AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A TERCEIRA TORRE

Estou aqui sentado, num quarto escuro em frente a tela iluminada do meu netbook, num dos invernos mais rigorosos do Rio Grande do Sul, tão forte que eu não tenho lembrança de  outro tão frio, nem nos meus tempos de guri. E neste frio, eu fico a pensar muitas coisas, e uma delas é  como tanto mudou tão rápido nos últimos 10 anos. Uma pequena mesa, e uma lanterna com lâmpadas azuis, estas de LED que consomem pouca energia das pilhas. Um avanço em se tratando das lanternas de antigamente. E existem outras ainda mais modernas que nem pilhas usam é o que ilumina, no momento, o meu caminhar, se necessário, em meu quarto.
Fico pensando, como tudo é tão diferente nestes últimos dez anos, como passou tão rápido e tento encontrar no tempo, no passado, onde é que tudo começou. Eu não sei se você sente, mas eu sinto, a vida e as coisas que fazemos hoje, são muito mais intensas, mais rápidas, mais onerosas, mais densas, mas ao mesmo tempo, mais inovadoras; tudo acontece tão rápido e eu localizo no espaço-tempo um portal que remonta há exatos dez anos.
De lá prá cá, eu comecei a observar um mundo novo, que não respeita mais a individualidade e que nos joga frente a frente, como se nos obrigasse ao questionamento. Tudo é tão rápido, as mudanças são bruscas, aceleradas, hoje é uma coisa, amanhã ou em uma semana, toda uma paisagem pode estar completamente mudada.
Você sente isto? Eu sinto. Eu vejo um mundo, há dez anos, mais simples, com tanta coisa por descobrir; eu vejo a simplicidade e até mesmo a ingenuidade de programas de TV, as novelas, com tramas simples, sem embates na preferência sexual, um mundo que usava drogas, sim, mas que não eram tão avassaladoras como como as de hoje, arrasando famílias e pessoas.
Eu vejo o velho, as coisas do mundo velho, caindo rapidamente e outras, tão mais fortes ou mais intensas tomando o lugar destas.
E nós? Nós temos futuro? Conseguiremos absorver estas mudanças? Ou cairemos junto, como sendo nós a terceira torre? Que futuro nos reserva estas mudanças e de onde elas vêm, e para onde nos levarão? São dúvidas intensas, que não nos dão nem tempo de parar, analisar, pensar e tomar uma decisão. É chegada a hora de decidir apenas com base em nossas experiências anteriores. É quase como apenas “sentir” e tentar decidir.  Será que temos capacidade para decidir assim, tão rápido? E mesmo que tenhamos, poderemos acertar, ou ainda precisaremos errar tanto para um dia encontrarmos o melhor caminho? Será que errar faz parte do nosso crescimento? Será que Deus está participando deste processo? Disto eu não tenho a menor dúvida, mas quanto mais e por quanto tempo poderemos suportar? E se não pudermos, o que será de nós?

Fotos antigas nos mostram um mundo mais “duro” mais rígido, os dias tinham mais tempo, e o tempo era o senhor das nossas decisões. Hoje nem tempo temos mais. Quem tem tempo disponível, é hoje um sujeito rico.
Como é seu dia-a-dia? Você participa do crescimento de um grupo, de uma família, de uma sociedade, ou você está afastado, e vivendo exclusivamente para si? Qual é a melhor opção? A primeira ou a segunda? É melhor estar conectado com todos os avanços mais recentes da tecnologia e da espiritualidade, ou é saudável manter-se um pouco ou totalmente afastado de tudo isto para não surtar? 
Acho que depende da nossa capacidade juntamente com o desejo de querer saber. A verdade é que mudamos rapidamente: - O mundo está indo rápido, resta saber se não seremos nós a terceira torre a cair, e se devemos de fato cair e sobre os escombros recolhidos, construir-se algo novo, pois seja o velho derrubado ou novo construído, a mudança está vindo, e não é devagar.
Para quando devemos estar preparados, e quanto precisamos estar prontos? São estas dúvidas, sem respostas que nos remete a entregar tudo para a Criação, é o momento de crer, de ter fé, pois nunca acreditamos muito mesmo, mas agora mais do que nunca, me parece que a maior verdade e a opção mais sã, é esta: - Crer num novo amanhã, onde estas vicissitudes se dissipem, tornando-nos seres melhores, ou nos finalizando em definitivo como espécie. 
Mas nunca como almas, estas, retornarão para o Criador.

domingo, 17 de julho de 2011

A FORÇA

Se você gosta realmente de alguma coisa vai se esforçar por torná-la realidade.
Atribuido à Cher (nome artístico de Cherilyn Sarkisian LaPiere - cantora, atriz, apresentadora, diretora, produtora cinematográfica e musical e empresária estadunidense.)

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