AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Era assim que você queria, Adão?


Tudo bem a gente tem um monte de problemas. Que não os tem? E de onde eles vêm? É fácil. Eles vêm de outros seres humanos. Sério. Acredita? A função do ser humano é criar problemas. Uns para os outros. Que graça teria viver num mundo que não tem ninguém para te incomodar?
Ainda não acredita que seus problemas venham de outro ser humano? Então eu vou provar para você: - Imagine-se num mundo onde só exista você. Ok, você já é um problema para você mesmo. Sério! Digo alguma mentira? Bem, mas ainda assim, com você mesmo, você se resolve.

Mas e com outros?

A expectativa que você tem na vida, neste modelo social, depende de outros. A aceitação que você espera, no seu grupo, no seu trabalho, na sua atividade, nas suas relações, no amor, depende destes que você espera algo. E, esse algo quase sempre será diferente daquilo que você imaginava.

Quando você se decepciona, é foi com outros que isto aconteceu. Pouco importa se você subestimou. Problema seu.

Quando sua decepção é com você mesmo... Ah... Você pensa um pouco, se incomoda, mas logo passa.

Mas com outros não! Você insiste, insiste e persiste. Quer do seu jeito, e isto quase sempre não dá certo. Daí você sofre e acha que Deus tem que ajudar.

Mas manda tudo para o inferno.


A falta de noção; de senso critico; de responsabilidade; de aceitação; de fraternidade (não caridade); a idealização, a fantasia, as miragens, a ilusão, a ausência de perspectiva e propósito, o planejamento em terceiros, o mal o bem, enfim, tudo, vem de outros seres humanos, espécie, claro, da qual eu e você fazemos parte.

E ainda tem o outro lado: - quando você menos espera, alguém espera algo de você, que você nem esperava. Sério! A vida é uma redundância! E nada como uma boa prolixidade gramatical para explica-la.

Já imaginou? Você num Planeta sozinho? Sem ninguém? E cheio de cidades e coisas para você fazer? Completamente só! Que maravilha!

Daí vem Deus, pega uma costela sua, e cria Eva.

Suas dificuldades apenas começaram Adão! Tudo apenas por que você estava com o maior dos enigmas: - um baita tesão.

A partir de agora você tem pelo menos uns três milhões de anos para aprender o que é ter problemas.

Aproveite. Você queria comer a maçã, Deus te deu um pomar do tamanho da Terra.

sábado, 20 de outubro de 2012

O MARCADOR QUE TINHA UM SONHO




Meu nome foi marcador. Tive sobrenomes: - de página, de livro, criativo, inteligente, e tem alguns parentes que até nome final possuem: - personalizado. Eu posso ser o Senhor Marcador de Página Inteligente e Personalizado, mas também posso ser o Senhor Marcador de Página Criativo e Personalizado. Tenho família no mundo todo, e também sou conhecido por “bookmark”, meu parente de língua inglesa. Pouco nos vemos, mas sabemos da existência um do outro. Enfim, meu nome varia muito e depende de onde você me pegar.
Posso até ter um lugar especial em mim, onde você pode colocar algumas fotos, suas, de quem ama.
Tenho um parente que não é muito trabalhador o coitado. Não sei se não conseguiu se firmar como marcador, mas quando chega à metade do serviço, ele abandona: - escorrega e sai do emprego, então, entro eu, já na metade da obra, a arranjar o que ele deixou para trás; se chama “orelha de livro”; é outra espécie. Não funcionou, o infeliz, acho que é por que está preso, condenado a ficar o resto da vida grudado na mesma casa, e quando o serviço aumenta, fica muito pesado então, ele desliza para fora.
Eu comecei a minha trajetória há muitos e muitos anos. Passei por tantos modos que perdi a conta. Segurei a lembrança de cada página nas mãos do meu proprietário em incontáveis livros e enciclopédias. Isto: - sou do tempo que se faziam pesquisas nestas obras que reúnem parte do conhecimento humano; imensas, enormes, coloridas, com imagens, fotos, e aquele cheiro, hummm de papel... Nestas, aprendi muito, enquanto dentro de uma delas.
Não perdia uma oportunidade de saber onde eu estava, e absorver todo aquele conhecimento, enquanto aguardava ser removido pelo leitor, e depois, após algumas horas, habitar um novo local, em outra página, ou dentro de outro alfarrábio até que um dia quando meu bom e fiel proprietário me levava para uma casa nova, digo, um volume novo, onde tudo recomeçava. Eu e ele.
E entre um recomeço e outro, eu fui aprendendo. Usava as horas vagas, deitado no sofá, ao lado do meu bom amigo leitor, ou no criado mudo, ou mesmo no travesseiro da sua amada, enquanto ela não estava e ficava refletindo sobre tudo o quanto havia já aprendido.
Um dia resolvi permitir que fizessem apontamentos em mim. Eu já era suficientemente grande, então cabiam números de telefones, nomes de outros livros que meu proprietário desejava ler, alguma palavra a consultar no dicionário, um número qualquer que eu não tinha a menor ideia do que se tratava, mas era importante para o meu dono. Ah! De um deles eu lembro: - era o número do sebo que ele mais gostava de frequentar, e sempre ligava, perguntando por uma ou outra obra rara, autografada ou primeira edição, estava disponível.
Passei muito tempo da minha vida, como marcador, mas um dia, eu percebi que precisava correr atrás do meu sonho; resolvi dar um basta.
Meu conhecimento era tanto que eu fui guardado dentro de um armário, junto com o último livro que um dos meus donos tinha lido, por que não havia mais um só cantinho onde coubesse um único rabisco.
Então... Percebi que meu conhecimento era tão vasto, que eu poderia contar a minha própria história!
Isto mesmo! A minha própria história! Eu, um simples marcador!
E hoje estou aqui, narrando para vocês como um dia eu fui um simples marcador, durinho, colorido, e por quantas casas do conhecimento eu passei.
E hoje, estou velhinho, sovado, surrado, molinho, mas cheio de cultura.
Esta é minha singela história, para dizer para vocês, que após muitos anos, eu me transformei e já lhes conto como!
Um belo dia, outro amigo leitor juntou uma meia dezena de marcadores. E em outros locais, outros leitores juntaram mais algumas dezenas, e assim de local em local, nós fomos unidos e levados para reciclagem.
Tornamo-nos milhares! Quando lá chegamos, éramos milhões.
Mi-lhões!
E fomos reciclados...
Transformei-me no sonho da minha vida!
Milhões de nós convertidos em papel!
E hoje sou um livro!
Um livro! Imagine só! Eu! Um simples marcador, sou um livro!
E, então, acolhemos receber todas as palavras que um escritor pode tirar da sua alma e colocar impresso. 
Hoje sou um romance, sou uma crônica, sou uma história; Às vezes falo muito, sou narrativo; outras, dramático e me torno teatral; vejo-me envolto em situações violentas e exageradas! Mas o que eu gosto mesmo é ser uma sátira ou uma novela, mas as que falam do amor principalmente; a farsa e a tragédia não são meus fortes, mas como eu sei que tem muitos amigos que adoram, eu até permito que coloquem suas palavras em mim.
Eu sei que não vai demorar muito para eu alcançar meu próximo sonho: - Não medirei esforços para me tornar uma enciclopédia!
E eu sei, que quando deixamos de existir, passamos para um mundo novo que muitos chamam de digital, onde não se pode tocar apenas ver e para onde vão todos os marcadores e livros que um dia fizeram a alegria de muitos leitores aqui na Terra. Mas isto não importa. O que vale realmente é que a minha função de marcar ou transmitir emoção continuará em qualquer plano.
Por isto me mantenho feliz!
Então meu amigo leitor, a partir de hoje, quando você olhar para o seu livro e para seu marcador, ficará difícil saber quem foi o quê e quando. Os dois se completam, e ajudam o seu crescimento.
E, quando você estiver esfregando seu dedo em algum display, lembre-se: - um dia já estivemos juntos em carne e osso, digo, em papel e cola.
Assim, aproveite, por que possuímos a eternidade para nos complementarmos e estarmos juntos aprendendo.
Então? O quê você está esperando? Vá atrás do seu sonho também!
Um abraço do seu livro,
E do seu marcador.  

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A história por trás do livro "um Amor para Lembrar".

Há muitos anos atrás, quando eu ainda morava na Capital do meu estado, eu conheci e convivemos, por alguns dias, em períodos diferenciados, um amigo do meu irmão, que morava no Uruguay, País que faz fronteira com o Brasil, ao Sul do estado do Rio Grande do Sul.

Uma das coisas que ele mais gostava, era de jogar cartas. Eu nunca fui muito fã do carteado, mas o sujeito chegou a ensinar-me algumas partidas de pôquer, e eu era “obrigado” a jogar. Era uma chatice. Aliás, é muito irritante ter que fazer coisas que não gostamos, mas para agradar meu irmão, enquanto ele fazia um suco de laranja para o amigo, pois era sua bebida preferida, eu me obrigava a ficar jogando, e decidia perder todas, para ver se o sujeito me dispensava. Mas ficou pior. Ele gostou ainda mais de estar ganhando todas de mim. Acho que foi a primeira e última vez que joguei pôquer. É impressionante as regras deste jogo de cartas que mistura habilidade, conhecimento, inteligência, foco, atenção, mas, na grande maioria das vezes, para não dar em nada... Por que só um vence. Então é obvio que deve ser aquele que têm muito mais habilidade, muito mais conhecimento, muito mais inteligência ou esperteza, muito mais foco e atenção, do que todos outros. E é aí que reside a competição. As cartas são apenas um instrumento por onde permeia e fluem estas características.

Felizmente uma meia hora depois meu irmão chegava com uma jarra de suco... Em verdade, eu acho que ele demorava por que já estava um pouco cansado da visita, que teimava em passar quase o dia todo...

Wordle: um Amor para Lembrar
Foi numa dessas aparições que no meio de uma conversa entre português, espanhol e portunhol, ele contou uma grande parte da vida dele, certamente a mais difícil: - aquela parte que costuma acompanhar-nos quase toda nossa existência, se não a resolvermos.

Diálogo interessante eu gosto de ouvir, mesmo não entendendo algumas partes, principalmente aquelas quando um pouco antes, ou logo após iniciar, meu irmão dizia: “-Vai lá ver o que a mãe está fazendo”, no caso, a nossa mãe.

Então este sujeito que eu não lembro o nome, contou um pouco da vida dele. Ele era, ou tinha sido filho de marceneiro no Uruguai, eram cinco ou seis irmãos e irmãs, e todos estavam mais ou menos dispersos. O pai foi internado num hospício, a mãe era uma “guerreira”, uma "revolucionária" e eles haviam sido envolvidos em uma trama e "volta e meia" ele tinha que vir para o Brasil. Então me assustei; era o tempo no qual se falava muito a respeito dos TUPAMAROS, e se você for pesquisar, descobrirá coisas espantosas sobre aqueles anos no Brasil, como por exemplo, que o atual presidente do Uruguai, foi um membro desta guerrilha.

Aliás, existe um vídeo sobre ele na Internet, e seu discurso no Rio +20 em 2012, que você deve assistir por que é uma aula de cidadania e amor ao seu País, à humanidade e ao Planeta Terra. Eu vou deixar o link ao final.

Então tudo que acontecia, era culpa dos tais “Tupamaros” e todos tinham muito medo. Muito do que se contava, era lenda urbana. Ouvia-se até que eles invadiriam o Rio Grande do Sul, para tomar o Brasil. Era o que meu pai dizia após comentários e conversas com amigos, somado as inúmeras notícias nos jornais daquela época.

O negócio do “medo” imperava desde aquele período, e é claro, eu um “guri”, naqueles anos, fiquei temeroso, pois imaginei que ele tinha fugido para o Brasil, por que era um “TUPAMARO” perseguido, ou a tal invasão estava começando de fato, e um deles estava ali, bem na minha frente, e na minha casa.

Mas ele continuou o relato, e havia uma dor muito profunda por que a família dele, irmãos e irmãs, pai e mãe haviam se dispersado. E também por que o pai dele havia se “juntado” a outra mulher depois que saiu do hospício, enfim, vicissitudes da vida que ocorrem e estão diretamente relacionadas às nossas escolhas em função dos nossos desejos.

Muitas vezes eu fingia não estar entendendo nada, para não ter que ir ver “a mãe” como meu irmão pedia...

E a história dele foi longa: - o avô veio da Espanha, a avó era ou americana ou de outro País da Europa. Não lembro ao certo. Os avós paternos eram também, europeus, ou somente a avó ou o avô. Não me recordo ao certo. A avó usava arma, enfim.  Mas havia também um misticismo envolvido. Era comum naquela época tentar encontrar caminhos diferenciados do totalitarismo cultural e religioso. 

Existia uma tendência, um desejo intenso que pairava no ar, em acreditar no sobrenatural. 

Este entendimento, esta relação com aquela época, e o desejo espiritual daqueles que viveram naqueles anos, eu só descobri e entendi, há pouco tempo. Compreender os anseios das pessoas em querer conhecer algo diferente, não é da nossa competência.

Mas tinham que ter coragem também, naqueles tempos.

Então, para mim, era um pouco obscura a história deste amigo do meu irmão, pois saía das tradições da igreja católica apostólica romana e passava por aparições de anjos, hoje chamados por alguns de “metahumanos” e seguia por uma trama infindável e cabeluda. Era tudo muito estranho. Minha mãe se compadecia com tudo aquilo, e sendo ou não sendo um temido “tupamaro” ela gostava de conversar e ajudar "o gordo", como todos o chamávamos. Minha mãe deu-lhe um pequeno livro: "Gotas de Sabedoria", um dos poucos livretos que “rondava” fora da unicidade e exclusividade religiosa e cultural daqueles anos complexos. Este livreto era barato, ainda existe hoje em dia, e é muito citado.

Ah! E minha mãe comprava e distribuía para todos quantos ela acreditava terem necessidade de ler...

O universo histórico deste amigo do meu irmão, assim como tantas outras que eu gostava de ouvir, nunca saíram da minha mente, tanto que, por volta do mês de março de 2012, encostado  com a cabeça para trás e de olhos fechados, repentinamente revivi aqueles dias, e lembrei, num relance, com alguns detalhes, toda a história dele.  
Foi assim, do passado, daqueles tempos intricados pela falta de comunicação instantânea, quando qualquer um dizia qualquer coisa e todos acreditavam foi de onde surgiu minha inspiração para escrever minha primeira novela, Um Amor para Lembrar.

Um abraço ao Presidente Mujica. Certamente, um "metahumano", à serviço de uma grande Nação e seu imenso povo: - O Uruguay.



terça-feira, 24 de abril de 2012

O Astronauta Gaúcho



Astronauta acordando depois de uma viagem interplanetária, desce da nave, um alienígena se aproxima:
-"Buenas" e me espalho! Daí Tchê Alien!
-Nossa! Que que é isto? – responde o alienígena.
-Credo! Cumprimento gaudério! Tu falas minha língua, Índio Velho!
-Não. Você fala minha língua!  Diz o Alien.
-Mas eu te perguntei primeiro Tchê!
-E o que tem isto? Se você perguntou primeiro? Você está no meu Planeta, então fala a minha língua.
-Mas Ô Alien Índio velho aporreado, seu! Vai me fazer "perde" os estribos! Tá querendo peleia, tchê! Que baita Planeta é este?
-FINDI.
-Como?
-Planeta FINDI.
-Planeta FINDI?
-Sim! Planeta FINDI. Você é surdo?
-Não... É que é um nome estranho barbaridade!
-E você vem de onde?
-Venho da Terra. Rio Grande do Sul, TCHÊ!
-Ahahah! E Terra é o quê, TCHÊ?
-Nome da minha querência Alien! E TCHÊ é a palavra mais usada no meu estado, viu TCHÊ? Você está rindo de quê?
-Nome estranho...
-E que dia é hoje aqui?
-Sábado.
-Sábado?
-PôTchê que maravilha! Hoje é sábado no Planeta FINDI! Dia de "vê" as chinoca! Onde tem bochincho por aqui, macanudo?
-Não entendo sua língua. E o que tem que seja sábado hoje? Retruca o alienígena.
-É que nos sábados nós os astronautas não trabalhamos tchê!
-Nós também não.
-Não?
-Não.
-Buenacho!
-Por quê?
-Por que tu pode me mostrar todas as querências do teu Planeta!
-Que é isto, astronauta? E eu tenho cara de guia turístico?
-Puxa, pensei que eu e tu fossemos cupinchas tchê!
-Amigos?
-Isto!
-Mas você desceu agorinha aqui.
-Muito bem Alien, eu abro os panos sozinho.
-Não pode.
-Não pode?
-Não.
-Por quê?
-Por que as autoridades não deixam ninguém sair da cidade aos sábados.
-Não pode???
-Não, não pode.
-Mas e se eu meter o pé no estribo e sair tchê?
-Será preso e encarcerado por duas semanas.
-Duas semanas! Mas ô louco!
-Sim, duas longas semanas.
-Buenas... Deixo prá outro dia.
-E amanhã, Domingo?
-Sim, Domingo.
-E o que se faz no FINDI aos Domingos? Onde é o bolicho?
-Várias coisas.
-Por exemplo? Charla tchê!
-Alguns saem com a família, para passear na mesma cidade.
-Só isto?
-Calma, não terminei.
-Bueno...
-E outros saem para beber, mas a grande maioria fica em casa procurando o que fazer na conexão mundial de computadores.
-Ah! A “internete”?
-Internet? Não conheço.
-Sim, onde ficam todos conectados!
-Pode ser. Nós chamamos de ”Redessocial”.
-Hummm... Lá nós chamamos de “feicebuque”.
-Facebook? Não conheço.
-Aparecem fotos?
-Sim.
-Tu podes clicar e compartilhar ou curtir as tuas fotos, tchê?
-Sim.
-Pode comentar se as guria são feia ou bonita?
-Sim.
-Então? “feicebuque”!
-Aqui se chama “redessocial”.
-E o que mais tu tens na tua “internete” Tchê?
-A “redessocial”; toda ela.
-Sim, mas não tem mais nada?
-E para que precisaria de algo mais?
-Chinoca? Bruaca?
-Tem na nossa “redessocial”.
-Filme?
-Tem na nossa “redessocial”.
-Sacanagem?
-Tem na nossa “redessocial”.
-Compras nos bolicho online tchê?
-Tem na nossa “redessocial”.
-Mas que barbaridade! Deixa eu ver...
-Encontros? Surungo?
-Tem na nossa “redessocial”.
-Grupos de amigos para discutir Grenal Tchê?
-Tem na nossa “redessocial”.
- Loscanha? Ou malucos?
-Tem na nossa “redessocial”. Eu sou um.
-Jogos!
-Tem na nossa “redessocial”.
-Discussão sobre o fim do mundo?
-Tem na nossa “redessocial”.
-Puxa, mas tem tudo mesmo... Pensando bem... Até que é parecido... Ah! Mas tem uma coisa que tu não tens na tua “internete”!
-O quê?
-Mais de uma ”redessocial”
-A gente tinha...
-Tinham?
-Sim.
-E o que fizeram tchê?
-Vendemos para a Terra. Era muito ruim.
-E como vocês chamavam?
-Okut.
-Okut?
-Sim, Okut – Ô KU TCHÊ. Você definitivamente É surdo.
-Na Terra nós temos um: - ORKUT.
-Colocaram um “R”.
-Um “R”? Por quê?
- Por que os gaúchos, já usavam este nome, Okut.
-O Okut de vocês era ruim guri?
- Eu não sou guri, tenho 325 anos. Tamanho não é documento. Era Muito ruim.
-E agora ele tá melhor tchê? Já tem quem goste?
- O quê??
-Ahahah! Te peguei tchê alienígena! Eu sou astronauta e macanudo! Mas falando sério tchê... Vocês venderam um Okut estragado, usado e vencido. Por que lá onde eu moro, ninguém usa ou visita o Okut meu.
-E você queria que entrassem no seu Okut, Terráqueo Gaúcho?
-Hein?
-Ahahah! Peguei você, astronauta!
-Mas bah tchê, tu tá me abichornando... E depois de domingo, que vocês fazem? Trabalham onde na segunda-feira? Em que Estância!
-Segunda-feira?
-Sim, se-gun-da – fei-ra... Tu é surdo guri Alien?
-Não... Depois do Domingo, vem o... Sábado.
-Que tu disse?
-Você é surdo. Eu disse que depois de Domingo, vem o Sábado.
-Não! Depois do Sábado é que vem o Domingo.
-Sim, também, mas aqui, depois do Domingo, é sábado.
- De novo tchê?? Sábado, Domingo, Sábado?
-Sim, isto.
-Então depois do Sábado, vem o primeiro dia da semana? É isto tchê? O final e semana de vocês é mais comprido? Tem 3 dias! Que maravilha!
-Não.
-Não?
-Não. Depois do Sábado, vem o Domingo.
-Não, tchê alienígena, não me confunde, tu tá deixando um entrevero na minha cabeça! Tu me disse que depois do Domingo, vinha o sábado!
-Sim, mas depois do sábado, vem o domingo.
- E DEPOIS DO DOMINGO VEM O SÁBADO DE NOVO! Isto eu entendi tchê!
-Sim, e depois o Domingo.
-Tu tá me dizendo que... Que... SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO -SÁBADO-DOMINGO?
-Ô! Finalmente! Sim, SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO!
-E vocês não cansam?
-De não fazer nada Astronauta Gaúcho?
-Isto tchê!
-Mas eu disse para você! Nós fazemos tanta coisa! “redessocial”, “passear na cidade”, “beber”, “ver filme”, “namorar”.
-Mas... É só isto tchê? Sempre isto? SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO
-Você ficou impressionado, não é mesmo astronauta gaúcho?
-E não tem segunda, terça, quarta, quinta, e sexta-feira - prenúncio do fim de semana, onde todos ficam felizes, e Domingo de noite, quando todos ficam abichornados?
-Pois aí é que está: - O Rei Felicius Beberrouns Di Cervejus Cum Picadin  há dois mil anos atrás, vendo que a tristeza se manifestava, em todo nosso povo, pelo menos duas vezes por semana, oito vezes por mês, e noventa e seis vezes num só ano, deixando o Planeta totalmente triste, ele aboliu os dias da semana, e desde então, nós temos só SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO.
- A la pucha! Mas isto é muito chato tchê! Tem que ter segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira e a sexta-feira!  Tem que ter o trabalho no escritório do patrão prá gente saber das fofocas, dos “entrevero” na cidade, da vida dos outros...
-Mas e a sua “redesocial”, a tal de... De... Como é mesmo o nome?
-“internete”... Agora “feicebuquis”...
-É isto... Facebook. Vocês não ficam sabendo de todas as fofocas da vida dos outros?
-Não... Ninguém conta nada. Charla nenhuma da vida alheia!
-Ah, isto sim que não tem graça, Astronauta. Prefiro nosso SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO; aqui nossa “redessocial” ferve!
-Tem que ter o trabalho diário para ganhar o pão, acordar bem cedo, tropear, suar, montar a cavalo, cuidar do gado, ir pro colegio, arar a terra, capinar, plantar, ficar queimado do Sol, pagar os impostos, quebrar a cara, deitar bem cedo, e se a muié véia quiser “coisa”... só nos final de semana, tchê! ISTO SIM É QUE É MARAVILHOSO ALIEN! Que zarro isto de SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO- SÁBADO-DOMINGO, sem fim! Eu vou é abrir os panos daqui!
-Boa viagem. Diz o alienígena.
E o astronauta gaúcho gaudério macanudo entra na sua nave e com os motores ligados, sem poder reverter...O alienígena grita:
-ASTRONAUTAAAAA! ASTRONAUTAAAAA!
Vrruuumm
-O QUE ALIENÍGENA PREGUIÇOSOOOOOO!
Vrruuummmm
-CONCORDO PLENAMENTE COM VOCÊÊÊÊÊÊ!
Vrruuummmmmm
-CONCORDA COM QUÊÊÊÊÊÊ SEU ALIEN INDOLENTEEEEEEE? Espichando a orelha para pode ouvir.
Vrruuummmmmmmmm
-VOCÊS TEM QUE TRABALHAR MUITO MESMOOOOOO!
Vrruuummmmmmmmmmm
-PORQUE SEU ALIEN OCIOSOOOOOO! FALA RÁPIDO TCHÊ, QUE A NAVE JÁ VAI DECOLAAARRRR!
Vrruuummmmmmmmmmmm
-VOCÊ NÃO QUER SABER DE ONDE VEM TODA NOSSA ENERGIA? TODO NOSSO ALIMENTO? TODAS NOSSAS ROUPAS E MEDICAMENTOOOOOOSSSS?
Vrruuummmmmmmmmmmmmm
-DE ONDE SEU ALIENÍGENA DO PLANETA FINDI INERTEEEEEEEE?
Vrruuummmmmmmmmmmmmmmm
-DA TERRA! SEM PAGAR NENHUM TOSTÃO SEU TROUXAAAAAAAAAAAAAAA
Vrruuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
... decola sem volta a nave do astronauta gaúcho.

-FIM-



quarta-feira, 21 de março de 2012

MINHAS CALÇAS FURADAS CUSTARAM MENOS.

Um dia destes, eu estava na rua, confesso que não lembro em qual cidade, e vi um rapaz com umas calças que eu não consegui compreender, como é que ela parava no corpo dele. Era tão rasgada, que parecia um conjunto costurado de retalhos de brim. A cintura estava praticamente despregada do conjunto, e um cinto, segurava, ou tentava segurar o que poderia ter sido uma calça usada em um campo de batalha no Iraque. A impressão que dava é que a qualquer momento, aquilo se desmontaria.
Mas ninguém se importava. Logo a seguir, continuei minha observação, tentando encontrar uma lógica para mim mesmo, para o que explico a seguir, chegou uma menina no grupo, bonita, bem vestida, da cintura para cima, por que em baixo, umas calças que era prima ou irmã, das calças do namorado dela, aquele mesmo rapaz com a “pantalona” desmantelada. Era tão “rasgada” a calça desta menina que deixava de fora, quase toda sua coxa esquerda. A perna da direita tinha um furo acima do joelho, que permitia ver a marca na pele de um joelho ajoelhado há poucos instantes.
Foi interessante por que me disseram que era moda; eu só me espantei quando soube que umas calças destas poderiam custar até 300 dólares. Sério, fiquei pasmo ao saber que o excesso de batalha que uma vestimenta daquelas pode sofrer e se transformar num farrapo, tinha o custo de um salário mínimo. “E é de marca”, ainda me contaram.
Pois bem, eu ficava envergonhado ao sair na rua com umas calças bem novinhas (tá certo paguei 80 dólares num outlet na fronteira do Brasil com o Uruguay) e que tem um furo por que deu um “pegão” num prego. Mas as calças são tão macias, tão boas, me sinto tão bem, que toda vez que eu uso, me sinto legal! Mas quando me olham, a primeira coisa é um olhar indiscreto para o furo das minhas calças.
Pô! Você não sabe o que é moda, meu? Eu “tô” na moda! E ainda comprei num free-shop! Por que as minhas calças furadas é menos que as calças furadas daquele casal de namorados? Só por que a deles talvez custasse 300 dólares e a minha 80? E eu ainda sei como é que o furo foi parar ali! Quando eu as visto, aqui em casa a primeira coisa que me dizem é: “-Tu não vai sair com estas calças, vai?” Discriminação isto, você não acha?
Pois bem, vou vestir minhas calças furadas. Fazia tempo que não as usava. Estava um calor terrível, e as bermudas foi minha roupa neste verão tórrido. E a minha calça com um furo, assim como aquelas dos namorados, tem uma vantagem: - A ventilação. Ah! E minhas calças assim como as deles, tem uma etiqueta toda amassada, enrugada e despregada, com uma grife tão ininteligível e famosa, como a deles, mas a minha, além de ter saído mais em conta, o cinto segura bem toda ela.

terça-feira, 6 de março de 2012

Quantas vagas você têm em sua verdade?

Eu cheguei num ponto que o meu ecletismo me levou a uma posição que eu às vezes não sei se foi o melhor. Em verdade eu não me sinto ligado a uma única coisa, um único tema, uma única situação, a um único tipo de conhecimento. Isto às vezes me causa certo temor, pois me parece que não sou deste mundo e que nunca vou aprender nada.
Alguns confundem isto com ceticismo. Eu mesmo às vezes me pego pensando “a que ponto chegou minha falta de fé”. Será mesmo falta de fé?
Mesmo por que o meu tempo de conhecimento específico ficou lá na faculdade.
Comecei com a música. Entre nomes e estilos, desde Pink Floyd, Eumir Deodato, Queen, Led Zeppelin, Mozart, Bach, Beethoven, samba etc. Entre Rick Wakeman e música Chinesa, escrevo agora.
Algumas propostas eu rejeitava por que realmente não gostava.
Mas o meu leque de opções no meu gosto, era tão grande, que eu podia me sentir bem em qualquer destas opções, que de fato eu descobri que eu precisava complementar-me nas emoções que os cinco sentidos podiam me trazer, conciliando em mim, todas as distintas nuances de cada parcela do todo, para tentar formar o meu “completo”.
Mas isto, eu só descobri há pouco mais de dez anos.
Eu nunca fui apegado a uma marca, um estilo de vida ou até mesmo preconceito. Nem nunca quis criar a minha. Não tive tribo nem tendência em minha adolescência.
Assim por exemplo, então, enquanto o mundo debatia e debate o preconceito entre nós, se é branco, negro, amarelo, ou preferência sexual, homossexual, heterossexual, bissexual, deficiente ou não, e tantos outros rótulos, isto tudo sempre passou muito distante de mim, tão longe que eu nem percebia o debate. Então quando vejo um banner na Internet, sobre preconceito de credo, cor, raça, ou deficiência de qualquer natureza, eu confesso que fico confuso, por que não entendo aquela forma de expressão em imagens ou palavras.
Deixa explicar melhor: - não é que eu não entendo por que a pessoa colocou a mensagem. Eu não compreendo o que aquilo quer dizer. É como eu não soubesse ler o que ali está expresso.
Eu tenho horror ao óbvio e me distancio o mais que posso de tudo isto até mesmo de expressar minha opinião. Eu acho injusto para com meu tempo e cérebro, ter que explica por A+B por que eu preciso tomar água.
Também discordo de vaga para estacionamento exclusivo para deficientes, vagas para pessoas de cor (?), e tantas outras “vagas” que a sociedade criou para diferenciar-nos. Sim, por é isto que estas “leis” fazem. Por que então estamos dizendo: “- Você é deficiente, aquela é sua vaga, estacione ali” (como se existisse um só deficiente cadeirante que pretende ir ao supermercado) ou “você é negro, então tem vaga garantida na Universidade”; “Você é homossexual, então talvez eu goste ou não de você e talvez eu seja ou não homofóbico.”
Nada disto me importa. O que me interessa, seja branco, deficiente, homo ou hetero sexual, é: “-O que podemos fazer para melhorar nossa condição e evoluirmos como seres humanos aqui no Planeta Terra e irmos além da avareza pessoal? Como podemos trabalhar juntos e excluir os bandidos, os facínoras que roubam o futuro do homem?
O que você pode contribuir para o meu crescimento e eu para o seu?
O que eu não vou fazer é apontar a direção da sua vaga para deficiente, por que apesar de ser uma condição sua, eu não o vejo assim; nem tampouco sua preferência sexual me atormenta, e eu quero que você possa ter o direito de cursar uma Faculdade nas mesmas condições que qualquer outro cidadão.
Você pode ficar perplexo com a minha postura, mas eu acho que não, se pensar bem, e se você acredita que realmente um deficiente precisa de uma vaga num estacionamento, você vai dar esta vaga apenas a dez por cento, num hipermercado que tem local para milhares de carros, muito poucos deficientes vão ter lugar para estacionar. Então sim você está discriminando, por que vão faltar lugares para outros.
Eu acredito que invertemos os valores, entende? Diferenciam-nos para dizer: “-Olha veja, como sou bom, criei vagas na Universidade para negros, e vagas para deficientes no estacionamento; não mereço aplausos?”
Será que a Criação disse: “-Deficientes, homossexuais e pessoas de cor vão por aqui, e os outros vão por ali”. Viemos todos pelo mesmo caminho; nascemos de uma mulher, e voltaremos pelo mesmo, no final de nossos dias, e não existem vagas, reservas, prioridades dado pela Criação. Do pó (átomos) viestes e ao pó (átomos) voltarás.
Falta é educação, e, por conseguinte, respeito, uns pelos outros.
Um humano para outro humano, precisa  exercer “deferência”, consideração por qualquer forma, tipo, credo, condição de  outro ser humano. Olhar além de tudo isto é a dificuldade daqueles que esperam ser melhores, por que gozam de uma “perfeição”, social ou física, que de fato não existe.
Somos todos iguais. E isto é o que dói em muitos. E, quando isto não acontece, sobrevêm as atitudes de intransigência e rigidez a determinados princípios ou regras pessoais ou de grupo, que nos forçam goela abaixo, a nos diferenciar.
Então a sociedade, doente e subconscientemente preconceituosa, precisa criar “regras” para onde vai cada grupo, para não virar confusão e desordem.
Nós regulamos a discriminação latente e doente em nós mesmos. Assim, você pode dizer: “-Não somo preconceituosos até dez vagas para deficientes. Além das dez vagas, nós voltamos a ser preconceituosos”; Sim, você pode dizer isto, por que não poderá suprir a demanda. Quantas vagas têm sua Universidade para pessoas de “cor”? Pois então até ali, você não é preconceituoso, além delas, você passa a ser.
Oque eu aceito é que a ninguém foi dado o DIREITO de saber toda verdade. Por que isto me parece lógico. A Criação não entregaria toda a verdade para um único ser.
Então, para mim, a maior verdade é que “tateamos” em busca de algo que não possuímos absoluta certeza nem por que precisamos.
Então a sua fé, a sua crença, não é maior nem melhor que a minha, e vice-versa. O dia que entendermos isto estaremos perto de encontrar o que nós mesmos nos impomos durante toda nossa existência, que é a dissolução das formas pensamento que criamos em  grande quantidade, quase infinita de mazelas para a humanidade. Estes "pensamentos formados", hoje precisam de nós para continuar vivendo, por que adquiriram um grau relativo de consciência (EU SOU-EU ESTOU). 
O exemplo vivo destas formas-pensamento está aí nos jornais e no mundo conturbado de hoje.
Elas estão ali, mostrando e dando a cara a tapa. Você criou tudo aquilo. “Aquelas monstruosidades que você vê nos jornais está mostrando a cara na tela da sua TV, e dizendo EU FUI CRIADO POR VOCÊ, VOCÊ E VOCÊ”.
Você é o responsável por ajudar a terminar.
Precisamos segurar uns nos ombros dos outros, para atravessar este sinal, este umbral, com o pouco de “verdade” que cada um trás para complementar a jornada do outro. Eu não sou eficiente, então se você agarrar no meu ombro, eu posso tentar seguir adiante só para nos ajudarmos.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Além do horizonte existe um lugar...

     Por mais que avancemos em nossa jornada do conhecimento, sempre estaremos limitados aos nossos cinco sentidos. Nada que não estimule a audição, o tato, o olfato, o paladar e a visão, não criará conhecimento para a Ciência humana. O que não pode ser medido e comparado, não é considerado passível de pesquisa, ou possível de compreensão. O homem é limitado por natureza, e por conta disto, antropomorfiza tudo ao seu redor, para poder entender e situar-se no meio ambiente em que está. A linha que separa a crendice do ceticismo é tênue, quase homogênea e não tendo muito cuidado, torna-se imperceptível, mantendo-o só de um lado ou somente de outro. Este é um dos poucos lugares onde precisamos estar no caminho do meio. Neste sentido a Ciência é o fiel da balança, mas ela não pode avançar além dos seus limites, imposto pela condição humana, a menos que considere e prove, a presença de outros sentidos que o ser humano comum, não percebe e deles se utilize para ir mais além.
Nos humanos, a freqüência audível vai de 20 Hz e 20.000 Hz; a visão está compreendida entre 4,6 x 1014 Hz e 6,7 x 1014 Hz; O olfato pouco mais de 10mil odores e suas fragrâncias; o tato, sabemos que “sentimos”, mas de fato não tocamos em nada (Teoria Atômica – eletromagnetismo); o paladar são alguns milhares de papilas gustativas, enfim é mais ou menos isto. Isto não quer dizer, que o que está além destas faixas de freqüência, não existe. Em verdade, não é por que eu ou qualquer outro deixo de acreditar, é que algo deixa de existir, ou ainda, não é por que não vejo, não sinto que não existe. Nossos sentidos “limitados”, em verdade parecem ser o melhores para o meio em que vivemos. Certamente nem todos possuiriam estrutura emocional suficiente para “ver e sentir” além dos cinco sentidos. Se alguém consegue ir além destas “amarras” e comprovar de fato, é um avanço enorme. Se isto puder trazer resultados para a vida o desenvolvimento de tantos outros, realmente, ainda melhor. MAHALO (“O Sopro Divino em você”).

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