AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Então? É você o místico?



Alguns pequenos conceitos, ou pequenos conhecimentos são importantes. Pequenos no tamanho, não na qualidade.

Refletir a respeito, e pensar em algo como “-poxa, realmente será verdade que quando eu olho para o céu o que eu vejo é o passado, um tempo pretérito?”.

Sim é a resposta. Quanto mais longe estiver o objeto de nós, mais tempo levará para chegar sua imagem até nós. Exatamente enxergamos por que o objeto emite luz própria ou reflete outra fonte de luz, como por exemplo, nós, a Lua, somos refletores de luz.

Se nós não refletíssemos a luz que incide em nosso corpo, não nos veríamos uns aos outros. Na escuridão você tem dificuldades para enxergar, exatamente por isto, por que os objetos que estão a sua volta, retransmitem os raios de luz que neles incide, e na escuridão a luz está em quantidade menor.

Esta luz viaja durante certo tempo, até chegar à sua retina, assim como eu disse antes, repito: - quanto mais distante de você (o observador) do objeto (o observado), mais tempo esta luz demorará em ser observada.

Vamos supor que o Hubble, ou qualquer outro telescópio aponte para um Planeta há 40 anos Luz da Terra (poderia ser 80 anos Luz, 100 Anos Luz, não importa), e que consiga enxergar e fotografar a superfície deste Mundo, e de repente até mesmo encontrar e observar uma eventual civilização, com seus veículos, seres, ruas, calçadas, alamedas, praças, naves semelhantes a aviões voando, enfim, todo o “burburinho” duma cidade, de outra espécie, num outro Planeta há 40 anos Luz daqui.

O que o Hubble, que já é um telescópio ultrapassado e quase em desuso, captou ou teria captado nesta hipótese de ver tal Planeta, não é nada mais, nem menos, do que a situação em que se encontrava tal civilização há exatos quarenta anos atrás.

E em poucos anos, meio século, pouco mais, pouco menos, isto de observar atentamente a superfície de corpos estelares, e Planetas, será uma atividade comum. Para os Astrônomos em grandes centros de pesquisa e desenvolvimento, obviamente.

Sigamos.

Vamos um pouquinho mais adiante no pensamento? Vamos supor que a recíproca é verdadeira, que estamos sendo “observados” por esta mesma civilização, com um telescópio, ou seja, lá qual instrumento eles tenham: - dá mesma forma estarão eles “enxergando” ou vendo, a nossa civilização há exatos 40 anos atrás...

Conhecimentos desta natureza durante muitos anos foram “utilizados” como “místicos”, reservados, inacessíveis ao grande público, hermeticamente fechados, serviam aos mesmos propósitos atuais: - não é revelado por aqueles que o detém para usufruírem dum possível “Poder” através da informação e do foro privilegiado de conhecimento de determinada coisa.

Saber, ou ter conhecimento de tais princípios era (e é) alvo de exploração por parte de quem sabia um pouco mais, e até mesmo de “chacota” por parte de alguns intelectuais, que em verdade tinham medo de aprender, ou se deparar com conceitos simples como este.

Bem, mas a história e a explicação desta pequena percepção tem uma finalidade:

Há poucos dias eu recebi um “in box” como se chama aqui no Facebook (no meu tempo era e-mail mesmo, por que todo e-mail vai para um in box, caixa de entrada ou out box  caixa de saída, ou ainda, SEND, os e-mails enviados). Dada esta outra pequena explicação, a pessoa me perguntava se eu era “místico”, e se eu usava algum tipo de roupa, acendia incenso, alguma vela, e se eu fazia algum tipo de infusão para obter algum “aroma” no Poder da Intenção.

Eu não respondi, e você me desculpa se você estiver lendo aqui no Grupo, esta resposta, agora. Fique tranquilo (a). Não, eu não sou místico por que eu não sei o que é ser um “místico”; obviamente que eu estou brincando, eu sou perfeitamente normal o suficiente para pesquisar a respeito. Então, obviamente (de novo) eu não me importo com isto. Cada um faça da forma como entender melhor esta ou qualquer outra atividade em sua vida.

Eu prefiro unir o pensamento reflexivo, no que diz respeito à Ciência, e aplica-lo no desenvolvimento do Ser. Místico é uma palavra na qual há a contemplação do “mistério” e do incompreensível.

O misterioso e o incompreensível, não me interessam por que eu não sei obter resultados de coisas que não consigo “medir”, comparar, e abstrair objetivando um resultado. E isto muito foi feito em nossas Preces Ação/Intenção, captando as “percepções” de cada um, e “montando” os efeitos, e aprimorando a coleta para chegarmos a resultados visíveis e impressionáveis aos nossos cinco sentidos.

O misticismo, como todo respeito, já possui o seu lugar no espaço e no tempo, que é no enigmático e no não compreensível, locais onde apenas os ingênuos ousam ainda sobreviver para defender um conhecimento que pouco ou quase nada ajuda na evolução do ser humano como um todo.

O Poder da Intenção pode ser entendido à Luz da Ciência, mas quando eu aprendi, não era relacionado. Eu procurei incluir a pesquisa científica por que eu descobri que funcionava de fato, e eu queria saber por que! Minha investigação foi para saber onde realmente nós atuamos e por qual motivo operamos. Eu queria saber o que estava envolvido nisto tudo, que parecia uma mágica. Em quê estamos mexendo, eu pensava. Magia me assusta. Eu não tenho nenhum diploma da Escola Hogwarts de Magia e Bruxaria.

Você pode utilizar O Poder da Intenção, este conhecimento, nuzinho “da silva”, peladão mesmo, completamente sem roupa, do jeitinho que veio a este mundo, ou travestido como uma árvore de Natal. 

É você quem sabe. Isto diz respeito a você, e exclusivamente a você e ninguém mais. É como você se sentir bem. E o legal da Prece Ação/Intenção, é isto, você é LIVRE!

Quem tiver coragem, tempo, e sabedoria, compreenderá. Quem não tiver nada disto, continuará a me enviar perguntas ambíguas via “inbox”.

No dia em que você perceber a tal máxima: “TUDO É ENERGIA”, vai entender que somos mais do que a nossa visão mostra, mais do que a nossa audição nos permite ouvir, mais do que o nosso olfato, nosso tato ou paladar nos permite “sentir”.

E isto vai abrir algumas portas para outros grandes exemplos que estão aqui mesmo no Grupo, demonstrando com qualidade que a manipulação das energias da qual tudo o que nós somos é constituída, é algo simples e real e benéfico. Sem bruxaria ou vassouras.

Então você leia O Poder da Intenção enquanto há tempo. É barato, não dói, e você vai gastar apenas alguns dias da sua vida e enquanto eu estiver disposto a deixa-lo na Editora... Vá que um dia eu resolva ser “místico”, e então eu torno a “coisa” misteriosa e incompreensível, para usufruir de um conhecimento que poucos tenham acesso, e queira receber “louros” pelo conhecimento que só alguns possuam com objetivos exclusivos.

Alguma dúvida? Pergunte. Se eu souber respondo.
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