AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

domingo, 25 de agosto de 2013

Pode ser um voo no Paraíso.


Overspeed é um termo em inglês que é muito conhecido principalmente dos pilotos de aeronaves. Overspeed significa que o avião está em uma condição de vôo acima da sua velocidade normal, e isto indica que uma iminente falha estrutural começa a entrar em curso. Uma falha estrutural nada mais é grosseiramente falando, do que uma drástica perda da capacidade de manutenção da força eletrônica que mantém os átomos da matéria unidos entre si, formando o objeto. Tudo o que existe, materialmente falando daqui, até o infinito do Universo, em sendo material, é constituído por átomos, alguns, provavelmente de elementos que nem conhecemos ou sabemos da sua existência, mas que estão formando a estrutura de um corpo, seja ele orgânico, como os seres vivos, ou inorgânicos, como aqueles reconhecidos como “não vivos”, principalmente os materiais constituídos sem a presença de Carbono em sua estrutura. Mas isto é uma conversa para outra hora. O importante é sabermos que tanto os materiais orgânicos como nós e os inorgânicos como aqueles representados, por exemplo, uma barra de aço, uma pedra, uma peça de plástico, entram também em perda de força quando em overspeed.
Logo que o tal “overspeed” ocorre numa aeronave, esta “falha estrutural” a nível molecular pode ainda ligeiramente explicando, ser exemplificada pela velocíssima perda de elétrons que orbitam o núcleo do átomo. Para a perda de elétrons se dá o nome de “oxidação”, e para quem quiser saber mais um pouco, o “ganho” de elétrons na órbita do átomo, se chama redução. São termos técnicos para nomear um fenômeno físico-químico. E como eu disse e a Ciência explica, isto ocorre em toda a matéria daqui, ao infinito.
Um avião não entra em OVERSPEED por que o piloto assim deseja. Uma aeronave em cruzeiro tem uma quantidade enorme de instrumentos que ajustados definirão os parâmetros que manterão um voo pleno; a "regulagem" deles é de responsabilidade da tripulação na cabine do avião, o "cérebro" de toda a viagem. Dentro destes parâmetros normais está a manutenção da velocidade correta entre tantas outras. E existem outros medidores que levam informações importantes do voo, para a mesma tripulação, inclusive para os centros de controle de voos.
Em alguns casos até, dependendo de “dimensionamento” da aeronave, ou seja, dos motores, estrutura e material, enfim do PROJETO que deu origem a uma determinado avião, nem que o piloto quisesse, acelerando as turbinas, o avião chegaria, mesmo estando nivelado, atingir overspeed, ultrapassando a velocidade indicada estruturalmente para aquele avião. Uma pequena aeronave como um CESSNA, por exemplo, mesmo que se dê a aceleração máxima, dificilmente ele entrará em overspeed.
Mas QUALQUER avião, até mesmo um Cessna, um monomotor, ou até um bimotor que dificilmente entra em overspeed apenas levando os manches de aceleração para frente, e dando força total, pode adentrar um estado de overspeed e falha estrutural.
Mas o que isto tem a ver conosco? Eu não vou viajar de avião, não tão cedo, e se alguns de você forem isto não faria a menor diferença.
Bem, um avião entra em overspeed, quando o piloto por qualquer motivo, perde o controle da aeronave, e ela começa a cair em queda livre, sendo atraída pela força da gravidade, incluindo os mais simples, como um Cessna. Até os “humildes” entram em overspeed.
Mesmo reduzindo ao mínimo a potência das turbinas, a rapidez que ele pode atingir na queda é muito maior do que os próprios motores poderiam dar ao avião, quando nivelado e em cruzeiro. Então, começa o que se chama “cansaço molecular”, que podemos reduzir para uma palavra: - estresse. O estresse estrutural é iminente numa situação destas. As forças eletrônicas que mantém os átomos da estrutura que formam a matéria inorgânica (alumínio) do avião começam a se desfazer a uma velocidade comparada a da luz e geralmente ocorre na parte mais importante do avião, que são as asas. As asas, que dão sustentação ao avião, são as primeiras “peças” a se desmantelarem, se “desgrudarem”, a “rasgarem”, num processo de estresse por overspeed. É o atrito o agente catalizador deste "desmonte" estrutural.
Ainda não entendi Jaime. O que isto tem a ver com o tema da página?
Nada, se você não estiver dentro de um avião nestas condições extremas, e tudo, para entender o que eu pretendo com este exemplo.
Toda a matéria tem seu “tempo” de overspeed. Mais dia menos dia o “cansaço molecular” ocorre. O que é o envelhecimento? O envelhecimento no ser humano tem basicamente origem em dois fenômenos biológicos: - um deles é este, o cansaço molecular que vem de falhas estruturais, e com o passar dos anos, oxidamos; sim, isto mesmo, nós também “enferrujamos”, e perdemos elétrons. Na média, diz-se que a cada sete anos, temos um corpo novo. Algumas estruturas “Hemácias, por exemplo, vivem cerca de quatro meses, enquanto os leucócitos podem viver um ano. Células do cólon vivem apenas quatro dias e neurônios duram uma vida inteira”[1], ou seja, chegando a mais ou menos sete anos, 4 meses, 4 dias, descartando os neurônios, temos um “corpo novo”...
 O outro é que, ainda que nossas células se regenerem, cada nova célula criada precisa de um modelo para se reconstruir, e ela o faz a partir de células mais velhas, e num processo continuo de regeneração celular, a cada nova célula criada, ela é a imagem e a semelhança de uma mais velha ainda que a antecessora, e assim sucessivamente até virarmos uns cacarecos. Entramos em overspeed e “queda livre” ao longo dos anos.
Mas... Também podemos acelerar este processo, quando “perdemos contato com a torre”, e o nosso piloto, digo, nosso cérebro e nossa mente perdem o domínio da situação, e nosso “aerocorpo”, nossa aeronave, nosso corpo, nossa vida e nossa mente começam a entrar em perda de “força eletrônica”. Logo a seguir, o estresse e então começam as falhas estruturais em nossa “carcaça”, com enfermidades e moléstias das mais variadas.
O estresse é subjetivo; pessoal. O que é o caos para uma borboleta, é normal para uma aranha. Assim como um piloto de avião pode retroceder a aeronave a uma condição legal de voo, e retornar ao nível de cruzeiro, outros aviões ou outros pilotos não conseguem, por que a falha estrutural é tão grande, que não há condições de recuperação. Ou o piloto não tem toda a formação técnica necessária.
Por incrível que pareça, somos iguais. O estresse pode até ser considerado bom, para manter a mente alerta e focada em uma atividade, no trabalho, e mantido sob medida. Atingiu a velocidade máxima, regula e volta para o nível. Isto é importante. Mas quando ele é descontinuo, e espalhado em várias situações, passa a fazer um terrível mal. Você está entrando em overspeed.
Pode ser longo o processo de cansaço molecular: - pela perda de força eletrônica molecular, oxidação, falha estrutural, estresse e a “quebra” das estruturas do corpo, que redundam nas enfermidades das mais variadas e que podem levar nosso avião, ao solo.
Controle sua overspeed. Nem muito lento, mas também não acima dos limites. Não use mais velocidade do que o necessário, nem carga acima da sua capacidade. A oxidação molecular é o fator de envelhecimento do nosso corpo. Não há como escapar disto, mas há como NÃO antecipar.
Manter o equilíbrio emocional, a sensatez nas relações conjugais, nutrindo uniões estáveis e profícuas, conjugais, de amizade e de trabalho, afastar sentimentos de culpa, evitar problemas (mal dimensionamento do “aerocorpo”), trabalhar adequadamente para resolução no mínimo razoavelmente efetiva caso eles venham,  aceitação social ambígua (aceitar e se permitir ser aceito), dar importância na medida correta e necessária aos eventos do nosso dia-a-dia, entre outras que você mesmo pode definir ou citar, são os “instrumentos” que controlam um voo a velocidade de cruzeiro, sem cansaço molecular, e que não redundem em falhas estruturais e consequente estricção mental e corpórea "fora de época", antes da natural caduquice inexorável.
Para quem quiser mais um pouco, no Capítulo IV - Por que as coisas deram erradas? Do meu livro O VIGÉSIMO NÍVEL, na página 73 tem um texto que pode ajudar a complementar o que você leu aqui: 4.2 NÃO PERCA O CONTATO COM A TORRE, e no meu livro O PODER DA INTENÇÃO, você tem toda a informação (básica) para entender a forma de captar energia vital, além daquela que vêm dos alimentos, e do meio ambiente para melhorar, inclusive, estados estressantes.
Estamos falando de forças, para quem acompanha, ou já entende, sabe, assim como a Ciência preconiza, que tudo é energia.
Do avião, ao piloto. Daqui, ao “fim” do Universo infinito.
Se decolar é uma emoção, manter em voo e pousar é uma obrigação.
A diferença para o avião de verdade, é que em nossas vidas, o pouso é liquido e certo, independente de ter sido um voo no paraíso ou no inferno.
A escolha é nossa.





[1] Fonte http://hypescience.com/

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