AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Um pouco da gênese do conhecimento.


A primeira pergunta que precisamos fazer a nós mesmos, em relação a alguma coisa que pretendemos, é: “- Aonde isto vai me levar?”, “-Como será o amanhã em relação aos eventos que eu estou criando em minha vida, hoje ?”.
Assim é com o conhecimento. “-Aonde esta leitura, esta imagem, este filme, este evento, vai me levar?”; “-Como será o amanhã em relação esta leitura, esta imagem, este filme, este evento que eu estou criando em minha vida, hoje?”
Conhecimento é mais do que ler, assistir, ou ver. Ler algo significa que você obteve noção sobre alguma coisa.  O conhecimento de algo vem:
1-     De haver tido experiência em relação àquele algo ou aquela fato;
2-     Da checagem desta experiência, com outras similares;
3-   Do compartilhamento de ambas as experiências checadas e conferidas serem semelhantes, advém a gênese e a gestação da noção do conhecimento;
4-    Assim sucessivamente geram-se outras experiências que vão atribuir um status diferenciado em nossas vidas, para melhor ou pior, dependendo das nossas decisões a cada em cada um destes eventos.
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Isto parece difícil? Mas não é. Um exemplo: - Pensemos em algo que gostamos. Qualquer coisa. Como ficamos sabendo? Então... É isto. Alguém nos disse, ou experimentamos e transferimos a informação. Esta outra pessoa também gostou e então deu-se a gênese do conhecimento em relação a este algo que muito gostamos: “-Isto é muito bom” ou “-Isto é muito ruim”, enfim, experiências que modificam a vida e que passam a ser elementos diários capazes de nos transformar em indivíduos que possuem “a capacidade de reconhecer aquilo que pode se conhecer ou saber”.

Por que é plausível e fez sentido real modificador em nossa trajetória.

domingo, 25 de agosto de 2013

Pode ser um voo no Paraíso.


Overspeed é um termo em inglês que é muito conhecido principalmente dos pilotos de aeronaves. Overspeed significa que o avião está em uma condição de vôo acima da sua velocidade normal, e isto indica que uma iminente falha estrutural começa a entrar em curso. Uma falha estrutural nada mais é grosseiramente falando, do que uma drástica perda da capacidade de manutenção da força eletrônica que mantém os átomos da matéria unidos entre si, formando o objeto. Tudo o que existe, materialmente falando daqui, até o infinito do Universo, em sendo material, é constituído por átomos, alguns, provavelmente de elementos que nem conhecemos ou sabemos da sua existência, mas que estão formando a estrutura de um corpo, seja ele orgânico, como os seres vivos, ou inorgânicos, como aqueles reconhecidos como “não vivos”, principalmente os materiais constituídos sem a presença de Carbono em sua estrutura. Mas isto é uma conversa para outra hora. O importante é sabermos que tanto os materiais orgânicos como nós e os inorgânicos como aqueles representados, por exemplo, uma barra de aço, uma pedra, uma peça de plástico, entram também em perda de força quando em overspeed.
Logo que o tal “overspeed” ocorre numa aeronave, esta “falha estrutural” a nível molecular pode ainda ligeiramente explicando, ser exemplificada pela velocíssima perda de elétrons que orbitam o núcleo do átomo. Para a perda de elétrons se dá o nome de “oxidação”, e para quem quiser saber mais um pouco, o “ganho” de elétrons na órbita do átomo, se chama redução. São termos técnicos para nomear um fenômeno físico-químico. E como eu disse e a Ciência explica, isto ocorre em toda a matéria daqui, ao infinito.
Um avião não entra em OVERSPEED por que o piloto assim deseja. Uma aeronave em cruzeiro tem uma quantidade enorme de instrumentos que ajustados definirão os parâmetros que manterão um voo pleno; a "regulagem" deles é de responsabilidade da tripulação na cabine do avião, o "cérebro" de toda a viagem. Dentro destes parâmetros normais está a manutenção da velocidade correta entre tantas outras. E existem outros medidores que levam informações importantes do voo, para a mesma tripulação, inclusive para os centros de controle de voos.
Em alguns casos até, dependendo de “dimensionamento” da aeronave, ou seja, dos motores, estrutura e material, enfim do PROJETO que deu origem a uma determinado avião, nem que o piloto quisesse, acelerando as turbinas, o avião chegaria, mesmo estando nivelado, atingir overspeed, ultrapassando a velocidade indicada estruturalmente para aquele avião. Uma pequena aeronave como um CESSNA, por exemplo, mesmo que se dê a aceleração máxima, dificilmente ele entrará em overspeed.
Mas QUALQUER avião, até mesmo um Cessna, um monomotor, ou até um bimotor que dificilmente entra em overspeed apenas levando os manches de aceleração para frente, e dando força total, pode adentrar um estado de overspeed e falha estrutural.
Mas o que isto tem a ver conosco? Eu não vou viajar de avião, não tão cedo, e se alguns de você forem isto não faria a menor diferença.
Bem, um avião entra em overspeed, quando o piloto por qualquer motivo, perde o controle da aeronave, e ela começa a cair em queda livre, sendo atraída pela força da gravidade, incluindo os mais simples, como um Cessna. Até os “humildes” entram em overspeed.
Mesmo reduzindo ao mínimo a potência das turbinas, a rapidez que ele pode atingir na queda é muito maior do que os próprios motores poderiam dar ao avião, quando nivelado e em cruzeiro. Então, começa o que se chama “cansaço molecular”, que podemos reduzir para uma palavra: - estresse. O estresse estrutural é iminente numa situação destas. As forças eletrônicas que mantém os átomos da estrutura que formam a matéria inorgânica (alumínio) do avião começam a se desfazer a uma velocidade comparada a da luz e geralmente ocorre na parte mais importante do avião, que são as asas. As asas, que dão sustentação ao avião, são as primeiras “peças” a se desmantelarem, se “desgrudarem”, a “rasgarem”, num processo de estresse por overspeed. É o atrito o agente catalizador deste "desmonte" estrutural.
Ainda não entendi Jaime. O que isto tem a ver com o tema da página?
Nada, se você não estiver dentro de um avião nestas condições extremas, e tudo, para entender o que eu pretendo com este exemplo.
Toda a matéria tem seu “tempo” de overspeed. Mais dia menos dia o “cansaço molecular” ocorre. O que é o envelhecimento? O envelhecimento no ser humano tem basicamente origem em dois fenômenos biológicos: - um deles é este, o cansaço molecular que vem de falhas estruturais, e com o passar dos anos, oxidamos; sim, isto mesmo, nós também “enferrujamos”, e perdemos elétrons. Na média, diz-se que a cada sete anos, temos um corpo novo. Algumas estruturas “Hemácias, por exemplo, vivem cerca de quatro meses, enquanto os leucócitos podem viver um ano. Células do cólon vivem apenas quatro dias e neurônios duram uma vida inteira”[1], ou seja, chegando a mais ou menos sete anos, 4 meses, 4 dias, descartando os neurônios, temos um “corpo novo”...
 O outro é que, ainda que nossas células se regenerem, cada nova célula criada precisa de um modelo para se reconstruir, e ela o faz a partir de células mais velhas, e num processo continuo de regeneração celular, a cada nova célula criada, ela é a imagem e a semelhança de uma mais velha ainda que a antecessora, e assim sucessivamente até virarmos uns cacarecos. Entramos em overspeed e “queda livre” ao longo dos anos.
Mas... Também podemos acelerar este processo, quando “perdemos contato com a torre”, e o nosso piloto, digo, nosso cérebro e nossa mente perdem o domínio da situação, e nosso “aerocorpo”, nossa aeronave, nosso corpo, nossa vida e nossa mente começam a entrar em perda de “força eletrônica”. Logo a seguir, o estresse e então começam as falhas estruturais em nossa “carcaça”, com enfermidades e moléstias das mais variadas.
O estresse é subjetivo; pessoal. O que é o caos para uma borboleta, é normal para uma aranha. Assim como um piloto de avião pode retroceder a aeronave a uma condição legal de voo, e retornar ao nível de cruzeiro, outros aviões ou outros pilotos não conseguem, por que a falha estrutural é tão grande, que não há condições de recuperação. Ou o piloto não tem toda a formação técnica necessária.
Por incrível que pareça, somos iguais. O estresse pode até ser considerado bom, para manter a mente alerta e focada em uma atividade, no trabalho, e mantido sob medida. Atingiu a velocidade máxima, regula e volta para o nível. Isto é importante. Mas quando ele é descontinuo, e espalhado em várias situações, passa a fazer um terrível mal. Você está entrando em overspeed.
Pode ser longo o processo de cansaço molecular: - pela perda de força eletrônica molecular, oxidação, falha estrutural, estresse e a “quebra” das estruturas do corpo, que redundam nas enfermidades das mais variadas e que podem levar nosso avião, ao solo.
Controle sua overspeed. Nem muito lento, mas também não acima dos limites. Não use mais velocidade do que o necessário, nem carga acima da sua capacidade. A oxidação molecular é o fator de envelhecimento do nosso corpo. Não há como escapar disto, mas há como NÃO antecipar.
Manter o equilíbrio emocional, a sensatez nas relações conjugais, nutrindo uniões estáveis e profícuas, conjugais, de amizade e de trabalho, afastar sentimentos de culpa, evitar problemas (mal dimensionamento do “aerocorpo”), trabalhar adequadamente para resolução no mínimo razoavelmente efetiva caso eles venham,  aceitação social ambígua (aceitar e se permitir ser aceito), dar importância na medida correta e necessária aos eventos do nosso dia-a-dia, entre outras que você mesmo pode definir ou citar, são os “instrumentos” que controlam um voo a velocidade de cruzeiro, sem cansaço molecular, e que não redundem em falhas estruturais e consequente estricção mental e corpórea "fora de época", antes da natural caduquice inexorável.
Para quem quiser mais um pouco, no Capítulo IV - Por que as coisas deram erradas? Do meu livro O VIGÉSIMO NÍVEL, na página 73 tem um texto que pode ajudar a complementar o que você leu aqui: 4.2 NÃO PERCA O CONTATO COM A TORRE, e no meu livro O PODER DA INTENÇÃO, você tem toda a informação (básica) para entender a forma de captar energia vital, além daquela que vêm dos alimentos, e do meio ambiente para melhorar, inclusive, estados estressantes.
Estamos falando de forças, para quem acompanha, ou já entende, sabe, assim como a Ciência preconiza, que tudo é energia.
Do avião, ao piloto. Daqui, ao “fim” do Universo infinito.
Se decolar é uma emoção, manter em voo e pousar é uma obrigação.
A diferença para o avião de verdade, é que em nossas vidas, o pouso é liquido e certo, independente de ter sido um voo no paraíso ou no inferno.
A escolha é nossa.





[1] Fonte http://hypescience.com/

sábado, 13 de julho de 2013

O PAPAGAIO MULTINÍVEL

Hoje eu li algo que gostaria de compartilhar com vocês meu entendimento.

É em relação ao Marketing Multinível que tomou conta do nosso País. Antes, preciso informar que NÃO faço parte de nenhuma rede multinível financeira e não conheço nenhum administrador ou proprietário destas empresas.

Ao final, pode ser que eu consiga conectar com a parte, vamos dizer assim socioeconômica e política, estes eventos.

Nunca se viu ou se leu em algum site de grande porte, representativo da mídia brasileira, antes do desfecho dos atuais eventos que ocorre contra as empresas ou instituições de marketing multinível como as que estão em pauta na mídia neste período em específico (Junho/Julho 2013).

Nunca se leu que uma dezena de pessoas pelo menos, tivesse ido à Justiça ou mesmo ao PROCON para reclamar que tivessem entrado num esquema fraudulento e perdido muito dinheiro.

Exatamente o contrário está ocorrendo agora. Com a intervenção do Estado, então sim as pessoas estão exclamando que perderam dinheiro e deixaram de pagar suas contas, e sobreviver do "recall" financeiro do seu marketing multinível.

Diz o texto que eu li logo a seguir exatamente isto. E, motivado por ele é que falo a respeito deste assunto. Manterei os eventuais erros de linguagem provenientes do escrito deste cidadão no site, que por questões óbvias não aponto aqui qual é, mas o tenho guardado em arquivo:

O pessoal só perdeu dinheiro por causa do MPAC , não existia ninguém perdendo dinheiro , agora sim o pessoal está perdendo dinheiro.Não consigo ver erro em querer ganhar um salário que o nosso país é incapaz de nos dar.Voçê deve ser um milhonário né parceiro , pra apoiar , não vi ninguém pedindo ajuda.O que voçê me diz de logo em seguida a oi lançar seu voip ????????Por isso não vamos nunca pra frente meu camarada !!!

Vejam o que ele diz, repetindo sua frase: “Não consigo ver erro em querer ganhar um salário que o nosso país é incapaz de nos dar”.

Eu li a respeito de algumas delas e percebi nos relatos dos seus usuários que todos quantos participam, são ou foram unânimes em dizer que se beneficiam do processo, pois ele paga e bem; depende exclusivamente de cada um: - quem trabalhar mais, ganha mais.

Anterior as intervenções, segundo o cidadão acima, não se encontrava com facilidade reclamações de fraude para estas empresas partindo do usuário que atua como colaborador.

Encontra-se alguma queixa no que diz respeito ao uso do sistema onde as empresas de Marketing Multinível falham, não “ensinando” como usá-lo, ou que não possuem suporte. Sabemos que as pessoas pouco leem, principalmente nos dias de hoje, e mal sabem usar com relativa eficiência um editor de texto, uma planilha, um editor de apresentações, um site operacional. Certamente ficaria difícil sem um esforço que compensasse o mínimo aceitável para passar a curva de aprendizado para este sistema de recompensa financeira, aprender o básico do seu uso.

No que diz respeito a mim, eu não sei operar, mas com certeza, se fosse o caso, aprenderia.

Estes cidadãos que entraram certamente não são tolos. Sabem que é um negócio de risco maior.

Todo o mercado tem um risco relativo e ele é baseado na quantidade de pessoas envolvidas e na crença que estas pessoas têm nele.

Assim é com o dinheiro de uma nação.

Por exemplo: - O dólar nunca perdeu seu valor, por que ele sempre foi a mesma moeda desde a primeira folha cunhada, e banca definitivamente uma das mais ricas nações do Planeta, por que os americanos acreditam firmemente que aquele papel representa a força do seu estado financeiro, e, como dinheiro é, e sempre será, o bem-estar de todo e qualquer cidadão (a independência financeira é a que traz todas as outras), a crença continuará firme e forte por muitos anos naquele País por que é um sentimento nato, pátrio.

Um Rei só é Rei por que o povo assim o considera, o ama e o aclama.

Os últimos meses em nosso País, e os últimos anos em nosso Continente, a América Latina, nos levam a pensar que parecem existir forças com ideologia política e socioeconômica cuja pretensão seria o de promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária. Sem classes sociais. Cuja base é a propriedade comum e o controle dos meios de produção e da propriedade em geral.

A expressão manifesta dos últimos meses em nosso País parece demonstrar os princípios de instauração deste estado onde ocorreria a perda das propriedades individuais e intelectuais, que passariam todos para o Estado e deste para a Nação, sendo assim, a todos pertencendo os bens individuais e neste novo patamar, não caberia a riqueza individual, mas exclusivamente a do Estado.

A quantidade de pessoas empobrecidas transmite a noção de que o cidadão NÃO PODE TER DINHEIRO. QUE ELE PRECISA SER ASSALARIADO e possivelmente com uma remuneração muito baixa, enquanto outros se mantêm presos a maquina administrativa, instalados em autarquias governamentais, com altos salários, sem o devido concurso ou esforço para lá estarem.

Parece que a vida útil do cidadão deve ser curta o suficiente, mas "operariamente" produtiva no mesmo período, ao máximo; Parece que o cidadão não poder empreender e ganhar muito dinheiro, apenas os amigos do rei.

A meu ver trata-se, portanto, do aparentemente obvio, que no momento atual NÃO HÁ INTERESSE que o marketing multinível autossustentável, ou similar, se instale em nosso País, ou na América Latina a promover uma recompensa extra mensal.

Veja o caso do subsolo: - Se você encontrar, por exemplo, Petróleo nos EUA você é dono dele. Se você encontrar Petróleo no Brasil, o governo é dono, e você recebe uma parcela se for proprietário das terras. Isto é Constitucional e não cabe, respeitando os princípios legislativos, modificar.

O cidadão tem que ficar velho, e seguir consumindo, ainda mais. Vejamos os medicamentos: - Ansiolíticos, Antidepressivos, Antiúlcerosos, Antimicóticos, Antieméticos, Analgésicos, Antipiréticos, Antiparasitários, Anti-helmínticos, Auxiliares no tratamento da obesidade, Antibióticos, Anti-inflamatórios, Terapia Hormonal, Anti-infecciosos, Antiespasmódicos, Antifiséticos, Adsorventes, Hipolipemiantes, Amnésicos, Antialérgicos, Anti-histamínicos sistêmicos, Indutores do Sono, Bactericidas, Bacteriostáticos, Relaxantes musculares, analgésico, etc. e todos aqueles para o sistema cardiovascular devem ser consumidos após uma árdua vida.

Estes medicamentos são os terapêuticos, ou seja, promove uma terapia longa, cara e consome boa parte salário do aposentado, e o mantém preso a eles; se ele parar de tomar, morre, por que estes medicamentos já suprimiram antecipadamente os mecanismos naturais de regeneração do organismo.

Já os profiláticos, os que podem realmente curar, geram uma profilaxia como o próprio nome diz, uma limpeza do organismo. São os chamados medicamentos funcionais, como por exemplo, a molécula de resveratrol e o hormônio melatonina, ambos proibidos ou difícil de serem encontrados (assim como tantos outros), por que curam, repito. Você não tem acesso fácil a eles.

O cidadão PRECISA FICAR DOENTE e consumir por muitos anos medicamentos terapêuticos, até seu fim.

A CHINA NÃO POSSUI farmácias e drogarias convencionais como as que existem no mundo OCIDENTAL. Todas as doenças são tratadas via fitoterápica e outros meios que não vêm ao tema em questão, por se tratar de algo ainda enigmático para muitos de nós, e no entanto seus cidadãos vivem, e muito bem.

Eu não vejo, ou pelo menos não aparece na mídia (TV, Internet, Jornais), uma ingerência tão intensa, forte e aguerrida do Estado, por exemplo, nos hospitais, que matam pessoas por não possuir leitos e condições adequadas para o seu tratamento.

Obviamente que esta questão da economia popular faz parte do rol de questões públicas que a justiça deve controlar sem dúvida. Mas ao ponto de fazer com que milhares de pessoas batam a sua porta reclamando que agora sim, estão perdendo dinheiro? Há uma defesa antecipada por algo que não estava acontecendo?

Por outro lado, temos o sistema financeiro que não pretende deixar o cidadão fora dele. Num caixa eletrônico você e qualquer um têm a opção de fazer empréstimos relâmpagos de qualquer valor dentro do salário do correntista com juros altos e a partir dali, descontados direto do salário, com total facilidade.

Será que o sistema financeiro vai abrir mão de deixar de obter lucro ao explorar as pessoas que não se controlam e se deixam cair nas mãos do abuso capitalista? Mas infelizmente, assim como as drogas, são as próprias pessoas que alimentam sua própria opressão.

A grande mídia certamente não almeja, igualmente, deixar o cidadão de fora dela, ou seja, ele JAMAIS poderá ter informações de outros canais, a não ser que pague muito.

Parece que ele NÃO PODE ser bem informado. Pelo menos, NÃO DEVERIA por que isto complicaria os interesses corporativos.

Não há uma legislação que ampare a necessidade do cidadão em ampliar seus horizontes e aumentar a quantidade de itens da sua tabela de valores. Sendo intelectualmente limitado ele poderá ser um escravo para todo o sempre, comendo das mãos do seu governo e das suas bolsas.

Hoje, sim, após a intervenção do governo e possivelmente dos interesses das GRANDES CONGREGAÇÕES de multinível financeiro já secularmente sedimentadas em outros países, é que ficamos à mercê das “preocupações” destes grupos que em verdade estão aliadas ao seu próprio zelo e aos interesses de um estado corporativo onde paulatinamente introduz a tal “sociedade comunitária”, modelo falido na Rússia, cuja queda, completou o 20º aniversário do seu fim em 2011, capitaneado em 1985 por Mikhail Gorbatchev com a perestroika (reconstrução econômica) e glasnost (abertura política), e Bóris Ieltsin início da década de 1990, e com apoio do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), deu continuidade.

Vinte e dois anos já se passaram desde o último dia em que caiu por que não deu certo.

Os EUA é um belo exemplo também como País com empresas que operam o marketing multinível (aquelas de bater de porta em porta, por exemplo).

O Estado Corporativo cujo sistema político tem o poder legislativo atribuído às corporações representativas dos interesses econômicos, industriais ou profissionais e que são nomeadas por intermédio de associações de classe, os cidadãos se devidamente enquadrados estiverem, participam na vida política e de resto, como um todo. Senão estiverem com a bandeira, não estarão harmonizados e poderão ficar alheios e fora do sistema.

Já o capitalismo tem sua base de sustentação no sofrimento cruel de milhões, e da qual eu e você fazemos parte e por isto NÃO PODE PERTENCER O OUTRO CHEFE QUE LHE PAGARIA MAIS: - Você mesmo.

Ainda os sistemas que compactuam com uma “sociedade igualitária, sem classes sociais e apátrida, baseada na propriedade comum e no controle dos meios de produção e da propriedade em geral” tornar-se-iam falsos, pois da mesma forma que no capitalismo, acabarão os princípios deste eventual regime, sendo sustentados apenas pelos mesmos infelizes que escoram a atual pirâmide financeira do capitalismo desumano. Haveria apenas a troca de lado no regime, e consequentemente, de comando, mas ainda assim, pior seria, pois se perderiam os direitos individuais de riqueza material e de conquista-los.

O que não nos ensinam, não existe. Esta é a nossa educação. Assim o sistema não instruiu você ao “benefício da dúvida”: - um instituto pessoal de aprimoramento pela experiência subjetiva, introspectiva.

Há necessidade urgente de o cidadão habituar-se a dar-se este “direito” cívico de experimentar algo e adquirir suficiente conhecimento para então sim saber se aquilo é real e verdadeiro. Sem que você mesmo lhe dê o DIREITO ao benefício da dúvida, que passa pela crença depois pelo ceticismo e logo a seguir pela experimentação REAL, você JAMAIS conseguirá formar uma opinião verdadeira e passará a repetir, "currapaco, paco, paco", reproduzindo aqueles que falam mal ou bem de algo ou de alguma coisa.

Se não nos dermos este benefício nós sempre iremos comer do alpiste que o sistema fornece, mesmo quando acreditarmos que fomos nós quem o colheu...

E repetir o que é dito com um animal adestrado, sem nunca ser razoavelmente versado num conhecimento específico é expressar a opinião alheia e não a sua. Você se torna portador da "síndrome do papagaio".

Por outro lado, cada um acredita naquilo que lhe convém, dentro das suas capacidades de entendimento e por isto deve ser respeitado. O que você não pode é querer que a sua crença seja a crença de todos.

Quanto maior o conhecimento, melhor a competência para capacitar o juízo sobre alguma coisa. Palavra chave, estudar. Estudar o que lhe interessa saber, e o que precisa saber. Senão, não aponte seu dedo se ele não sabe se o quê sua mente está dizendo é real e verdadeiro.

Existem muitas correntes, mas cada um deve falar e fazer o que acredita ser melhor para si.

Assim, tenho visto que a “burrice funcional” tem sido tema de prosa e verso.

E mais: - Quando você ouve, por exemplo, um Ex-ministro, como o do Canadá, Paul Hellyer confirmar na audiência dos cidadãos para a liberdade de informação que aconteceu em Washington em 2013 dizer que “... o ocidente está tomado por um tolo sistema financeiro e bancário...", então nos parece claro que qualquer lado da gangorra, por algum momento estaremos em baixo e no outro em cima, e na média estaremos ou um sempre em cima ou outro sempre embaixo. Como a quantidade de pobres é muito maior, estará esta gangorra, sempre embaixo.

Como a parte espiritual é relativamente desconhecida pelo homem ocidental, já que ninguém pode provar como de fato é, então, meus comentários são atribuídos à parte material do todo, no entanto isto também é uma assertiva da alma, pois se trata de uma sucessão de eventos e acobertamentos originados no âmago imaterial dos seres humanos, que enfim acaba como está.

Precisamos acordar e aprender muito e rápido, nos darmos o benefício da dúvida, para então sim decidirmos se algo é bom ou ruim, para não deitarmos em definitivo e dormirmos novamente em berço esplêndido.

O que não pode é discriminarmos uma legião de pessoas (abaixo dos empresários de marketing multinível) que tentou legitimamente sobreviver com um pouco mais através de um plano de marketing onde a justiça trabalha para comprovar sua fraudulência.

Mas tudo está certo da forma como está...

"Compreender que há outros pontos de vista é o início da sabedoria." Joseph John Campbell, (White Plains, 26 de março de 1904 — Honolulu, 30 de outubro de 1987) foi um estudioso norte-americano de mitologia e religião comparativa.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Então? É você o místico?



Alguns pequenos conceitos, ou pequenos conhecimentos são importantes. Pequenos no tamanho, não na qualidade.

Refletir a respeito, e pensar em algo como “-poxa, realmente será verdade que quando eu olho para o céu o que eu vejo é o passado, um tempo pretérito?”.

Sim é a resposta. Quanto mais longe estiver o objeto de nós, mais tempo levará para chegar sua imagem até nós. Exatamente enxergamos por que o objeto emite luz própria ou reflete outra fonte de luz, como por exemplo, nós, a Lua, somos refletores de luz.

Se nós não refletíssemos a luz que incide em nosso corpo, não nos veríamos uns aos outros. Na escuridão você tem dificuldades para enxergar, exatamente por isto, por que os objetos que estão a sua volta, retransmitem os raios de luz que neles incide, e na escuridão a luz está em quantidade menor.

Esta luz viaja durante certo tempo, até chegar à sua retina, assim como eu disse antes, repito: - quanto mais distante de você (o observador) do objeto (o observado), mais tempo esta luz demorará em ser observada.

Vamos supor que o Hubble, ou qualquer outro telescópio aponte para um Planeta há 40 anos Luz da Terra (poderia ser 80 anos Luz, 100 Anos Luz, não importa), e que consiga enxergar e fotografar a superfície deste Mundo, e de repente até mesmo encontrar e observar uma eventual civilização, com seus veículos, seres, ruas, calçadas, alamedas, praças, naves semelhantes a aviões voando, enfim, todo o “burburinho” duma cidade, de outra espécie, num outro Planeta há 40 anos Luz daqui.

O que o Hubble, que já é um telescópio ultrapassado e quase em desuso, captou ou teria captado nesta hipótese de ver tal Planeta, não é nada mais, nem menos, do que a situação em que se encontrava tal civilização há exatos quarenta anos atrás.

E em poucos anos, meio século, pouco mais, pouco menos, isto de observar atentamente a superfície de corpos estelares, e Planetas, será uma atividade comum. Para os Astrônomos em grandes centros de pesquisa e desenvolvimento, obviamente.

Sigamos.

Vamos um pouquinho mais adiante no pensamento? Vamos supor que a recíproca é verdadeira, que estamos sendo “observados” por esta mesma civilização, com um telescópio, ou seja, lá qual instrumento eles tenham: - dá mesma forma estarão eles “enxergando” ou vendo, a nossa civilização há exatos 40 anos atrás...

Conhecimentos desta natureza durante muitos anos foram “utilizados” como “místicos”, reservados, inacessíveis ao grande público, hermeticamente fechados, serviam aos mesmos propósitos atuais: - não é revelado por aqueles que o detém para usufruírem dum possível “Poder” através da informação e do foro privilegiado de conhecimento de determinada coisa.

Saber, ou ter conhecimento de tais princípios era (e é) alvo de exploração por parte de quem sabia um pouco mais, e até mesmo de “chacota” por parte de alguns intelectuais, que em verdade tinham medo de aprender, ou se deparar com conceitos simples como este.

Bem, mas a história e a explicação desta pequena percepção tem uma finalidade:

Há poucos dias eu recebi um “in box” como se chama aqui no Facebook (no meu tempo era e-mail mesmo, por que todo e-mail vai para um in box, caixa de entrada ou out box  caixa de saída, ou ainda, SEND, os e-mails enviados). Dada esta outra pequena explicação, a pessoa me perguntava se eu era “místico”, e se eu usava algum tipo de roupa, acendia incenso, alguma vela, e se eu fazia algum tipo de infusão para obter algum “aroma” no Poder da Intenção.

Eu não respondi, e você me desculpa se você estiver lendo aqui no Grupo, esta resposta, agora. Fique tranquilo (a). Não, eu não sou místico por que eu não sei o que é ser um “místico”; obviamente que eu estou brincando, eu sou perfeitamente normal o suficiente para pesquisar a respeito. Então, obviamente (de novo) eu não me importo com isto. Cada um faça da forma como entender melhor esta ou qualquer outra atividade em sua vida.

Eu prefiro unir o pensamento reflexivo, no que diz respeito à Ciência, e aplica-lo no desenvolvimento do Ser. Místico é uma palavra na qual há a contemplação do “mistério” e do incompreensível.

O misterioso e o incompreensível, não me interessam por que eu não sei obter resultados de coisas que não consigo “medir”, comparar, e abstrair objetivando um resultado. E isto muito foi feito em nossas Preces Ação/Intenção, captando as “percepções” de cada um, e “montando” os efeitos, e aprimorando a coleta para chegarmos a resultados visíveis e impressionáveis aos nossos cinco sentidos.

O misticismo, como todo respeito, já possui o seu lugar no espaço e no tempo, que é no enigmático e no não compreensível, locais onde apenas os ingênuos ousam ainda sobreviver para defender um conhecimento que pouco ou quase nada ajuda na evolução do ser humano como um todo.

O Poder da Intenção pode ser entendido à Luz da Ciência, mas quando eu aprendi, não era relacionado. Eu procurei incluir a pesquisa científica por que eu descobri que funcionava de fato, e eu queria saber por que! Minha investigação foi para saber onde realmente nós atuamos e por qual motivo operamos. Eu queria saber o que estava envolvido nisto tudo, que parecia uma mágica. Em quê estamos mexendo, eu pensava. Magia me assusta. Eu não tenho nenhum diploma da Escola Hogwarts de Magia e Bruxaria.

Você pode utilizar O Poder da Intenção, este conhecimento, nuzinho “da silva”, peladão mesmo, completamente sem roupa, do jeitinho que veio a este mundo, ou travestido como uma árvore de Natal. 

É você quem sabe. Isto diz respeito a você, e exclusivamente a você e ninguém mais. É como você se sentir bem. E o legal da Prece Ação/Intenção, é isto, você é LIVRE!

Quem tiver coragem, tempo, e sabedoria, compreenderá. Quem não tiver nada disto, continuará a me enviar perguntas ambíguas via “inbox”.

No dia em que você perceber a tal máxima: “TUDO É ENERGIA”, vai entender que somos mais do que a nossa visão mostra, mais do que a nossa audição nos permite ouvir, mais do que o nosso olfato, nosso tato ou paladar nos permite “sentir”.

E isto vai abrir algumas portas para outros grandes exemplos que estão aqui mesmo no Grupo, demonstrando com qualidade que a manipulação das energias da qual tudo o que nós somos é constituída, é algo simples e real e benéfico. Sem bruxaria ou vassouras.

Então você leia O Poder da Intenção enquanto há tempo. É barato, não dói, e você vai gastar apenas alguns dias da sua vida e enquanto eu estiver disposto a deixa-lo na Editora... Vá que um dia eu resolva ser “místico”, e então eu torno a “coisa” misteriosa e incompreensível, para usufruir de um conhecimento que poucos tenham acesso, e queira receber “louros” pelo conhecimento que só alguns possuam com objetivos exclusivos.

Alguma dúvida? Pergunte. Se eu souber respondo.
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sexta-feira, 12 de abril de 2013

QUANDO É QUE A VIDA VAI BEM? (Livro 2 do Vigésimo Nível )


Geralmente parece que a vida que vai bem é a vida dos outros, quase sempre, a nossa parece não igualar-se ao do vizinho. Que pena... Se o vizinho está feliz, parece que ele pode; se ele está triste, alguns se compadecem, outros, nem tanto...

Devemos olhar para nós, para dentro e colocar algumas coisas nos trilhos. Persistência e apenas alguma disciplina. Ninguém quer ser monge.

Lembro que certo dia, duas amigas conversavam sobre disciplina e uma delas referiu-se a este regime de vida humano, com uma frase muito intensa e saborosa ao mesmo tempo: " -... como tornar doce o seguimento da disciplina..."

Questionava-se ela ainda, como manter ou criar um “modelo” para seguir.  “O que é bom para mim, pode não ser bom para você”; é simples, mas é verdade.

A outra amiga, dizia que para manter uma disciplina, era necessário: - serenidade, paciência, persistência e organização.

Tudo isto são sinônimos de disciplina. Não se tem serenidade, sem disciplina, nem paciência, muito menos persistência, sequer organização. Mas, qualquer uma delas, em bom "estado de conservação" em nós, nos leva, em um momento ou outro, rumo a um regime disciplinar.

E isto é importante para conseguirmos corrigir algumas coisas.

Como exemplo, se nós estivermos serenos, poderemos, por exemplo, meditar. E, mantendo a serenidade pela disciplina, poderemos sustentar a meditação pelo tempo necessário; Se você está impaciente, nada funciona, nem uma boa Intenção, ou o seu foco naquilo que você quer.

A persistência é prima da disciplina, assim como a organização é sua irmã.

A disciplina somente "aparece", "nasce", "surge" ou "ressurge", em caso de necessidade. Quase tudo no homem é assim, por necessidade. É o “estômago” que move o mundo. No entanto, quando se instala, a pessoa se torna maçante se não souber administrá-la, e poderá incorrer em muitos erros pelo seu excesso.

Nada se iguala a andar pelo caminho do meio...

Mas é preciso corrigir e para isto é necessário saber onde queremos chegar para acabar com o  que nos aflige. Então, precisamos de conhecimento, um conjunto de informações adquiridos pela prática pode dar origem a uma boa noção do que podemos ou devemos fazer. Estas vêm das nossas experiências pessoais.

É o tal do empirismo. Mas só ele não é suficiente, por que o empirismo nos deixa à beira da ilusão.

O Ser humano precisa do DOMÍNIO para colocar as coisas nos eixos, também e alguns princípios racionais, independentemente da experiência que leva ao empirismo. Assim, podemos chegar ao reconhecer uma possível verdade do que é necessário para mudar o rumo da prosa da nossa vida.

Aliás, o domínio, é uma mescla perfeita entre empirismo e racionalismo; temos que considerar o que é real inteiramente é o que se pode conhecer pela nossa capacidade de avaliar, julgar, ponderar o que nos cerca e a partir daí, formular ideias, seja pelo raciocínio e juízo, ou ainda, resumindo pela inteligência acumulada.

O domínio, em nossa escalada, não descarta a intuição, a vontade (ou desejos), e a sensibilidade humana.

Assim, a disciplina deve ser essencial junto com o domínio para a prescrição de práticas pessoais que nos ajudem a vigiar a mente, com algumas regras, e normas necessárias que nos levem a consecução dos nossos objetivos, sejam pessoais ou em comum com outras pessoas.

Não é fácil... Eu que o diga.

Um abraço! Precisamos ser felizes!

segunda-feira, 18 de março de 2013

Quando a gente não quer, não há quem nos faça querer.


Não é fácil crescer, quando não se quer.

Eu fico impressionado, para não dizer, apoquentado, em saber que muitos têm disponibilidade para dar e receber algo e não fazem nenhum caso, nenhuma questão.

Por outro lado vemos algumas correndo e se interessando e tentando juntar as “partes” para criar um “todo” para aqueles totalmente sem interesse, mas por medo e parvoíce, como se estes outros fossem apenas uma peça de um quebra-cabeça, acaba não conseguindo.

E de fato se tornam brinquedos, apenas e simples peças de um jogo, por que é assim que se portam. 

Você está onde você se coloca. Você é como se põe. E assim ficará até acordar. Ou ficará para sempre.

Estas outras que correm sozinhas, tentando “despertar” para uma nova realidade estes outros que “dormem” nos colchões da falta de vontade, também devem acordar, ainda mais e esforçar-se por atingir singularmente e até mesmo egoisticamente, apenas seus objetivos, já que aquele “todo” restante faz pouco caso.

Pelo menos tentar aprender, admitir que possam estar errados, é um caminho que leva a uma porta que poderá ou não se abrir.

Estes que correm em prol desta maioria, para àqueles mesmos que estão aplastados e acomodados na falta de saber, e na insensatez ainda maior ao se dispersarem exatamente por ignorar a verdade, não podem, nem aproveitar o que a vida lhes reservaria de melhor, já que a visão restringida pelo medo e pela falta de conhecimento se alastra ainda mais pela imensa tolice gerada pela preguiça que leva a deficiência em dar importância ao que realmente tem valor.

Não existe outra palavra que não seja, burrice.

Sentem-se confortáveis em não ler absolutamente nada que lhes possa transmitir sabedoria, para construírem uma “taboa” de valores que lhes dê condições de dirimir sobre alguma questão.

Não conseguem atingir nunca uma convicção, por que fazem um papel que não cabe justamente por medo de acordar e ter que “trabalhar” uma “nova” realidade.

Um papel de quem se mostra impossibilitado por que quer, por opção pessoal.

O que é uma pena, por que a vitória é maior quando todos estão juntos na mesma luta na mesma frequência.

Puxando a mesma corda e para o mesmo lado.

Mas para isto, é preciso acreditar. Em si mesmo.

Deliberar a vida com base no medo é uma covardia. Elimina-se pouco a pouco a alegria de aspirar novos horizontes, por menores que sejam. A cada dia uma conquista a menos, até que anos depois, se descobrem acabados e sem tempo para aproveitar algo novo.

Perdem forças a cada dia, sem perceberem. Parece não existir mais nada por descobrir. Nem em si, nem nos outros.

Decisão insensata não vale desculpas posteriores, principalmente por quem não têm a mínima ideia do que estão, ou poderiam estar auferindo em soluções pelo direito natural que cabe aqueles que possuem deveres para conosco.

Isto é admitir antecipadamente, como adultos, a inocência e caracterizar-se como crianças ainda que adultos.

Não possuem e nem querem ter a menor das ideias e continuarão a não se interessar em saber o valor das coisas que poderiam ser uteis em suas vidas.

Acredita-se, no fundo, no fundo, que são eternos, e que tudo se resolverá assim, num estalar de dedos, ou que o conhecimento ou aqueles que lhes deve algo irá bater a sua porta, ou entrar como um tufo de vento nas suas mentes.

Restritamente mantém suas vidas no comum, dia após dia, sem mexer um milímetro por covardia em estabelecer estratégias para atingir algo maior que lhes exigirá conhecimento.

O conhecimento valoriza a vida de uma forma inimaginável e que apesar de muitos terem informação disto, ainda assim se tornam poucos para acordar o muito que vive em sono profundo. O conhecimento pode transformar pequenos sonhos secretos em realidade e isto deveria ser o suficiente para alegrar e despertar a curiosidade.

Trabalhar a mente para informar-se, não gasta. Manter-se ignorante no mundo de hoje, é exclusivamente uma opção pessoal, isto sim, consome energia. Se estiver errado, volte e corrija. Um dia você chega e descobre que não era nada difícil. Então uma nova jornada se segue. 

E assim vai a vida.
Uma pena por que o medo e a ignorância condenam a vontade de "ser".

Todos os dias eu acordo um pouco. 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

A revolução está nas suas mãos - DOMUS®



O Domus® é uma máquina revolucionária, um eletrodoméstico contemporâneo sob vários aspectos.

Entre os mais importantes: - a geração de renda, a participação da família na conservação do meio ambiente, a criação de empresas terceirizadas que serão formadas em função deste eletrodoméstico, gerando anda mais renda, lucro e emprego para pessoas além do ambiente familiar.

O Domus® é um equipamento de baixo custo, e alto desempenho.

DOMUS® é conceitual e foi desenvolvido em Dezembro de 2010 a Janeiro de 2011 e com este nome já naquele ano, batizada. Então eu criei um blog para falar da ideia. Veja: http://domusr.blogspot.com.br/

O DOMUS® é um utensílio doméstico cuja concepção tem como objetivo principal contribuir com o meio ambiente com a sua exclusiva participação, aí mesmo, na sua casa, e GANHANDO DINHEIRO POR ISTO.

Exatamente: - um eletrodoméstico como um liquidificador, uma batedeira, um forno de micro-ondas etc. do jeito que você tem na sua cozinha, mas que vai pagar a você um valor em acordo com sua participação.

Incrível não?

E tudo isto usando o que já existe no mercado.

Eu não estou pedindo dinheiro.

Estou pedindo participação e divulgação.

Eu entrei com este projeto em sites específicos para angariar fundos, mas a resposta que eu obtive, foi, em resumo a seguinte: “-Este site é uma ferramenta para que você divulgue o seu projeto dentro da sua rede de contatos, e organize as contribuições, do que um portal onde patrocinadores buscam projetos para apoiar. Isso quer dizer que, em média (dos projetos bem-sucedidos), 50-60% do valor vem da própria rede dos envolvidos no projeto, principalmente, amigos, familiares e grandes fãs do projeto - pessoas que já acreditam e confiam no que vocês estão querendo realizar (ou seja, já fazem parte da comunidade ao redor do seu projeto).”

Eu estou aqui para pedir seu engajamento, rumo a 1.000.000 de assinaturas para levar o projeto para uma plataforma de Crowdfunding - Financiamento Coletivo, onde VOCÊ será CO-PARTICIPANTE de todo o plano: - Em cada casa um DOMUS®.

Você acha isto impossível? Só se você não assinar a petição. Compartilhe, e vamos colocar o DOMUS® em nossas casas.

Posso garantir a você, que o DOMUS® é um equipamento revolucionário, porque protegerá o meio ambiente, COM A SUA AJUDA, A PARTICIPAÇÃO DA SUA FAMÍLIA, A CRIAÇÃO DE EMPRESAS SATÉLITES. E MAIS: - VOCÊ PODE TER UMA RENDA EXTRA COM ESTE ELETRODOMÉSTICO.

Incrível, mas é verdade.

Este é o DOMUS®, esta é a revolução ambiental onde VOCÊ participa. Eu quero e preciso de vocês nela.

Assine a petição por favor. E compartilhe onde você desejar.


Obrigado,
Conto com você, sua assinatura e divulgação. Se tiver dúvidas, pergunte.
Jaime

DOMUS®-Você cuidando do meio ambiente diretamente da sua casa, e ganhando dinheiro por isto.

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Uma Amor Para Lembrar - Clique para ler

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