AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

SONHO QUE SE SONHA SÓ

Pessoas capazes de tirar os teus sonhos geralmente são aquelas que estão mais próximas de você. Elas conhecem os meandros da tua mente, suas “cacacas” mais escondidas, e muitas vezes se valem destas falhas para arrasar suas pretensões. É o tipo de pessoa que te lembra que você não sabe guardar nem uma chave, que expõe suas fraquezas para uma multidão, e que muitas vezes zombam dos teus anseios, dos teus desejos como sendo desprezíveis, e tudo o quanto imaginas ou pensou um dia, não passou de pura vulgaridade.
Pessoas capazes de tirar os teus sonhos são aquelas que se acomodam, que perdem o brilho, que se transformam em puros mártires de si mesmos, insatisfeitas perdem a capacidade de estar contigo para estar contra ti.
Pessoas capazes de tirar os teus sonhos são aquelas que vivem uma tristeza como se fosse uma alegria, mas não tem capacidade para expurgar o seu próprio sentimento por medo do desconhecido.
Pessoas capazes de tirar os teus sonhos são aquelas, que encontram efêmera alegria em outros contos, outros cantos, outras palavras, outras letras, mas não conseguem abstrair para si mesmas um pouco desta alegria.
Que nome se dá as pessoas capazes de tirar os teus sonhos e que fazem o melhor esforço para minimizar teu passado, transformar tuas experiências em coisas banais ou comuns, e que tiram todo o brilho e intensidade de momentos importantes para você e que pulverizam tuas lembranças como se nunca tivesse existido?
Eu acho que estas pessoas são pessoas que perderam seus próprios sonhos.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

DIGA-ME: - O QUE POSSO FAZER?

Eu já tenho idade suficiente para não gostar do que não gosto, e a mesma idade para gostar do que eu gosto. Sem meias palavras. Sou gentil, educado, de boa forma (redondo); um “insano” ao quadrado quando acredito que tenho razão, e um anjo ao cubo quando me falam com educação, conhecimento e causa que estou errado.
Não tenho não uso, e não me sinto à vontade, com pessoas que precisam criar um personagem para encontrar outras pessoas. Eu não tenho máscaras, mesmo por que não sou mais fã do Carnaval. Percorria 325 km para “carnavalear” e disparo os mesmos 325 km para ficar o mais longe possível, e se não der, vou para uma dobra mental espaço-temporal, mesmo estando há poucas quadras do melhor carnaval do interior do Rio Grande do Sul.
Se eu não quiser ver você, você não vai me ver. Isto não quer dizer que estou doente, louco ou internado. Quer dizer que não quero ver você. Apenas isto. E é fácil de entender, mas eu sei que é mais difícil de compreender ou aceitar.
Se eu quiser ver você e você não quiser me ver, eu vou compreender e aceitar, ambas ao mesmo tempo, e se você é especial para mim, continuará sendo, por que o seu desejo o meu desejo é como uma necessidade fisiológica e eu não posso ficar brabo ou indiferente com você por que você quis ir ao banheiro. É a mesma coisa, entende? Não? Bem, então eu não sei o que fazer.
Na final da década de 90, do século XX, todo mundo me achava o maior maluco do mundo por que eu estava conectado na Internet. Isto foi exatamente em 1997, digo, a partir de 1997. Ok está certo, a Internet era movida a carvão e terebintina (que eu não lembro mais o que é, mas sei que inflama e pega fogo), mas funcionava e era legal. Ficavam doidos ao saber que eu começava às duas da tarde de sábado, por que a Internet era discada e pagava-se um pulso apenas, e só desconectava domingo a meia-noite. Eu tinha medo de ser queimado em praça pública. Quatorze anos depois, ou a minha loucura era um vírus e todo mundo pegou, ou eram eles que estavam loucos, por que hoje se preocupam se você NÃO TEM INTERNET, nem Facebook, Gmail, Twitter, Orkut, Youtube, Blogger; se você ficar 1 dia apenas sequer, um único e miserável dia de toda a eternidade sem Internet acreditam que você é da idade da pedra e tem tijolo na cabeça, ou não pagou a conta do provedor. Nunca que você viajou, cansou, não quer ver a tela do computador, resolveu ver um filme, ou mandou tudo plantar batatas.
É a insofismável leveza do ser, que, aliás, até hoje não sei exatamente o que quer dizer, mas respeito. 
Bem, então é isto, se você não me vê na rua, eu tenho casa, ou webcam. Se você quer bater um papo, eu tenho o chat do Bill Gates, e do Mark Zuckberg. Quase sempre estou off-line, por que eu não sei, não consigo mais inventar conversa, me desculpe. Então eu vou ser um chato de galocha, se eu começar a escrever monossilabicamente e você vai achar que eu estou com algum problema. Celular também. Eu só falo mais de um minuto se for muito importante, mas muito mesmo, caso contrário eu não passo de um minuto. Não é que você não seja importante, você é importante, mas mais de 1 minuto, fica muito chato.
Telefone convencional não atendo, por que me oferecem planos fantásticos e mirabolantes que é capaz de eu conseguir ter uma Internet que conecta à Marte e um telefone que posso falar um zilhão de minutos sem pagar. Então esquece, por que eu não acredito nisto, e nunca vou saber se é você, ou um maluco me oferecendo uma “estrabudega” destas quando toca.
E tem os que cobram conta que já paguei, “os sem noção”; uns que você propiciou e intermediou um excelente negócio para a vida, não recebeu comissão, ajuda de custos nenhuma, e o sujeito inventa meses depois um “treco” que você ficou devendo uma “promessa de santo”, e cresceu com juros e correção, lá em “toba”. Vai prá “toba você também”.  Estes são os mais chatos, por que lhes falta noção e isto não têm cura, só um transplante parcial de cérebro, sem doadores.
Tem também pessoas que devem e querem fazer um acerto, então elas conversam meia hora, e em 10 segundos te dizem que só podem pagar no mês que vem. E no mês seguinte, fazem a mesma coisa.
Então, como eu disse, esquece o convencional, mesmo por que é “caro prá chuchu” como dizia meu pai; liga pro celular, mas já vou avisando, eu só atendo se estiver na minha agenda. Numero desconhecido eu pesquiso no Google. Ah é, já ia esquecendo o Google: - a Biblioteca de Alexandria, reencarnada.
Bem, então é isto, não adianta dizer que veio aqui e não me viu, como dizem os americanos, “bullshit, I can´t believe” (bosta, eu não acredito!).
Se você me vir na rua, e quiser falar comigo, tira a blusa, sacode na frente, por que eu também não tenho o costume de olhar para os lados, só quando vou atravessar a preferencial, não tenho obrigação de ver você por que meus olhos são voltados para frente!
Gosto de conversar, não gosto de jogar conversa fora, por que então nós vamos fazer um lixo à nossa volta? Sim por que se ela foi fora, é por que a tal conversa, não prestava. Não concorda?Quem vai limpar nossa conversa colocada fora? Os garis?
Não! Esqueça! Vamos falar de coisas que nos façam rir. Eu quero rir.
Não pense que eu sou chato, convencido ou pretensioso. Nada disto, eu apenas exprimo uma necessidade, um desejo; é como uma crença entende? Isto não quer dizer que eu não respeito sua forma de pensar em relação a mim.
Se você me abanar, e eu ver, eu vou me atirar com as duas mãos. Se você me virar o rosto, esquecerei se é masculino ou feminino, por um breve tempo eterno. Se eu escrever para você, eu você nunca responder, é por que você é analfabeto ou não gosta de mim, então, nos esqueçamos. O que eu não posso é pensar que você imagina que eu sou aquilo que VOCÊ PENSA que eu sou. Eu não sou; eu sou aquilo que EU SEI o que sou, e você não aceita ou não quer.
Quanto a isto, não posso fazer nada.
Abração! 

O Vigésimo Nível - Clique para ler

Uma Amor Para Lembrar - Clique para ler

O Poder da Intenção - clique para ler

O Vigésimo Nível no BUSCAPÉ

Compare e compre: Clique aqui

O Vigésimo Nível na Livraria Saraiva

Compre direto na Livraria Saraiva: Clique aqui

O Vigésimo Nível na Livraria Cultura

Compre direto na Livraria Saraiva: Clique aqui