AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

ANESTESIADOS!?


Como dormentes de trem, que deixamos tudo e todos a qualquer tempo e hora, de Sol a Sol passar sob nossas cabeças, fomos ensinados a entender ou aceitar que tudo tem um fim; um inicio, um meio, e um fim. E nesta jornada antropomórfica, até o Universo o homem tem e a pretensão de dar um início, um meio e um final. Já conseguimos descobrir o início dele (com a duvidosa teoria do BigBang), e até prever seu final!

No entanto, não existe um só telescópio que fotografe a superfície da Lua, e mostre os equipamentos deixados pelos astronautas que lá chegaram.

Também, por conta deste infortúnio legado dos lobos aos cordeiros, até o conhecimento é digno apenas de quem chega ao final. É, isto mesmo, você somente vai saber se fez a coisa certa, depois que errou ou acertou. E aí está um dos maiores entraves da vida do ser humano: - ele não sabe planejar, nem antecipar, por que isto é coisa de sábios ou videntes. Se acertou, ótimo um gênio, mesmo que tenha levado 60 anos da sua vida, chegando ao final com um miserável salário de abandono, nas filas do sistema de saúde e pedindo clemência por um fim sem dor, já que sabemos que ele é inevitável, que seja, razoável; e tudo isto em um País que pode ATÉ pagar sua dívida externa e empresta dinheiro ao fundo monetário internacional. Pelo menos, é o que diz a mídia. Você já leu, não leu?

Por conta disto, e facilitando a vida dos lobos, nós os cordeiros saltitamos felizes e contentes campo à fora, por mais um dia de ensinamento, colocando mais um tijolinho em nossa escalada ao grande conhecimento. Oh! Que meigos somos.

Por conta desse entendimento social, resguardado pelos lobões mais velhos, pois que se a idade chegava algo precisavam ter para continuarem sendo ouvidos e respeitados, o conhecimento máximo, aquele que tudo e a todos desvendaria, era de propriedade dos maiores e mais grandiosos ensinamentos... Só no final.

Tanto que, hoje, somente que está do lado de lá é quem possui conhecimento, sabedoria, e que pode ajudar os cordeirinhos do lado de cá, a entenderem melhor suas misérias, não sem antes, claro, todo este fulgurante saber do além, passe pelos lobões que estão do lado de cá.

Como a sociedade “lobosa” (ou a matilha da humanidade, como queiram) tornou-se especializada ao longo dos anos, por que não dá, nem nunca deu atenção a isto, executavam suas ações inteligentemente, pensando no dia de hoje, sem esperar para daqui a 50 anos, tornaram-se nossos donos e proprietários.

Hoje, mais do que nunca somos escravos de nós mesmos, por que nós permitimos receber o conhecimento, o tratamento, a educação, a orientação, e a administração da “lobagem” humana (ou a matilha da humanidade, como queiram).

Mais imposto? Pagamos. Menos salários? Aceitamos. Nível de escolaridade baixa? Achamos ótimo, as provas são mais fáceis!

Enquanto isto o resto do mundo cria, desenvolve e produz aos borbotões, tecnologia.

Quando você lê na Internet coisas como: - “que horas tomo minha pírura”, ou “posso iscaniar várias vezes”, ou ainda “minha noiva tem talento para o sexo, por isto tô apaixonado” (sério), você realmente, se tiver entendimento, vai saber que, muitos de nós não temos condições de promover uma mudança na biota social, por que simplesmente não possuímos o conhecimento necessário para moldar o meio e alterá-lo, pois o maior elemento de transmutação é a linguagem, a expressão; sem ela, você não aprende nem matemática, quanto mais lógica; e lógica é essencial para planejar, até mesmo, a mudança necessária. Você está nas mãos dos “lobéculos” (ou a matilha da humanidade, como queiram); alguns anos atrás, quando a Internet não era comum a grande maioria (por que a Internet teve um boom nos últimos anos? Você sabe?) pediram-me uma rápida pesquisa sobre “hister”, um “maluco” que teria feito um “enorme guerra” há “uns anos atrás”, para compor a monografia de conclusão de Faculdade!

Atrás da salvação, corremos todos, mas como bons cordeiros que somos ela está somente lá no final, ou após um domingo no culto preferido, de joelhos, oramos e pedimos proteção. Depois então, os lobos, sentam a tramam contra a sociedade em que vivem, em benefício próprio.

O nosso momento, nunca é o aqui ou agora. É preciso padecer muito para atingir a tal felicidade, enquanto isto vamos, ano após ano, todos os felizes e saltitantes cordeirinhos, suando sua pele por debaixo da lã, que aguarda, ano a ano, ser cortada servindo de recurso aos poderosos. Massa é o que somos, e nem somos de cozimento rápido

Por isto, estamos ineptos, inaptos e impotentes, frente a tanto caos, como por exemplo, o que aconteceu no Rio de Janeiro. E não para citar um caso exclusivo, e dolorido, mas para mostrar que não conseguiremos melhorar este estado de “incapacidade” social. Pouco adianta ficarmos berrando e gritando. Estamos des-socializados e despolitizados. Despolitizado não é aquele que não tem partido, ou odeia política. Despolitizado é o cidadão que não se compromete em trabalhar para modificar a sociedade em que vive, unindo-se aos iguais sem interesses pessoais, o que é, digamos, utópico.

O homem é o algoz de si mesmo. As árvores, os rios, a natureza enfim, não escraviza o homem; o Sol, a Lua, qualquer Planeta, os animais, não são desumanos entre si; muito ao contrário. Colocou o homem no meio, pronto, já deu problema. O homem é o problema do homem. É ele quem fere, machuca, amaldiçoa, corrompe e se deixa corromper. O homem é o desatino da humanidade. Tira-se o homem do Planeta Terra, e ele se cura; não é a toa que estamos sendo tratado como uma infecção.

Muitos não conhecem, nem querem saber: - somos parcela de muitos constituintes, somos imateriais também, temos alma, e precisamos alimentar nosso espírito, mas cultuamos e tributamos, em muitos casos, cem por cento dos nossos dias, ao materialismo. Muitos de nós somos preconceituosos, chegamos a beirar a imoralidade pela falta de noção que temos em relação ao nosso semelhante. Por conta de tudo isto, somos claro, infelizes. Ninguém pode ser útil o dia e o tempo todo somente para si; ninguém consegue ser feliz sozinho.

Esquecemos a fraternidade, esquecemos irmãos, pais, tios, avós, enfim, e vivemos escravizados, pela matéria, e por conta disto, somos apenas, corpos que andam.

Assim, não mudados nada, a não ser de um cômodo para outro da casa, ou de um buraco para outro, ou ainda de um galho para outro.

A música está tocando de novo; você não vai dançar?

domingo, 23 de janeiro de 2011

STAND BY - NÃO INTERAJA


Para sobreviver.

Em alguns momentos das nossas vidas é necessário apertar o botão de standy-by e manter-se em estado de vigília, concentrando-se em pouca ou nenhuma coisa.

Isto é tão importante, quanto um bom sono, uma refeição saudável.

Não interagir, é um procedimento simples, mas muito antipático. Nossa mente exige às vezes, e o cérebro faz por conta própria. Desliga você do mundo. Sabe aqueles dias em que as pessoas perguntam se você bebeu, e é de tarde?

Pois é, este é o sistema autônomo do cérebro, respondendo aos anseios da sua mente: - Desligue, não interaja.

Sabe aqueles dias em que você tem certeza que digita a senha correta para entrar no site e não funciona? Pois é, você está precisando entrar em standby.

Até mesmo olhando fotos, você interage com aquelas pessoas, com algumas mais com outras menos, e é diretamente proporcional ao nível de conhecimento entre vocês. Quanto mais você conhece alguém da foto, mais você interage com aquela pessoa. Conscientemente você saberá e ela, subconscientemente. De repente, a pessoa da foto pode vir a lembrar de você, por alguns instantes, e nem saberá por que.

Não faça perguntas, não as responda. Ligue o automático e vá em frente, por que é o que você precisa. Parar, desligar os sistemas, ficar em baixo nível de consumo de energia: - Stand By. Ouça sua respiração, os batimentos do seu coração. Faça uma vistoria interna na mente e no seu corpo, isto mesmo, passe toda sua visão por todos os órgãos do seu corpo. Depois externamente, do dedo do pé, até os fios de cabelo.

Teclar no computador é interagir com a máquina, e dali para frente é interagir com o meio, além da máquina: - as redes sociais, os emails, as fotos, os vídeos, as notícias. Já percebeu o quanto seu cérebro processa enquanto navega na Internet?

Pois é, tudo isto é gasto de energia.

Interagir com as pessoas, então nem pensar. Bateu na campainha, esqueça; não atenda, senão você sai do standby. Abriu a porta, falou, interagiu, já começaram os problemas.

E o que estamos buscando é a neutralidade, é afastar-nos de mais problemas. Por incrível que possa parecer, nós somos os problemas das outras pessoas e as outras pessoas são os nossos problemas.

Exatamente, por que como seres sociais, somos infantis, não sabemos interagir sem termos que penetrar muitas vezes no íntimo das pessoas, afetando sua privacidade. Somos aquelas pessoas que precisam fazer visitas, sabe? Somos uns chatos-de-galocha, e insistimos, insistimos em penetrar no mundo particular alheio. Então vai lá, faça sua visita ou atenda a porta.

Televisão? Nem ligue. Standby é nível de energia apenas para as funções básicas. Certamente muitos que estão a sua volta, vão achar você uma pessoa, extremamente inconveniente, e você estará sendo mesmo, senão não vai funcionar. Você vai estar um lixo, cansada, precisando desligar, mas sempre vai ter um cutuco na volta para importuná-la: - ou é noticia na TV, ou é uma conversa sem graça, um parente que diz uma piada que você tem que puxar uma risada do fundo do dedão do pé, ou um assunto do tempo dos dinossauros.

Às vezes você reencontra uma amizade que há dez anos não via, não se falavam, por motivos quaisquer, geralmente pela distância o que é mais comum, e a primeira coisa que vem na conversa, é: “-Precisamos colocar em dia estes dez anos!” Não tem nada para colocar em dia. Vocês não falaram nada nestes dez anos, vai colocar em dia o quê? O de 20 anos atrás? Vocês vão ficar caducos contando história antiquada enquanto o mundo passa à volta dos dois. O maravilhoso de reencontrar alguém é que vocês podem RECOMEÇAR uma história, tendo por base uma sólida amizade! Isto é que é o original. Mas não agora. Agora você está em StandBy, não é mesmo?

Desligar é acenar com a cabeça para SIM ou com o dedo indicador para NÃO. É não questionar, não argumentar, não falar absolutamente nada. Argumentou, respondeu, questionou, deu confusão. Começaram os problemas. Pronto, cada um quer uma coisa, já você não está mais em standby, ou hibernando.

Quando eles descobrem que você saiu do estado de baixo consumo de energia, pronto, cada um vem com o seu problema, e você interage. Seu nível de estresse sobe, sua pulsação sobe, sua ansiedade sobe, e sua auto estima começa a baixar.

Agora eu sei como e por que meu notebook é mais rápido na inicialização, simplesmente por que ele não inicializa, ela está sempre hibernado, então o sistema operacional, sempre online, com gasto mínimo de energia. O interessante, é que os homens fazem as máquinas a sua imagem e semelhança, mas não conseguem fazer o que elas fazem. Pelo menos o mínimo nós poderíamos fazer, como por exemplo, hibernar por algumas horas, ou de um dia para outro.

Se você acredita que tem energia suficiente para não precisar entrar em standby, verifique antes se está ligado na bateria ou na tomada. O consumo é o mesmo, portanto na bateria, você vai se acabar antes do tempo.

O nosso sistema autônomo é fantástico: - ninguém o programou, mas todos os dias a determinada hora, ele hiberna, entra em standby. No entanto, neste caso, você não será um chato, por que TODOS estarão fazendo a mesma coisa, e quando TODOS fazem a mesma coisa, então está certo, não é mesmo? Pois é, somente quando fazemos as coisas sozinhas é que passamos a ser inconvenientes.

A melhor programação é quando se vive a dois, ambos combinarem um standby. Isto mesmo, dois autômatos, zumbis, pela casa. Em quantidade maior que dois, é simplesmente IMPOSSÍVEL tentar um standby, por que nem todos estão no mesmo nível energético, e certamente vão querer efetuar outras atividades. Podem até começar, mas vão atrapalhar a sua hibernação.

Standby, não é deitar e dormir. Standby é executar o mínimo de atividades que seriam necessárias para uma tarefa, e concentrar o mínimo de esforço em cada uma delas. Standby é não interagir com ninguém, é tornar-se invisível por algumas horas, ficar neutro, nem positivo, nem negativo. Se possível, e não é ridículo, coloque uma placa no pescoço ou um adesivo na camisa: - EM STANDBY.

Mas atenção, cuidado! Standby de um dia para o outro, pode causar separação.

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