AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Quando a gente não quer, não há quem nos faça querer.


Não é fácil crescer, quando não se quer.

Eu fico impressionado, para não dizer, apoquentado, em saber que muitos têm disponibilidade para dar e receber algo e não fazem nenhum caso, nenhuma questão.

Por outro lado vemos algumas correndo e se interessando e tentando juntar as “partes” para criar um “todo” para aqueles totalmente sem interesse, mas por medo e parvoíce, como se estes outros fossem apenas uma peça de um quebra-cabeça, acaba não conseguindo.

E de fato se tornam brinquedos, apenas e simples peças de um jogo, por que é assim que se portam. 

Você está onde você se coloca. Você é como se põe. E assim ficará até acordar. Ou ficará para sempre.

Estas outras que correm sozinhas, tentando “despertar” para uma nova realidade estes outros que “dormem” nos colchões da falta de vontade, também devem acordar, ainda mais e esforçar-se por atingir singularmente e até mesmo egoisticamente, apenas seus objetivos, já que aquele “todo” restante faz pouco caso.

Pelo menos tentar aprender, admitir que possam estar errados, é um caminho que leva a uma porta que poderá ou não se abrir.

Estes que correm em prol desta maioria, para àqueles mesmos que estão aplastados e acomodados na falta de saber, e na insensatez ainda maior ao se dispersarem exatamente por ignorar a verdade, não podem, nem aproveitar o que a vida lhes reservaria de melhor, já que a visão restringida pelo medo e pela falta de conhecimento se alastra ainda mais pela imensa tolice gerada pela preguiça que leva a deficiência em dar importância ao que realmente tem valor.

Não existe outra palavra que não seja, burrice.

Sentem-se confortáveis em não ler absolutamente nada que lhes possa transmitir sabedoria, para construírem uma “taboa” de valores que lhes dê condições de dirimir sobre alguma questão.

Não conseguem atingir nunca uma convicção, por que fazem um papel que não cabe justamente por medo de acordar e ter que “trabalhar” uma “nova” realidade.

Um papel de quem se mostra impossibilitado por que quer, por opção pessoal.

O que é uma pena, por que a vitória é maior quando todos estão juntos na mesma luta na mesma frequência.

Puxando a mesma corda e para o mesmo lado.

Mas para isto, é preciso acreditar. Em si mesmo.

Deliberar a vida com base no medo é uma covardia. Elimina-se pouco a pouco a alegria de aspirar novos horizontes, por menores que sejam. A cada dia uma conquista a menos, até que anos depois, se descobrem acabados e sem tempo para aproveitar algo novo.

Perdem forças a cada dia, sem perceberem. Parece não existir mais nada por descobrir. Nem em si, nem nos outros.

Decisão insensata não vale desculpas posteriores, principalmente por quem não têm a mínima ideia do que estão, ou poderiam estar auferindo em soluções pelo direito natural que cabe aqueles que possuem deveres para conosco.

Isto é admitir antecipadamente, como adultos, a inocência e caracterizar-se como crianças ainda que adultos.

Não possuem e nem querem ter a menor das ideias e continuarão a não se interessar em saber o valor das coisas que poderiam ser uteis em suas vidas.

Acredita-se, no fundo, no fundo, que são eternos, e que tudo se resolverá assim, num estalar de dedos, ou que o conhecimento ou aqueles que lhes deve algo irá bater a sua porta, ou entrar como um tufo de vento nas suas mentes.

Restritamente mantém suas vidas no comum, dia após dia, sem mexer um milímetro por covardia em estabelecer estratégias para atingir algo maior que lhes exigirá conhecimento.

O conhecimento valoriza a vida de uma forma inimaginável e que apesar de muitos terem informação disto, ainda assim se tornam poucos para acordar o muito que vive em sono profundo. O conhecimento pode transformar pequenos sonhos secretos em realidade e isto deveria ser o suficiente para alegrar e despertar a curiosidade.

Trabalhar a mente para informar-se, não gasta. Manter-se ignorante no mundo de hoje, é exclusivamente uma opção pessoal, isto sim, consome energia. Se estiver errado, volte e corrija. Um dia você chega e descobre que não era nada difícil. Então uma nova jornada se segue. 

E assim vai a vida.
Uma pena por que o medo e a ignorância condenam a vontade de "ser".

Todos os dias eu acordo um pouco. 

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