AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

sábado, 13 de julho de 2013

O PAPAGAIO MULTINÍVEL

Hoje eu li algo que gostaria de compartilhar com vocês meu entendimento.

É em relação ao Marketing Multinível que tomou conta do nosso País. Antes, preciso informar que NÃO faço parte de nenhuma rede multinível financeira e não conheço nenhum administrador ou proprietário destas empresas.

Ao final, pode ser que eu consiga conectar com a parte, vamos dizer assim socioeconômica e política, estes eventos.

Nunca se viu ou se leu em algum site de grande porte, representativo da mídia brasileira, antes do desfecho dos atuais eventos que ocorre contra as empresas ou instituições de marketing multinível como as que estão em pauta na mídia neste período em específico (Junho/Julho 2013).

Nunca se leu que uma dezena de pessoas pelo menos, tivesse ido à Justiça ou mesmo ao PROCON para reclamar que tivessem entrado num esquema fraudulento e perdido muito dinheiro.

Exatamente o contrário está ocorrendo agora. Com a intervenção do Estado, então sim as pessoas estão exclamando que perderam dinheiro e deixaram de pagar suas contas, e sobreviver do "recall" financeiro do seu marketing multinível.

Diz o texto que eu li logo a seguir exatamente isto. E, motivado por ele é que falo a respeito deste assunto. Manterei os eventuais erros de linguagem provenientes do escrito deste cidadão no site, que por questões óbvias não aponto aqui qual é, mas o tenho guardado em arquivo:

O pessoal só perdeu dinheiro por causa do MPAC , não existia ninguém perdendo dinheiro , agora sim o pessoal está perdendo dinheiro.Não consigo ver erro em querer ganhar um salário que o nosso país é incapaz de nos dar.Voçê deve ser um milhonário né parceiro , pra apoiar , não vi ninguém pedindo ajuda.O que voçê me diz de logo em seguida a oi lançar seu voip ????????Por isso não vamos nunca pra frente meu camarada !!!

Vejam o que ele diz, repetindo sua frase: “Não consigo ver erro em querer ganhar um salário que o nosso país é incapaz de nos dar”.

Eu li a respeito de algumas delas e percebi nos relatos dos seus usuários que todos quantos participam, são ou foram unânimes em dizer que se beneficiam do processo, pois ele paga e bem; depende exclusivamente de cada um: - quem trabalhar mais, ganha mais.

Anterior as intervenções, segundo o cidadão acima, não se encontrava com facilidade reclamações de fraude para estas empresas partindo do usuário que atua como colaborador.

Encontra-se alguma queixa no que diz respeito ao uso do sistema onde as empresas de Marketing Multinível falham, não “ensinando” como usá-lo, ou que não possuem suporte. Sabemos que as pessoas pouco leem, principalmente nos dias de hoje, e mal sabem usar com relativa eficiência um editor de texto, uma planilha, um editor de apresentações, um site operacional. Certamente ficaria difícil sem um esforço que compensasse o mínimo aceitável para passar a curva de aprendizado para este sistema de recompensa financeira, aprender o básico do seu uso.

No que diz respeito a mim, eu não sei operar, mas com certeza, se fosse o caso, aprenderia.

Estes cidadãos que entraram certamente não são tolos. Sabem que é um negócio de risco maior.

Todo o mercado tem um risco relativo e ele é baseado na quantidade de pessoas envolvidas e na crença que estas pessoas têm nele.

Assim é com o dinheiro de uma nação.

Por exemplo: - O dólar nunca perdeu seu valor, por que ele sempre foi a mesma moeda desde a primeira folha cunhada, e banca definitivamente uma das mais ricas nações do Planeta, por que os americanos acreditam firmemente que aquele papel representa a força do seu estado financeiro, e, como dinheiro é, e sempre será, o bem-estar de todo e qualquer cidadão (a independência financeira é a que traz todas as outras), a crença continuará firme e forte por muitos anos naquele País por que é um sentimento nato, pátrio.

Um Rei só é Rei por que o povo assim o considera, o ama e o aclama.

Os últimos meses em nosso País, e os últimos anos em nosso Continente, a América Latina, nos levam a pensar que parecem existir forças com ideologia política e socioeconômica cuja pretensão seria o de promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária. Sem classes sociais. Cuja base é a propriedade comum e o controle dos meios de produção e da propriedade em geral.

A expressão manifesta dos últimos meses em nosso País parece demonstrar os princípios de instauração deste estado onde ocorreria a perda das propriedades individuais e intelectuais, que passariam todos para o Estado e deste para a Nação, sendo assim, a todos pertencendo os bens individuais e neste novo patamar, não caberia a riqueza individual, mas exclusivamente a do Estado.

A quantidade de pessoas empobrecidas transmite a noção de que o cidadão NÃO PODE TER DINHEIRO. QUE ELE PRECISA SER ASSALARIADO e possivelmente com uma remuneração muito baixa, enquanto outros se mantêm presos a maquina administrativa, instalados em autarquias governamentais, com altos salários, sem o devido concurso ou esforço para lá estarem.

Parece que a vida útil do cidadão deve ser curta o suficiente, mas "operariamente" produtiva no mesmo período, ao máximo; Parece que o cidadão não poder empreender e ganhar muito dinheiro, apenas os amigos do rei.

A meu ver trata-se, portanto, do aparentemente obvio, que no momento atual NÃO HÁ INTERESSE que o marketing multinível autossustentável, ou similar, se instale em nosso País, ou na América Latina a promover uma recompensa extra mensal.

Veja o caso do subsolo: - Se você encontrar, por exemplo, Petróleo nos EUA você é dono dele. Se você encontrar Petróleo no Brasil, o governo é dono, e você recebe uma parcela se for proprietário das terras. Isto é Constitucional e não cabe, respeitando os princípios legislativos, modificar.

O cidadão tem que ficar velho, e seguir consumindo, ainda mais. Vejamos os medicamentos: - Ansiolíticos, Antidepressivos, Antiúlcerosos, Antimicóticos, Antieméticos, Analgésicos, Antipiréticos, Antiparasitários, Anti-helmínticos, Auxiliares no tratamento da obesidade, Antibióticos, Anti-inflamatórios, Terapia Hormonal, Anti-infecciosos, Antiespasmódicos, Antifiséticos, Adsorventes, Hipolipemiantes, Amnésicos, Antialérgicos, Anti-histamínicos sistêmicos, Indutores do Sono, Bactericidas, Bacteriostáticos, Relaxantes musculares, analgésico, etc. e todos aqueles para o sistema cardiovascular devem ser consumidos após uma árdua vida.

Estes medicamentos são os terapêuticos, ou seja, promove uma terapia longa, cara e consome boa parte salário do aposentado, e o mantém preso a eles; se ele parar de tomar, morre, por que estes medicamentos já suprimiram antecipadamente os mecanismos naturais de regeneração do organismo.

Já os profiláticos, os que podem realmente curar, geram uma profilaxia como o próprio nome diz, uma limpeza do organismo. São os chamados medicamentos funcionais, como por exemplo, a molécula de resveratrol e o hormônio melatonina, ambos proibidos ou difícil de serem encontrados (assim como tantos outros), por que curam, repito. Você não tem acesso fácil a eles.

O cidadão PRECISA FICAR DOENTE e consumir por muitos anos medicamentos terapêuticos, até seu fim.

A CHINA NÃO POSSUI farmácias e drogarias convencionais como as que existem no mundo OCIDENTAL. Todas as doenças são tratadas via fitoterápica e outros meios que não vêm ao tema em questão, por se tratar de algo ainda enigmático para muitos de nós, e no entanto seus cidadãos vivem, e muito bem.

Eu não vejo, ou pelo menos não aparece na mídia (TV, Internet, Jornais), uma ingerência tão intensa, forte e aguerrida do Estado, por exemplo, nos hospitais, que matam pessoas por não possuir leitos e condições adequadas para o seu tratamento.

Obviamente que esta questão da economia popular faz parte do rol de questões públicas que a justiça deve controlar sem dúvida. Mas ao ponto de fazer com que milhares de pessoas batam a sua porta reclamando que agora sim, estão perdendo dinheiro? Há uma defesa antecipada por algo que não estava acontecendo?

Por outro lado, temos o sistema financeiro que não pretende deixar o cidadão fora dele. Num caixa eletrônico você e qualquer um têm a opção de fazer empréstimos relâmpagos de qualquer valor dentro do salário do correntista com juros altos e a partir dali, descontados direto do salário, com total facilidade.

Será que o sistema financeiro vai abrir mão de deixar de obter lucro ao explorar as pessoas que não se controlam e se deixam cair nas mãos do abuso capitalista? Mas infelizmente, assim como as drogas, são as próprias pessoas que alimentam sua própria opressão.

A grande mídia certamente não almeja, igualmente, deixar o cidadão de fora dela, ou seja, ele JAMAIS poderá ter informações de outros canais, a não ser que pague muito.

Parece que ele NÃO PODE ser bem informado. Pelo menos, NÃO DEVERIA por que isto complicaria os interesses corporativos.

Não há uma legislação que ampare a necessidade do cidadão em ampliar seus horizontes e aumentar a quantidade de itens da sua tabela de valores. Sendo intelectualmente limitado ele poderá ser um escravo para todo o sempre, comendo das mãos do seu governo e das suas bolsas.

Hoje, sim, após a intervenção do governo e possivelmente dos interesses das GRANDES CONGREGAÇÕES de multinível financeiro já secularmente sedimentadas em outros países, é que ficamos à mercê das “preocupações” destes grupos que em verdade estão aliadas ao seu próprio zelo e aos interesses de um estado corporativo onde paulatinamente introduz a tal “sociedade comunitária”, modelo falido na Rússia, cuja queda, completou o 20º aniversário do seu fim em 2011, capitaneado em 1985 por Mikhail Gorbatchev com a perestroika (reconstrução econômica) e glasnost (abertura política), e Bóris Ieltsin início da década de 1990, e com apoio do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), deu continuidade.

Vinte e dois anos já se passaram desde o último dia em que caiu por que não deu certo.

Os EUA é um belo exemplo também como País com empresas que operam o marketing multinível (aquelas de bater de porta em porta, por exemplo).

O Estado Corporativo cujo sistema político tem o poder legislativo atribuído às corporações representativas dos interesses econômicos, industriais ou profissionais e que são nomeadas por intermédio de associações de classe, os cidadãos se devidamente enquadrados estiverem, participam na vida política e de resto, como um todo. Senão estiverem com a bandeira, não estarão harmonizados e poderão ficar alheios e fora do sistema.

Já o capitalismo tem sua base de sustentação no sofrimento cruel de milhões, e da qual eu e você fazemos parte e por isto NÃO PODE PERTENCER O OUTRO CHEFE QUE LHE PAGARIA MAIS: - Você mesmo.

Ainda os sistemas que compactuam com uma “sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida, baseada na propriedade comum e no controle dos meios de produção e da propriedade em geral” tornar-se-iam falsos, pois da mesma forma que no capitalismo, acabarão os princípios deste eventual regime, sendo sustentados apenas pelos mesmos infelizes que escoram a atual pirâmide financeira do capitalismo desumano. Haveria apenas a troca de lado no regime, e consequentemente, de comando, mas ainda assim, pior seria, pois se perderiam os direitos individuais de riqueza material e de conquista-los.

O que não nos ensinam, não existe. Esta é a nossa educação. Assim o sistema não instruiu você ao “benefício da dúvida”: - um instituto pessoal de aprimoramento pela experiência subjetiva, introspectiva.

Há necessidade urgente de o cidadão habituar-se a dar-se este “direito” cívico de experimentar algo e adquirir suficiente conhecimento para então sim saber se aquilo é real e verdadeiro. Sem que você mesmo lhe dê o DIREITO ao benefício da dúvida, que passa pela crença depois pelo ceticismo e logo a seguir pela experimentação REAL, você JAMAIS conseguirá formar uma opinião verdadeira e passará a repetir, "currapaco, paco, paco", reproduzindo aqueles que falam mal ou bem de algo ou de alguma coisa.

Se não nos dermos este benefício nós sempre iremos comer do alpiste que o sistema fornece, mesmo quando acreditarmos que fomos nós quem o colheu...

E repetir o que é dito com um animal adestrado, sem nunca ser razoavelmente versado num conhecimento específico é expressar a opinião alheia e não a sua. Você se torna portador da "síndrome do papagaio".

Por outro lado, cada um acredita naquilo que lhe convém, dentro das suas capacidades de entendimento e por isto deve ser respeitado. O que você não pode é querer que a sua crença seja a crença de todos.

Quanto maior o conhecimento, melhor a competência para capacitar o juízo sobre alguma coisa. Palavra chave, estudar. Estudar o que lhe interessa saber, e o que precisa saber. Senão, não aponte seu dedo se ele não sabe se o quê sua mente está dizendo é real e verdadeiro.

Existem muitas correntes, mas cada um deve falar e fazer o que acredita ser melhor para si.

Assim, tenho visto que a “burrice funcional” tem sido tema de prosa e verso.

E mais: - Quando você ouve, por exemplo, um Ex-ministro, como o do Canadá, Paul Hellyer confirmar na audiência dos cidadãos para a liberdade de informação que aconteceu em Washington em 2013 dizer que “... o ocidente está tomado por um tolo sistema financeiro e bancário...", então nos parece claro que qualquer lado da gangorra, por algum momento estaremos em baixo e no outro em cima, e na média estaremos ou um sempre em cima ou outro sempre embaixo. Como a quantidade de pobres é muito maior, estará esta gangorra, sempre embaixo.

Como a parte espiritual é relativamente desconhecida pelo homem ocidental, já que ninguém pode provar como de fato é, então, meus comentários são atribuídos à parte material do todo, no entanto isto também é uma assertiva da alma, pois se trata de uma sucessão de eventos e acobertamentos originados no âmago imaterial dos seres humanos, que enfim acaba como está.

Precisamos acordar e aprender muito e rápido, nos darmos o benefício da dúvida, para então sim decidirmos se algo é bom ou ruim, para não deitarmos em definitivo e dormirmos novamente em berço esplêndido.

O que não pode é discriminarmos uma legião de pessoas (abaixo dos empresários de marketing multinível) que tentou legitimamente sobreviver com um pouco mais através de um plano de marketing onde a justiça trabalha para comprovar sua fraudulência.

Mas tudo está certo da forma como está...

"Compreender que há outros pontos de vista é o início da sabedoria." Joseph John Campbell, (White Plains, 26 de março de 1904 — Honolulu, 30 de outubro de 1987) foi um estudioso norte-americano de mitologia e religião comparativa.

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