AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Vida longa aos noivos!


Uma dos fatos mais inusitados nestes últimos tempos, em um mundo tão conturbado, foi um casamento na Serra Gaucha, onde os noivos e todos os convidados se vestiram ao modelo da animação de Shrek, fazendo com que a diocese revisse as regras sobre trajes. E eu não entendo por que isto desagradou a Igreja Católica. Na Idade Média, contrariando a tradição atual, o vestido de noiva não era branco, mas azul era o símbolo tradicional da pureza; “o traje da noiva deveria refletir riqueza, o poder e as tradições da família dela do que, por exemplo, a personalidade e os gostos. Assim, noivas de famílias abastadas usavam vestidos de cores fortes e tecidos caros, camadas de peles, veludo e seda”. A flor de laranjeira, uma tradição Islâmica foi trazida pelas Cruzadas, que regressavam da Terra Santa; Independentemente da classe social, o casamento era sempre um acontecimento grandemente celebrado.
E hoje, estes noivos vestiram a cultura do mundo que vivemos. Shrek pode ser apenas uma animação, mas por trás daquele “desenho animado” tem uma real história de amor, escrita por um iluminado autor; é uma animação que invoca a honra, o respeito, a harmonia, e... A fé! Sim, a fé em algo muito maior, capaz de aproximar os diferentes e as diferenças.
Os noivos celebraram o seu melhor momento. Viveram intensamente, sua época atual; casamento é festa, é alegria, é a consagração do Amor, abençoado por Deus. Se a fé está além do próprio corpo, por que não estaria da própria vestimenta?
Eu não creio que os noivos desrespeitaram a Igreja Católica. Muito pelo contrário, eu acredito que eles celebraram o que ela tem de mais belo, que é a capacidade de permitir, através da manifestação da alegria, aproximar-se de Deus, e Jesus. Neste caso, representado pelo Padre que procedeu a Cerimônia.
Obviamente que tudo tem limite, mas... Se todos estão de acordo, então é possível transgredir alguns limites legais, para tornar tudo mais alegre, mais fácil, e mais marcante!
A Igreja Católica deveria sentir-se honrada, por permitir que dentro da sua Santidade, Deus se fez presente, nesta alegria, nesta manifestação legítima daqueles que escolheram a fé Cristã, por produzir com louvor toda a exaltação de amor daquele casal, que nem conheço.
Não permitir marcar este rito de passagem como um ofensa, por que não se vislumbra nenhuma desconsideração ao Templo Cristão, não há desacato algum a Deus, muito menos depreciação a fé Católica, exatamente por que eles escolheram casar dentro da Crença e da Doutrina que acreditam. E em sendo assim, eles jamais usurpariam contra si mesmos, no dia mais importante das suas vidas.
Já imaginou se fosse possível casar de smoking preto e vestido branco, em plena Idade Média, quando as noivas vestiam-se de verde ou azul? “E no final da Idade Média, que a gravidez estava em moda e todas as mulheres tinham, no seu guarda roupa, uma barriguinha de grávida postiça, cuja indumentária era indispensável para uma noiva?”
Pois então, são os tempos!
E em momento algum nem na Idade Média, nem agora, nenhum casal deixou de publicar com louvor, este ato solene de união, abençoado por Deus, dentro de uma de suas moradas.
Vida longa aos noivos!
 

terça-feira, 29 de março de 2011

Nós passaremos pela porta

 Você sente que existe no ar, algo assim... Isto não é bem verdade... Ou ainda, você pode pensar... Que diferença isto faz? Podemos estar sentindo algo como... Eu li aquilo, mas nada aconteceu... Ou mais ainda... “Puxa o cara” insiste nisto, e não funciona. Nós vemos, ouvimos tudo o que acontece no Planeta, mas nós sentimos? Não. É nossa culpa? Claro que não. Eu ou você não estamos preocupados, ou tristes, por exemplo, com o que aconteceu no Japão? Ou no Rio de Janeiro há alguns meses? Claro que sim. Mas o que podemos fazer além de pensar no tema? Nada. Fala sério. Você pode fazer alguma coisa contra o descaso? Não. Pediram para doar dinheiro para o Japão. Por quê? As seguradoras, vão pagar mais de US$ 4 bilhões aos Japoneses. Será que se eu ou você doarmos alguma coisa isto fará diferença? Nenhuma. A grande maioria do povo do primeiro mundo tem Seguro de vários tipos, espécie e valores. Nós brasileiros, assalariados, seguro para a grande maioria, é quando você está dentro de casa: - seguro.
Mas por que eu vou doar? Para me sentir menos culpado? Mas culpado de quê? Do terremoto? Eu não posso sentir-me culpado; nem você, nem ninguém. Tristes? Claro! E é este compadecimento, este sentimento de piedade, é que nos retira da realidade. Em um País como o Brasil onde você trabalha mais ou menos 5 meses para pagar impostos, isto é cruel. Nós brasileiros vivemos fora do alcance do que é saber sermos fraternos, e ainda assim, o somos. Se existe algum povo que atravessaria "a nado" o Pacífico para ir até o Japão, estes somos nós, os brasileiros.
Isto tem um pouco da síndrome de Rei, ou de Rainha. Pobres de nós, que fazemos cotação de mercado em mercado, ou de comercial em comercial para comprarmos alimentos mais baratos, ou aceitamos tomar medicamento para o sistema circulatório, de graça, ou por alguns poucos Reais.
Nós aqui estamos vivendo uma situação que nos desagrega do resto do mundo. E por sua vez, o resto do mundo, em cada um dos seus Países, vive uma situação semelhante; interrompido em suas ações por “n” razões, das mais plausíveis, até as mais aparentemente frívolas, nos “apartamos”, nos desviamos da iminente virada que o Planeta, e de resto toda a humanidade passa. E o sentimento que temos é, apesar de estarmos em uma multidão, é aquele que parece nos dizer que não somos ninguém; e se não somos, pouco podemos fazer. E de fato é assim que agimos, por que somos, o que pensamos ser.
A humanidade já combateu muito, já lutou demais, e chegamos ao mesmo lugar: - somos infantis ainda. Não conseguimos vislumbrar o mais distante, o mais além, então, estamos todos de forma ou outra, atormentados pelo dia-a-dia do Planeta e das coisas que estão acontecendo. Mal damos bom dia ao nosso vizinho e queremos sair correndo para salvar o Japão. No trânsito, parecemos um conjunto de loucos, insanos; os filmes, os jogos, as novelas, mostram aquilo que a grande maioria de nós gosta: - violência, sacanagem, patifaria, sexo. Essa parece ser a nossa luta, mas não é; a humanidade vai ter que evoluir, a um nível de consciência, onde a noção do conceito de CONVIVER é mais do que, estabelecer relações para através do caráter e do expediente ordinário e libertino do ser humano adulto atualmente e do ponto de vista fisológico, compreender que somente pela relação de AMOR, é que poderemos suprimir todos estes problemas. Do lado de lá, na idade adulta mental e da consciência evoluída pelo caráter do "eu me importo" da humanidade, existe um lugar muito cômodo, bastante adequado, completamente diferente de tudo isto que vemos hoje. Mas a porta é estreita, e é reduzida, por que nós mesmos a fazemos assim. Nem todos poderão estar lá, a caminho da maturidade da espécie humana. Muitos ficarão, por que precisam aprender mais e mais. Os que ficarem, estarão vendo seus irmãos passarem por esta porta, por que compreenderam que fraternidade vai além de mandar dinheiro, pão, vinho ou circo, e que viver em comum, não é apenas dentro de nossas casas, mas é saber que nos importarmos com o resto do mundo, de uma forma mais solidária, que é a de saber ouvir os conflitos afetivos que impedem ou afetam o equilíbrio de cada um, e se formos convocados, ajudarmos, apenas...ouvindo, já será um alento. Muitos de nós querem apenas o seu ouvido, a sua atenção.
Está chegando a hora de soltar no chão a espada; baixar o escudo; mas este, é o momento que o inimigo mais gosta... Quando nos tornamos anjos. Mas nós passaremos pela porta.

terça-feira, 8 de março de 2011

PODE O CASAMENTO SER CAUSA DE DEPRESSÃO?


Sim, certamente que sim; um casamento mal sucedido, e de longa data, pode trazer depressão a um dos parceiros pelo menos ou a ambos. Uma relação mais simples, como um namoro ou um noivado, também problemático, traz melancolia a um dos parceiros ou ambos; a diferença entre melancolia e depressão, é que esta é uma doença incapacitante em função de problemas realmente orgânicos, de ordem fisiológica: - além da somatização por outros fatores, o cérebro deprimido não re-capta os neurotransmissores necessários ao seu bom funcionamento. Os neurotransmissores são responsáveis por enviar as informações entre as células do cérebro, os neurônios, através das sinapses cerebrais. Sem eles, a mecânica do cérebro não funciona, e sem cérebro, nada em nosso corpo opera com eficiência.

Já a melancolia, é uma tristeza profunda, mas, a mecânica, o funcionamento do cérebro, continua intacta. Intocada, o ser humano pode evoluir do estado melancólico para o estado normal, e é o que geralmente ocorre, pois a MENTE consegue encontrar os caminhos e soluções para enxergar a saída.

Um casamento de longa data, com muitos problemas enfrentados, e muitos por enfrentar, tende a levar o casal a uma antecipação da idade senil, exatamente pela incapacidade de auto-gerir sua própria relação, uma vez que a incapacitação temporária ou permanente de um dos parceiros impede a discussão da relação, e mesmo que ela ocorra, não fará muita diferença, face ao desinteresse pela relação que vem causando muita dor.

Não é incomum que muitos casais nesta situação, procurem amparo, em outros parceiros, até mesmo para testar a viabilidade da continuação da sua atual relação.

A depressão acaba com um dos mais importantes elementos químicos: - a feniletilalanina, um aminoácido essencial que é um antidepressivo natural importante, liberados pela sensação de paixão e amor para com outra pessoa. Sim, amar faz o organismo produzir e liberar este aminoácido no organismo, acabando com a tristeza, a sensação de solidão provocada pela relação conflitada, que promove a ruptura da relação por falta, de sensações “amorosas”. Alguns estudos apontam, o chocolate como sendo um dos alimentos que podem ajudar a liberar a feniletilalanina no organismo, mas obviamente que não vamos comer chocolate, para resolver os problemas de uma relação.

Mas pior do que uma relação conflitante e deprimida é a extensão em tempo, que pode levar a uma ruptura quase que definitiva da realidade, trazendo um dos parceiros ou ambos a um processo esclerótico, enrijecendo ainda mais a relação. Na mulher pode induzir a frigidez, que é um mecanismo natural que diz para a parceira se afastar da relação, sob pena disto causar mais danos ainda a MENTE, mas ao mesmo tempo não o suficiente para que tome a decisão de viverem sozinhos, cada um procurando seus caminhos. O medo, pela nova vida, é muito maior, do que o medo de enfrentar síndromes depressivas sazonais ou ocasionais, por que mal ou bem, o casal deprimido, sabe lidar com a situação, quando ela ocorre. A relação passa a ser um vício, um atendimento de emergência.

Ao mesmo tempo em que o amor e a paixão, pelo novo desperta a produção no organismo de elementos químicos que produzem euforia, bem estar, a ruptura de uma relação de paixão produz uma síndrome melancólica em pessoas que apenas viveram uma relação passageira, e uma síndrome depressiva tão intensa quanto o casamento problemático, naquele parceiro que sai ou saiu há pouco de uma união de longa data.

Uma situação muito ruim que um casal pode passar é pela convivência diária, onde não existe diálogo: - um dos parceiros ou ambos, até mesmo em função da incapacidade gerada pela depressão, ou por formação de origem, ou por qualquer outro fator, não consegue manter um diálogo, um embate real para discutirem seus problemas, e que ele ou ela sabem que ao final, o resultado é um só: - a separação, em nome da saúde do corpo e da alma. Mesmo que ainda exista amor, ele não consegue superar as diferenças provocadas pelo distanciamento de longa data provocado por desacertos em um casamento. E sem amor, não se constrói nada, nem mesmo a própria salvação, e por isto tem-se tanta dificuldades para encontrar um novo parceiro: - por que saímos de uma relação em busca de um parceiro, que seja igual à melhor parte da nossa vida e do nosso parceiro de origem, ou seja, buscamos aquela pessoa que conhecemos lá atrás, e ainda por cima, individualmente querendo ser, quem éramos há tantos anos atrás; quer dizer, impossível realmente.

Um casal nesta situação pode continuar e superar este estado? A resposta também é, sim, certamente que sim.

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