AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

QUANDO É QUE A VIDA VAI BEM? (Livro 2 do Vigésimo Nível )


Geralmente parece que a vida que vai bem é a vida dos outros, quase sempre, a nossa parece não igualar-se ao do vizinho. Que pena... Se o vizinho está feliz, parece que ele pode; se ele está triste, alguns se compadecem, outros, nem tanto...

Devemos olhar para nós, para dentro e colocar algumas coisas nos trilhos. Persistência e apenas alguma disciplina. Ninguém quer ser monge.

Lembro que certo dia, duas amigas conversavam sobre disciplina e uma delas referiu-se a este regime de vida humano, com uma frase muito intensa e saborosa ao mesmo tempo: " -... como tornar doce o seguimento da disciplina..."

Questionava-se ela ainda, como manter ou criar um “modelo” para seguir.  “O que é bom para mim, pode não ser bom para você”; é simples, mas é verdade.

A outra amiga, dizia que para manter uma disciplina, era necessário: - serenidade, paciência, persistência e organização.

Tudo isto são sinônimos de disciplina. Não se tem serenidade, sem disciplina, nem paciência, muito menos persistência, sequer organização. Mas, qualquer uma delas, em bom "estado de conservação" em nós, nos leva, em um momento ou outro, rumo a um regime disciplinar.

E isto é importante para conseguirmos corrigir algumas coisas.

Como exemplo, se nós estivermos serenos, poderemos, por exemplo, meditar. E, mantendo a serenidade pela disciplina, poderemos sustentar a meditação pelo tempo necessário; Se você está impaciente, nada funciona, nem uma boa Intenção, ou o seu foco naquilo que você quer.

A persistência é prima da disciplina, assim como a organização é sua irmã.

A disciplina somente "aparece", "nasce", "surge" ou "ressurge", em caso de necessidade. Quase tudo no homem é assim, por necessidade. É o “estômago” que move o mundo. No entanto, quando se instala, a pessoa se torna maçante se não souber administrá-la, e poderá incorrer em muitos erros pelo seu excesso.

Nada se iguala a andar pelo caminho do meio...

Mas é preciso corrigir e para isto é necessário saber onde queremos chegar para acabar com o  que nos aflige. Então, precisamos de conhecimento, um conjunto de informações adquiridos pela prática pode dar origem a uma boa noção do que podemos ou devemos fazer. Estas vêm das nossas experiências pessoais.

É o tal do empirismo. Mas só ele não é suficiente, por que o empirismo nos deixa à beira da ilusão.

O Ser humano precisa do DOMÍNIO para colocar as coisas nos eixos, também e alguns princípios racionais, independentemente da experiência que leva ao empirismo. Assim, podemos chegar ao reconhecer uma possível verdade do que é necessário para mudar o rumo da prosa da nossa vida.

Aliás, o domínio, é uma mescla perfeita entre empirismo e racionalismo; temos que considerar o que é real inteiramente é o que se pode conhecer pela nossa capacidade de avaliar, julgar, ponderar o que nos cerca e a partir daí, formular ideias, seja pelo raciocínio e juízo, ou ainda, resumindo pela inteligência acumulada.

O domínio, em nossa escalada, não descarta a intuição, a vontade (ou desejos), e a sensibilidade humana.

Assim, a disciplina deve ser essencial junto com o domínio para a prescrição de práticas pessoais que nos ajudem a vigiar a mente, com algumas regras, e normas necessárias que nos levem a consecução dos nossos objetivos, sejam pessoais ou em comum com outras pessoas.

Não é fácil... Eu que o diga.

Um abraço! Precisamos ser felizes!

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