque (ou ainda definitiva) como proceder com a Lei da Atração.  O que podemos esperar desta afirmação? Que seja um princípio.

Então vamos lá: - No específico caso das práticas do “quadro dos sonhos”, “caixa de desejos”, etc., se você fizer uma caixa, um quadro, ou usar até mesmo uma sacola de plástico e dentro colocar os recortes do que você deseja ou até mesmo escrever e descrever seus desejos, a ocorrência dos eventos que o levarão até a consecução deles será a mesma em qualquer objeto utilizado, e isto depende bem mais de uma coisa: - nossas emoções e sentimentos. São eles que vão ditar como você é, e o que precisa para chegar onde deseja.

Por quê? Por que o objetivo da “metodologia”  da caixa ou do quadro é “estimular” nosso EU BÁSICO, que é por onde permeia nossa energia que fará o “contato” com os Universos carregando nossas pretensões, intenções e desejos.

Obviamente que você, eu qualquer um de nós escolherá a melhor forma para usar: - se uma caixa de isopor, ou uma de metal ou de madeira, ou uma sacola de plástico, ou ainda somente por escrito e descrito nossos desejos e depositado somente em nossas mentes. 

Você pode entender que uma caixa de metal manterá seus recortes num local mais "seguro", mais "nobre" e isto será uma tradução dos seus sentimentos; mas outra pessoa também pode admitir que uma caixa de isopor é suficiente e que ainda assim será nobre e seguro, pois o que realmente vale é o que está dentro. Enfim, ambas no exemplo, estão certas.

Então, tais procedimentos podem inclusive ser totalmente mentais, e a cada instante ou momento irmos lá naquele local do pensamento onde está a “caixa” e vasculhar os “recortes” dos nossos desejos e verificarmos seu andamento.

É outra forma de "possuir" uma caixa ou quadro: - Dentro da sua cabeça.

A forma que mais estimular seu EU BÁSICO (um dos 3 Eu´s descrito também pela psicologia moderna e por psicofilosofias milenares) será aquela atitude que mais proximamente lhe deixará perto de sentir profundamente o seu desejo em acordo com seus sentimentos e emoções.

Uma enorme intenção, uma imensa emoção, que o manterá focado (mas sem insistência para não causar ansiedade e resistência) para que você resguarde os eventos que certamente começarão a ocorrer logo após dar início ao "quadro" ou "caixa"; (seja lá onde for, não esqueça).

Tal “caixa” que pode ser ainda chamada de reservatório e pode ser de isopor, madeira ou plástico e nos serve para “prestarmos atenção” aos sinais que os Universos enviarão, demonstrando se estamos ou não conectados, e se as “coisas” estão a fluir ou não, é um excelente procedimento para "sentirmos entre as mãos" nosso trabalho interno da Lei da Atração que estamos fazendo.

Estamos conectados ou não? A "caixa" ou "quadro", vai dizer isto para você, claramente: - Isto será medido e esclarecido pelo tempo decorrido desde que começamos nosso procedimento de atração.

De vez em quando, olhando para nossos “recortes” poderemos perceber ou constatar que estamos ou não estamos vendo os resultados esperados dos "desejos" colocados nesta técnica. Se não estivermos, então, atitudes precisam ser tomadas.

Perceba: - A palavra “atração” vem do latim attractio, (-onis),  que é o ato de puxar para si, de contrair para nós através de uma ou várias ações, um objetivo contendo uma poderosa intenção. E AÇÃO é INTENÇÃO recheada dos nosso sentimentos e emoções.

É fato então que a Lei da Atração pode e deve ser considerada uma lei de “ação”, pois é tal ato que despertará em seu Universo interior, uma “atitude” envolvida por um imenso desejo com firmes propósitos naquilo que você realmente precisa ou necessita para sua vida.

Um imenso desejo é algo que vai “ouriçar os pelos do seu corpo”.

O que é e para que serve o EU BÁSICO num procedimento de atração?

O EU Básico é a energia que permeia nossas células, nosso corpo e utiliza os 5 sentidos para o contato com os Universos e é muito diferente em cada um de nós.

Por causa disto não podemos esperar que todo procedimento num processo de atração seja o mesmo para todo e qualquer indivíduo pois não podemos condicionar a experiência de um achando que devemos ver ou ouvir os mesmos elementos "sobrenaturais" ou ainda que necessitamos fazer da mesma forma ou maneira que outros.

Devemos sim descobrir em nós mesmos esta possibilidade impar de comunicação, uma vez que somos diferentes sob vários aspectos, ainda que pertencentes a mesma espécie.

Sendo assim é imperativo definir as emoções que nosso EU BÁSICO irá "sentir" mais e melhor quando nos descobrirmos nesta classificação; veja e leia e tente se "inserir" um pouco mais e melhor em uma delas:

·  Se você for mais “sinestésico”, suas emoções virão pelo “tato”; então sentir, arrepiar-se, ter necessidade de sensações de calor, frio, para compreender o seu meio ambiente e suas necessidades (e seus desejos), será este o “canal” mais fundamental para estimular o seu EU BÁSICO;

· Se você for mais “visual”, sua visão será a responsável por incentivar o EU BÁSICO, e através de cores, luzes, etc. se excitar para atuar com este canal em seu procedimento de atração;

· E se você for exclusivamente mais “auditivo”, precisará do estimulo que entra pelos ouvidos e escutar sons, vozes, zumbidos, etc. será o instigo que precisará para começar sua ação e compreensão;

· E se você for mais “olfativo” será pelo nariz que se estimulará para sentir cheiros, perfumes, etc. Não são raros os casos de pessoas que já antecipam o perfume das flores no local onde deseja morar, o cheiro da tinta que irá usar para pintar a casa, etc.

·   E, finalmente se você for mais para o lado “gustativo” será pelo paladar que estimulará seu EU BÁSICO para começar a participar com ênfase em seu procedimento de atração, ao sentir gostos e sabores ainda “estranhos” que estão “embutidos” em suas permissões e desejos e que possivelmente poderá sentir efetivamente, num procedimento de atração quando visualizar seu desejo.

Para começarmos uma comunicação eficaz com o nosso Eu Básico, temos que saber como funcionamos/sentimos e isso nós somente conseguiremos se estivermos atentos as nossas sensações.

O Eu Básico quando obtém por antecipação alguma informação ou então percebe que algo não está de acordo, envia uma sensação como se fosse uma pressão na região do plexo solar ou na zona do coração ou ainda podemos ficar com uma sensação de mal estar, um incômodo generalizado, um sentimento angustiante, melancólico ou até mesmo depressivo, e isto só melhora até que tomarmos uma ATITUDE adequada para corrigir e colocar as coisas no lugar certo. (Assemelha-se a "engolir em seco"; "um aperto no peito" etc. quando enfrentamos situações estressantes como dano, desgaste, ou não atendimento de nossas expectativas dada como certas, por exemplo; estas sensações que sentimos numa cena real, são as mesmas mensagens que nosso EU BÁSICO envia quando percebe que algo não está de acordo, mesmo que você não vivencie qualquer situação como estas que foram descritas como exemplo).

A linguagem do Eu Básico, é, portanto, a emoção.

As informações são coletadas no plano físico pelos cinco sentidos e no plano espiritual pelas energias que nos cercam e pelos cordões de prata.

Observe as “pistas”; por exemplo: - Tome consciência do seu corpo físico, das experiências (memórias) emocionais que estão armazenadas nas varias camadas musculares.

Isto já foi muito estudado por Reich[2] colega de Freud (ainda que dissidente) originou uma terapia.

O relaxamento, a sensação de estar no aqui e agora, conectado, feliz e tranquilo e no presente (pessoas ansiosas vivem no futuro) é uma pista do alinhamento sinérgico dos três Eus: - EU BÁSICO, EU MÉDIO e EU SUPERIOR.

Grato
Jaime







[1] O Território de Dakota ou Território do Dakota era a região setentrional da Luisiana, constituída como território organizado dos Estados Unidos, sendo que a maior parte do Dakota era parte do Território de Minnesota.
Quando Minnesota se tornou um estado em 1858, o restante território foi organizado no Território de Dakota, pouco antes da Guerra Civil Americana, a 2 de Março de 1861. Porém, a 2 de Novembro de 1889, o território foi dividido em dois, no que são hoje os estados de Dakota do Norte e Dakota do Sul, tendo ambos sido elevados no próprio dia à categoria de Estados da União. (Fonte WIKIPEDIA).

[2] Wilhelm Reich (24 de Março de 1897 – 3 de Novembro de 1957) foi um médico e cientista naturalista e psicanalista austríaco. Nascido em Dobrzanica, uma pequena aldeia do distrito de Peremyshliany, no noroeste da Ucrânia (na época o território pertencia ao Império Austro-Húngaro), no seio de uma família abastada de proprietários judeus germanizados. Era filho de Leon e Cäcylie (Roniger) Reich. Foi um discípulo dissidente de Sigmund Freud; propôs a gênese da neurose como consequência dos conflitos de poder que se estabelecem nas relações sociais e suas implicações emocionais e psicológicas. Discípulo de Sigmund Freud criou a partir da Psicanálise uma nova abordagem terapêutica a qual, além das intervenções verbais, de fundamentação psicanalítica, também inclui intervenções corporais. Esta abordagem terapêutica foi inicialmente chamada de Vegetoterapia Caractero-Analítica e posteriormente de Orgonoterapia. Atualmente, é comum referir-se a ela simplesmente como Psicoterapia Reichiana. (Fonte: Wikipedia)

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