AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

SONHO QUE SE SONHA SÓ

Pessoas capazes de tirar os teus sonhos geralmente são aquelas que estão mais próximas de você. Elas conhecem os meandros da tua mente, suas “cacacas” mais escondidas, e muitas vezes se valem destas falhas para arrasar suas pretensões. É o tipo de pessoa que te lembra que você não sabe guardar nem uma chave, que expõe suas fraquezas para uma multidão, e que muitas vezes zombam dos teus anseios, dos teus desejos como sendo desprezíveis, e tudo o quanto imaginas ou pensou um dia, não passou de pura vulgaridade.
Pessoas capazes de tirar os teus sonhos são aquelas que se acomodam, que perdem o brilho, que se transformam em puros mártires de si mesmos, insatisfeitas perdem a capacidade de estar contigo para estar contra ti.
Pessoas capazes de tirar os teus sonhos são aquelas que vivem uma tristeza como se fosse uma alegria, mas não tem capacidade para expurgar o seu próprio sentimento por medo do desconhecido.
Pessoas capazes de tirar os teus sonhos são aquelas, que encontram efêmera alegria em outros contos, outros cantos, outras palavras, outras letras, mas não conseguem abstrair para si mesmas um pouco desta alegria.
Que nome se dá as pessoas capazes de tirar os teus sonhos e que fazem o melhor esforço para minimizar teu passado, transformar tuas experiências em coisas banais ou comuns, e que tiram todo o brilho e intensidade de momentos importantes para você e que pulverizam tuas lembranças como se nunca tivesse existido?
Eu acho que estas pessoas são pessoas que perderam seus próprios sonhos.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

DIGA-ME: - O QUE POSSO FAZER?

Eu já tenho idade suficiente para não gostar do que não gosto, e a mesma idade para gostar do que eu gosto. Sem meias palavras. Sou gentil, educado, de boa forma (redondo); um “insano” ao quadrado quando acredito que tenho razão, e um anjo ao cubo quando me falam com educação, conhecimento e causa que estou errado.
Não tenho não uso, e não me sinto à vontade, com pessoas que precisam criar um personagem para encontrar outras pessoas. Eu não tenho máscaras, mesmo por que não sou mais fã do Carnaval. Percorria 325 km para “carnavalear” e disparo os mesmos 325 km para ficar o mais longe possível, e se não der, vou para uma dobra mental espaço-temporal, mesmo estando há poucas quadras do melhor carnaval do interior do Rio Grande do Sul.
Se eu não quiser ver você, você não vai me ver. Isto não quer dizer que estou doente, louco ou internado. Quer dizer que não quero ver você. Apenas isto. E é fácil de entender, mas eu sei que é mais difícil de compreender ou aceitar.
Se eu quiser ver você e você não quiser me ver, eu vou compreender e aceitar, ambas ao mesmo tempo, e se você é especial para mim, continuará sendo, por que o seu desejo o meu desejo é como uma necessidade fisiológica e eu não posso ficar brabo ou indiferente com você por que você quis ir ao banheiro. É a mesma coisa, entende? Não? Bem, então eu não sei o que fazer.
Na final da década de 90, do século XX, todo mundo me achava o maior maluco do mundo por que eu estava conectado na Internet. Isto foi exatamente em 1997, digo, a partir de 1997. Ok está certo, a Internet era movida a carvão e terebintina (que eu não lembro mais o que é, mas sei que inflama e pega fogo), mas funcionava e era legal. Ficavam doidos ao saber que eu começava às duas da tarde de sábado, por que a Internet era discada e pagava-se um pulso apenas, e só desconectava domingo a meia-noite. Eu tinha medo de ser queimado em praça pública. Quatorze anos depois, ou a minha loucura era um vírus e todo mundo pegou, ou eram eles que estavam loucos, por que hoje se preocupam se você NÃO TEM INTERNET, nem Facebook, Gmail, Twitter, Orkut, Youtube, Blogger; se você ficar 1 dia apenas sequer, um único e miserável dia de toda a eternidade sem Internet acreditam que você é da idade da pedra e tem tijolo na cabeça, ou não pagou a conta do provedor. Nunca que você viajou, cansou, não quer ver a tela do computador, resolveu ver um filme, ou mandou tudo plantar batatas.
É a insofismável leveza do ser, que, aliás, até hoje não sei exatamente o que quer dizer, mas respeito. 
Bem, então é isto, se você não me vê na rua, eu tenho casa, ou webcam. Se você quer bater um papo, eu tenho o chat do Bill Gates, e do Mark Zuckberg. Quase sempre estou off-line, por que eu não sei, não consigo mais inventar conversa, me desculpe. Então eu vou ser um chato de galocha, se eu começar a escrever monossilabicamente e você vai achar que eu estou com algum problema. Celular também. Eu só falo mais de um minuto se for muito importante, mas muito mesmo, caso contrário eu não passo de um minuto. Não é que você não seja importante, você é importante, mas mais de 1 minuto, fica muito chato.
Telefone convencional não atendo, por que me oferecem planos fantásticos e mirabolantes que é capaz de eu conseguir ter uma Internet que conecta à Marte e um telefone que posso falar um zilhão de minutos sem pagar. Então esquece, por que eu não acredito nisto, e nunca vou saber se é você, ou um maluco me oferecendo uma “estrabudega” destas quando toca.
E tem os que cobram conta que já paguei, “os sem noção”; uns que você propiciou e intermediou um excelente negócio para a vida, não recebeu comissão, ajuda de custos nenhuma, e o sujeito inventa meses depois um “treco” que você ficou devendo uma “promessa de santo”, e cresceu com juros e correção, lá em “toba”. Vai prá “toba você também”.  Estes são os mais chatos, por que lhes falta noção e isto não têm cura, só um transplante parcial de cérebro, sem doadores.
Tem também pessoas que devem e querem fazer um acerto, então elas conversam meia hora, e em 10 segundos te dizem que só podem pagar no mês que vem. E no mês seguinte, fazem a mesma coisa.
Então, como eu disse, esquece o convencional, mesmo por que é “caro prá chuchu” como dizia meu pai; liga pro celular, mas já vou avisando, eu só atendo se estiver na minha agenda. Numero desconhecido eu pesquiso no Google. Ah é, já ia esquecendo o Google: - a Biblioteca de Alexandria, reencarnada.
Bem, então é isto, não adianta dizer que veio aqui e não me viu, como dizem os americanos, “bullshit, I can´t believe” (bosta, eu não acredito!).
Se você me vir na rua, e quiser falar comigo, tira a blusa, sacode na frente, por que eu também não tenho o costume de olhar para os lados, só quando vou atravessar a preferencial, não tenho obrigação de ver você por que meus olhos são voltados para frente!
Gosto de conversar, não gosto de jogar conversa fora, por que então nós vamos fazer um lixo à nossa volta? Sim por que se ela foi fora, é por que a tal conversa, não prestava. Não concorda?Quem vai limpar nossa conversa colocada fora? Os garis?
Não! Esqueça! Vamos falar de coisas que nos façam rir. Eu quero rir.
Não pense que eu sou chato, convencido ou pretensioso. Nada disto, eu apenas exprimo uma necessidade, um desejo; é como uma crença entende? Isto não quer dizer que eu não respeito sua forma de pensar em relação a mim.
Se você me abanar, e eu ver, eu vou me atirar com as duas mãos. Se você me virar o rosto, esquecerei se é masculino ou feminino, por um breve tempo eterno. Se eu escrever para você, eu você nunca responder, é por que você é analfabeto ou não gosta de mim, então, nos esqueçamos. O que eu não posso é pensar que você imagina que eu sou aquilo que VOCÊ PENSA que eu sou. Eu não sou; eu sou aquilo que EU SEI o que sou, e você não aceita ou não quer.
Quanto a isto, não posso fazer nada.
Abração! 

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Deus e os vampiros

A fotossíntese é o processo de criação e sustentação de toda a vida na atmosfera livre do Planeta. Sim, isto mesmo! Eu estou falando do Sol! Abra a janela, e olhe para cima: - Está vendo? Sim? De lá vem toda a vida na Terra! Do Sol! Toda a riqueza que existe sobre a Terra: - nossa alimentação, o ar que respiramos a roupa e os sapatos que vestimos nosso trabalho, enfim, o que você imaginar, estará vindo do Sol, em oito minutos. Sem fotossíntese, não existe VIDA! Toda a riqueza, material e espiritual, que você puder construir em sua vida, dependem do Sol. Sol brilhante Sol! Quem te fez, brilha infinitamente mais!
A transferência de riqueza entre gerações, igualmente, está sujeito ao Sol. O Universo é a origem do Sol; a energia das plantas depende da fotossíntese, que depende dos raios solares; das plantas, origina-se toda a vida que conhecemos na Terra, sob a atmosfera livre; O Altíssimo é o Criador do Universo onde está incluso o Sol, que neste momento banha teu corpo. Poético, não? Para elevar-se espiritualmente, é preciso desengrossar a alma, através do CONHECIMENTO; é preciso que a porção espiritual do teu ser cresça. Quando isto acontece, você começa a desfrutar das riquezas universais, materiais e espirituais, sem sofrimento, e isto é definitivo! Quando acontece, você transfere essas “riquezas” para seu clã familiar, geração após geração!
O problema são os vampiros. Acostumados com a sombra e a escuridão, vivem em tocas, cheiram seu próprio guano, e saem em bando atrás de você. Enquanto você procura a comunhão com a Criação, durante o dia, os vampiros, tramam onde encontrá-lo durante a noite e como poderão sorver todo o seu sangue e transformá-lo em mais guano. Eles esperam que você mostre o caminho, eles não aguardam que você morra tão cedo, para poderem continuar usufruindo mais e mais. Mas se você tiver algo ainda maior a oferecer, eles tramam sua morte, nas profundezas das suas cavernas e tocas; tramam, “tramóiam”, entre eles, e com outros, para que você definhe.
Anjos voam em pares, vampiros voam em bandos, por que são inseguros, fracos, pequenos, e são necessários muitos para taparem a luz do Sol. Vampiros deixam você ansioso, com fome, brabo, irritado, nervoso, furioso. Eles querem sangue com adrenalina! É mais forte, é mais gostoso, é diferenciado. Vampiros têm os dentes finos, um sorriso disfarçado. Vampiros saem das tocas e vão à missa, a Igreja, ao Culto, rezam e pedem: - mais pescoços; vão ao mercado, ao shopping, dirigem, e tem até profissão. Pela sombra e pela escuridão, se movem. É, vampiro também é gente, ao menos em corpo, por isto é tão difícil diferenciá-los.
Vampiros têm um frágil espírito. Por isto eles saem à noite. O Sol queimaria sua tênue “alma”, e alguns perderiam toda a sua delgada esperança, de um dia pensarem a respeito da sua jornada em busca da Criação, sem usar o alheio.

Deus, por favor, salva os vampiros, senão eles vão acabar com a fotossíntese!

...o Universo é vida; tudo o que se move, tem energia. Tudo que tem energia tem força. Tudo o que tem força move o Universo...  

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

LIBERDADE E LIVRE ARBÍTRIO

Você, eu ou qualquer um sobre a face desta Terra, não temos. Se alguém lhe disse que você é livre, independente e tem livre arbítrio, sinto muito, mas nem independentes, nem livres. Nem aqui, nem na América do Norte, África, nem na Europa, Ásia, Oceania; nem em qualquer lugar deste Planeta.
Nós apenas seguimos o curso, o caminho.
Só existem duas coisas que você pode dominar aí dentro de você: - é estar de um lado, ou de outro ou ir para um lado, ou para o outro, sob vários sentidos e aspectos; comer isto ou aquilo; comer ou não comer, ou não poder comer; ser amável e bondoso ou ser detestável e repugnante. Isto, ninguém pode tirar de você. O resto mais, nada é por sua escolha. E todos estes conceitos têm um sentido para mim e outro para você, por que só eu ou só você sabemos o que é bom, para nós.
E, uma das maiores dificuldades do ser humano é saber escolher e fazer uma boa escolha, por que não nos damos ao trabalho de prever e planejar. Não faz parte das nossas vidas, planejar, por que se tornou tão impossível fazer isto, que foi deixado de lado. Pouco adianta eu planejar a minha vida, num ambiente caótico. Pouco adianta eu planejar meu dia-a-dia, se eu sei que você não planejou o seu e em algum momento nós vamos nos encontrar, e o seu ou o meu desajuste vai acabar com toda a expectativa de uma boa escolha.
Se você pensava que livre-arbítrio era liberdade, enganou-se. Pense no que você quer fazer agora, e faça: - Não trabalhe amanhã viaje e diga ao seu chefe que voltará em uma semana, ou ligue dizendo que vai ir somente pelo dobro do salário; não vá à escola, não pague suas contas, diga o que pensa e o que não pensa para a pessoa que você mais detesta. Sim, de fato você pode, mas ainda continua não sendo independente nem livre, simplesmente por que você não está só. O seu senso de independência, e as suas decisões certamente vão influenciar a vida de muitos. Você precisa estar pronto e preparado para isto. Por que o chamado, a responsabilidade, a cobrança, ela vêm. A galope.
Confundimos livre-arbítrio, com algo que nem conhecemos: - liberdade. Livre-arbítrio é o poder que temos de escolher nossas ações. Sim, isto nós temos, mas não quer dizer que as nossas opções sejam as mais acertadas. Nós fazemos nossas escolhas baseado em nossas analises e em nossas relações com o meio que vivemos.
Geralmente damos preferência aquelas que exclusivamente vão nos beneficiar. Muito poucos tomam decisões ou fazem escolhas em prejuízo de si mesmo ou para beneficiar ou mesmo considerar, a outros. Estes são os “boa-fé”, “os fraternos”, os trouxas.
Nosso parecer, nosso juízo, nossa opinião, vontade e determinação são exclusivamente escolhas, EGOÍSTAS, e temos a cara de pau de chamar isto de “livre-arbítrio”.
Só para terminar: - você ainda pode escolher ser bom ou ser ruim. Ser bom é difícil; ser ruim é fácil e gasta pouca energia. Ser bom é construir algo para muitos escolhendo não para si, mas o melhor para os outros.
Enfim, o mundo precisa de uma quantidade maior de “trouxas”? A sua resposta, é uma escolha, e conseqüentemente uma decisão.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

A TERCEIRA TORRE

Estou aqui sentado, num quarto escuro em frente a tela iluminada do meu netbook, num dos invernos mais rigorosos do Rio Grande do Sul, tão forte que eu não tenho lembrança de  outro tão frio, nem nos meus tempos de guri. E neste frio, eu fico a pensar muitas coisas, e uma delas é  como tanto mudou tão rápido nos últimos 10 anos. Uma pequena mesa, e uma lanterna com lâmpadas azuis, estas de LED que consomem pouca energia das pilhas. Um avanço em se tratando das lanternas de antigamente. E existem outras ainda mais modernas que nem pilhas usam é o que ilumina, no momento, o meu caminhar, se necessário, em meu quarto.
Fico pensando, como tudo é tão diferente nestes últimos dez anos, como passou tão rápido e tento encontrar no tempo, no passado, onde é que tudo começou. Eu não sei se você sente, mas eu sinto, a vida e as coisas que fazemos hoje, são muito mais intensas, mais rápidas, mais onerosas, mais densas, mas ao mesmo tempo, mais inovadoras; tudo acontece tão rápido e eu localizo no espaço-tempo um portal que remonta há exatos dez anos.
De lá prá cá, eu comecei a observar um mundo novo, que não respeita mais a individualidade e que nos joga frente a frente, como se nos obrigasse ao questionamento. Tudo é tão rápido, as mudanças são bruscas, aceleradas, hoje é uma coisa, amanhã ou em uma semana, toda uma paisagem pode estar completamente mudada.
Você sente isto? Eu sinto. Eu vejo um mundo, há dez anos, mais simples, com tanta coisa por descobrir; eu vejo a simplicidade e até mesmo a ingenuidade de programas de TV, as novelas, com tramas simples, sem embates na preferência sexual, um mundo que usava drogas, sim, mas que não eram tão avassaladoras como como as de hoje, arrasando famílias e pessoas.
Eu vejo o velho, as coisas do mundo velho, caindo rapidamente e outras, tão mais fortes ou mais intensas tomando o lugar destas.
E nós? Nós temos futuro? Conseguiremos absorver estas mudanças? Ou cairemos junto, como sendo nós a terceira torre? Que futuro nos reserva estas mudanças e de onde elas vêm, e para onde nos levarão? São dúvidas intensas, que não nos dão nem tempo de parar, analisar, pensar e tomar uma decisão. É chegada a hora de decidir apenas com base em nossas experiências anteriores. É quase como apenas “sentir” e tentar decidir.  Será que temos capacidade para decidir assim, tão rápido? E mesmo que tenhamos, poderemos acertar, ou ainda precisaremos errar tanto para um dia encontrarmos o melhor caminho? Será que errar faz parte do nosso crescimento? Será que Deus está participando deste processo? Disto eu não tenho a menor dúvida, mas quanto mais e por quanto tempo poderemos suportar? E se não pudermos, o que será de nós?

Fotos antigas nos mostram um mundo mais “duro” mais rígido, os dias tinham mais tempo, e o tempo era o senhor das nossas decisões. Hoje nem tempo temos mais. Quem tem tempo disponível, é hoje um sujeito rico.
Como é seu dia-a-dia? Você participa do crescimento de um grupo, de uma família, de uma sociedade, ou você está afastado, e vivendo exclusivamente para si? Qual é a melhor opção? A primeira ou a segunda? É melhor estar conectado com todos os avanços mais recentes da tecnologia e da espiritualidade, ou é saudável manter-se um pouco ou totalmente afastado de tudo isto para não surtar? 
Acho que depende da nossa capacidade juntamente com o desejo de querer saber. A verdade é que mudamos rapidamente: - O mundo está indo rápido, resta saber se não seremos nós a terceira torre a cair, e se devemos de fato cair e sobre os escombros recolhidos, construir-se algo novo, pois seja o velho derrubado ou novo construído, a mudança está vindo, e não é devagar.
Para quando devemos estar preparados, e quanto precisamos estar prontos? São estas dúvidas, sem respostas que nos remete a entregar tudo para a Criação, é o momento de crer, de ter fé, pois nunca acreditamos muito mesmo, mas agora mais do que nunca, me parece que a maior verdade e a opção mais sã, é esta: - Crer num novo amanhã, onde estas vicissitudes se dissipem, tornando-nos seres melhores, ou nos finalizando em definitivo como espécie. 
Mas nunca como almas, estas, retornarão para o Criador.

domingo, 17 de julho de 2011

A FORÇA

Se você gosta realmente de alguma coisa vai se esforçar por torná-la realidade.
Atribuido à Cher (nome artístico de Cherilyn Sarkisian LaPiere - cantora, atriz, apresentadora, diretora, produtora cinematográfica e musical e empresária estadunidense.)

quarta-feira, 30 de março de 2011

Vida longa aos noivos!


Uma dos fatos mais inusitados nestes últimos tempos, em um mundo tão conturbado, foi um casamento na Serra Gaucha, onde os noivos e todos os convidados se vestiram ao modelo da animação de Shrek, fazendo com que a diocese revisse as regras sobre trajes. E eu não entendo por que isto desagradou a Igreja Católica. Na Idade Média, contrariando a tradição atual, o vestido de noiva não era branco, mas azul era o símbolo tradicional da pureza; “o traje da noiva deveria refletir riqueza, o poder e as tradições da família dela do que, por exemplo, a personalidade e os gostos. Assim, noivas de famílias abastadas usavam vestidos de cores fortes e tecidos caros, camadas de peles, veludo e seda”. A flor de laranjeira, uma tradição Islâmica foi trazida pelas Cruzadas, que regressavam da Terra Santa; Independentemente da classe social, o casamento era sempre um acontecimento grandemente celebrado.
E hoje, estes noivos vestiram a cultura do mundo que vivemos. Shrek pode ser apenas uma animação, mas por trás daquele “desenho animado” tem uma real história de amor, escrita por um iluminado autor; é uma animação que invoca a honra, o respeito, a harmonia, e... A fé! Sim, a fé em algo muito maior, capaz de aproximar os diferentes e as diferenças.
Os noivos celebraram o seu melhor momento. Viveram intensamente, sua época atual; casamento é festa, é alegria, é a consagração do Amor, abençoado por Deus. Se a fé está além do próprio corpo, por que não estaria da própria vestimenta?
Eu não creio que os noivos desrespeitaram a Igreja Católica. Muito pelo contrário, eu acredito que eles celebraram o que ela tem de mais belo, que é a capacidade de permitir, através da manifestação da alegria, aproximar-se de Deus, e Jesus. Neste caso, representado pelo Padre que procedeu a Cerimônia.
Obviamente que tudo tem limite, mas... Se todos estão de acordo, então é possível transgredir alguns limites legais, para tornar tudo mais alegre, mais fácil, e mais marcante!
A Igreja Católica deveria sentir-se honrada, por permitir que dentro da sua Santidade, Deus se fez presente, nesta alegria, nesta manifestação legítima daqueles que escolheram a fé Cristã, por produzir com louvor toda a exaltação de amor daquele casal, que nem conheço.
Não permitir marcar este rito de passagem como um ofensa, por que não se vislumbra nenhuma desconsideração ao Templo Cristão, não há desacato algum a Deus, muito menos depreciação a fé Católica, exatamente por que eles escolheram casar dentro da Crença e da Doutrina que acreditam. E em sendo assim, eles jamais usurpariam contra si mesmos, no dia mais importante das suas vidas.
Já imaginou se fosse possível casar de smoking preto e vestido branco, em plena Idade Média, quando as noivas vestiam-se de verde ou azul? “E no final da Idade Média, que a gravidez estava em moda e todas as mulheres tinham, no seu guarda roupa, uma barriguinha de grávida postiça, cuja indumentária era indispensável para uma noiva?”
Pois então, são os tempos!
E em momento algum nem na Idade Média, nem agora, nenhum casal deixou de publicar com louvor, este ato solene de união, abençoado por Deus, dentro de uma de suas moradas.
Vida longa aos noivos!
 

terça-feira, 29 de março de 2011

Nós passaremos pela porta

 Você sente que existe no ar, algo assim... Isto não é bem verdade... Ou ainda, você pode pensar... Que diferença isto faz? Podemos estar sentindo algo como... Eu li aquilo, mas nada aconteceu... Ou mais ainda... “Puxa o cara” insiste nisto, e não funciona. Nós vemos, ouvimos tudo o que acontece no Planeta, mas nós sentimos? Não. É nossa culpa? Claro que não. Eu ou você não estamos preocupados, ou tristes, por exemplo, com o que aconteceu no Japão? Ou no Rio de Janeiro há alguns meses? Claro que sim. Mas o que podemos fazer além de pensar no tema? Nada. Fala sério. Você pode fazer alguma coisa contra o descaso? Não. Pediram para doar dinheiro para o Japão. Por quê? As seguradoras, vão pagar mais de US$ 4 bilhões aos Japoneses. Será que se eu ou você doarmos alguma coisa isto fará diferença? Nenhuma. A grande maioria do povo do primeiro mundo tem Seguro de vários tipos, espécie e valores. Nós brasileiros, assalariados, seguro para a grande maioria, é quando você está dentro de casa: - seguro.
Mas por que eu vou doar? Para me sentir menos culpado? Mas culpado de quê? Do terremoto? Eu não posso sentir-me culpado; nem você, nem ninguém. Tristes? Claro! E é este compadecimento, este sentimento de piedade, é que nos retira da realidade. Em um País como o Brasil onde você trabalha mais ou menos 5 meses para pagar impostos, isto é cruel. Nós brasileiros vivemos fora do alcance do que é saber sermos fraternos, e ainda assim, o somos. Se existe algum povo que atravessaria "a nado" o Pacífico para ir até o Japão, estes somos nós, os brasileiros.
Isto tem um pouco da síndrome de Rei, ou de Rainha. Pobres de nós, que fazemos cotação de mercado em mercado, ou de comercial em comercial para comprarmos alimentos mais baratos, ou aceitamos tomar medicamento para o sistema circulatório, de graça, ou por alguns poucos Reais.
Nós aqui estamos vivendo uma situação que nos desagrega do resto do mundo. E por sua vez, o resto do mundo, em cada um dos seus Países, vive uma situação semelhante; interrompido em suas ações por “n” razões, das mais plausíveis, até as mais aparentemente frívolas, nos “apartamos”, nos desviamos da iminente virada que o Planeta, e de resto toda a humanidade passa. E o sentimento que temos é, apesar de estarmos em uma multidão, é aquele que parece nos dizer que não somos ninguém; e se não somos, pouco podemos fazer. E de fato é assim que agimos, por que somos, o que pensamos ser.
A humanidade já combateu muito, já lutou demais, e chegamos ao mesmo lugar: - somos infantis ainda. Não conseguimos vislumbrar o mais distante, o mais além, então, estamos todos de forma ou outra, atormentados pelo dia-a-dia do Planeta e das coisas que estão acontecendo. Mal damos bom dia ao nosso vizinho e queremos sair correndo para salvar o Japão. No trânsito, parecemos um conjunto de loucos, insanos; os filmes, os jogos, as novelas, mostram aquilo que a grande maioria de nós gosta: - violência, sacanagem, patifaria, sexo. Essa parece ser a nossa luta, mas não é; a humanidade vai ter que evoluir, a um nível de consciência, onde a noção do conceito de CONVIVER é mais do que, estabelecer relações para através do caráter e do expediente ordinário e libertino do ser humano adulto atualmente e do ponto de vista fisológico, compreender que somente pela relação de AMOR, é que poderemos suprimir todos estes problemas. Do lado de lá, na idade adulta mental e da consciência evoluída pelo caráter do "eu me importo" da humanidade, existe um lugar muito cômodo, bastante adequado, completamente diferente de tudo isto que vemos hoje. Mas a porta é estreita, e é reduzida, por que nós mesmos a fazemos assim. Nem todos poderão estar lá, a caminho da maturidade da espécie humana. Muitos ficarão, por que precisam aprender mais e mais. Os que ficarem, estarão vendo seus irmãos passarem por esta porta, por que compreenderam que fraternidade vai além de mandar dinheiro, pão, vinho ou circo, e que viver em comum, não é apenas dentro de nossas casas, mas é saber que nos importarmos com o resto do mundo, de uma forma mais solidária, que é a de saber ouvir os conflitos afetivos que impedem ou afetam o equilíbrio de cada um, e se formos convocados, ajudarmos, apenas...ouvindo, já será um alento. Muitos de nós querem apenas o seu ouvido, a sua atenção.
Está chegando a hora de soltar no chão a espada; baixar o escudo; mas este, é o momento que o inimigo mais gosta... Quando nos tornamos anjos. Mas nós passaremos pela porta.

terça-feira, 8 de março de 2011

PODE O CASAMENTO SER CAUSA DE DEPRESSÃO?


Sim, certamente que sim; um casamento mal sucedido, e de longa data, pode trazer depressão a um dos parceiros pelo menos ou a ambos. Uma relação mais simples, como um namoro ou um noivado, também problemático, traz melancolia a um dos parceiros ou ambos; a diferença entre melancolia e depressão, é que esta é uma doença incapacitante em função de problemas realmente orgânicos, de ordem fisiológica: - além da somatização por outros fatores, o cérebro deprimido não re-capta os neurotransmissores necessários ao seu bom funcionamento. Os neurotransmissores são responsáveis por enviar as informações entre as células do cérebro, os neurônios, através das sinapses cerebrais. Sem eles, a mecânica do cérebro não funciona, e sem cérebro, nada em nosso corpo opera com eficiência.

Já a melancolia, é uma tristeza profunda, mas, a mecânica, o funcionamento do cérebro, continua intacta. Intocada, o ser humano pode evoluir do estado melancólico para o estado normal, e é o que geralmente ocorre, pois a MENTE consegue encontrar os caminhos e soluções para enxergar a saída.

Um casamento de longa data, com muitos problemas enfrentados, e muitos por enfrentar, tende a levar o casal a uma antecipação da idade senil, exatamente pela incapacidade de auto-gerir sua própria relação, uma vez que a incapacitação temporária ou permanente de um dos parceiros impede a discussão da relação, e mesmo que ela ocorra, não fará muita diferença, face ao desinteresse pela relação que vem causando muita dor.

Não é incomum que muitos casais nesta situação, procurem amparo, em outros parceiros, até mesmo para testar a viabilidade da continuação da sua atual relação.

A depressão acaba com um dos mais importantes elementos químicos: - a feniletilalanina, um aminoácido essencial que é um antidepressivo natural importante, liberados pela sensação de paixão e amor para com outra pessoa. Sim, amar faz o organismo produzir e liberar este aminoácido no organismo, acabando com a tristeza, a sensação de solidão provocada pela relação conflitada, que promove a ruptura da relação por falta, de sensações “amorosas”. Alguns estudos apontam, o chocolate como sendo um dos alimentos que podem ajudar a liberar a feniletilalanina no organismo, mas obviamente que não vamos comer chocolate, para resolver os problemas de uma relação.

Mas pior do que uma relação conflitante e deprimida é a extensão em tempo, que pode levar a uma ruptura quase que definitiva da realidade, trazendo um dos parceiros ou ambos a um processo esclerótico, enrijecendo ainda mais a relação. Na mulher pode induzir a frigidez, que é um mecanismo natural que diz para a parceira se afastar da relação, sob pena disto causar mais danos ainda a MENTE, mas ao mesmo tempo não o suficiente para que tome a decisão de viverem sozinhos, cada um procurando seus caminhos. O medo, pela nova vida, é muito maior, do que o medo de enfrentar síndromes depressivas sazonais ou ocasionais, por que mal ou bem, o casal deprimido, sabe lidar com a situação, quando ela ocorre. A relação passa a ser um vício, um atendimento de emergência.

Ao mesmo tempo em que o amor e a paixão, pelo novo desperta a produção no organismo de elementos químicos que produzem euforia, bem estar, a ruptura de uma relação de paixão produz uma síndrome melancólica em pessoas que apenas viveram uma relação passageira, e uma síndrome depressiva tão intensa quanto o casamento problemático, naquele parceiro que sai ou saiu há pouco de uma união de longa data.

Uma situação muito ruim que um casal pode passar é pela convivência diária, onde não existe diálogo: - um dos parceiros ou ambos, até mesmo em função da incapacidade gerada pela depressão, ou por formação de origem, ou por qualquer outro fator, não consegue manter um diálogo, um embate real para discutirem seus problemas, e que ele ou ela sabem que ao final, o resultado é um só: - a separação, em nome da saúde do corpo e da alma. Mesmo que ainda exista amor, ele não consegue superar as diferenças provocadas pelo distanciamento de longa data provocado por desacertos em um casamento. E sem amor, não se constrói nada, nem mesmo a própria salvação, e por isto tem-se tanta dificuldades para encontrar um novo parceiro: - por que saímos de uma relação em busca de um parceiro, que seja igual à melhor parte da nossa vida e do nosso parceiro de origem, ou seja, buscamos aquela pessoa que conhecemos lá atrás, e ainda por cima, individualmente querendo ser, quem éramos há tantos anos atrás; quer dizer, impossível realmente.

Um casal nesta situação pode continuar e superar este estado? A resposta também é, sim, certamente que sim.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

HTTP/1.1 Server Too Busy


Poderia ser melhor.
Mas esta foi a mensagem que recebi ao clicar no link que me levaria a

http://msn.guiadasemana.com.br/MSN/film.asp?ID=11&cd_film=3350&cd_city=1

E que fala do filme ‘Bruna Surfistinha’ estréia nos cinemas, que conta a história de uma garota de classe média que decide abandonar tudo e se tornar garota de programa, protagonizada pela belíssima e talentosa atriz brasileira Deborah Secco.
Absolutamente nada contra a Bruna Surfistinha, ou sua história, nem conheço o conteúdo do filme. Pode até ter uma bela mensagem. Mas mesmo que tenha um final feliz, será que todas as jovens que saírem de casa para serem garotas de programa terão um final feliz? Como se supõe que o filme deve ter?
Há poucos dias li uma noticia em um jornal de grande circulação, que muitos professores possuem erros crassos de ortografia e gramática. Se somarmos isto a qualidade de ensino, e a recomendação para não reprovar, o futuro serão professores que terão ainda menos qualidade para ensinar outros tantos. E assim sucessivamente, não se sabe onde pode terminar.

http://www.oieduca.com.br/artigos/noticias/mec-vai-recomendar-o-fim-da-reprovacao-nos-tres-primeiros-anos-do-fundamental.html

Bem, quando não temos suficiente conhecimento, não sabemos quais são nossas possibilidades; sem saber quais são elas, não possuímos condições de escolha. Sem poder escolher, não saberemos o que é melhor para nós, então, qualquer coisa servirá. Da educação a alimentação, dos relacionamentos pessoais à convivência social, não seremos nunca agentes modificadores do meio em que vivemos, simplesmente por que não sabemos o que é melhor para nós, então não podemos implantar mudanças, por que não podemos criar; Não conseguimos discernir, passamos a ser apenas operários de uma nação, a trabalhar de sol a sol e pagar impostos; volta e meia, meia volta, o circo abre as portas, e o povo, nós, vamos assistir. Como robôs, a nossa vida é “incutida”, e as idéias deles, passam a ser as nossas.
A sugestão subliminar via mídia total (Internet, TV, Jornais, Rádios), aliado a uma latente falta de educação, nos diz que o filme da Bruna Surfistinha, é um filme bacana, a ponto de nos convencer, se o final for bom, que não há problemas se nossas filhas forem garotas de programa para se sustentarem. Vai “passar batido”, em função de uma das atividades e profissões que este Brasil tem de melhor: - Cássio Gabus Mendes, Drica Moraes e Guta Ruiz no elenco do filme, continuam a mostrar a capacidade de interpretação e talento artístico que poucos Países no mundo, incluindo os Estados Unidos, e sua indústria de filmes, possuem que é a habilidade nata, Divina, dos atores, de incorporar nítidamente um personagem e viverem a vida deles, como se eles fossem.
Por isto, eu vou ao cinema assistir, por que me sinto um cidadão melhor, sabendo que nossas atrizes e atores, são os melhores do mundo.
E se a história da Bruna Surfistinha terminar bem, também fica a mensagem que qualquer pai ou mãe poderá dar: - Ela conseguiu, mas você talvez não, minha filha.
HTTP/1.1 Servidor muito ocupado. Muitos querendo acessar.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

O CABER DO SABER


Tem coisas que sabemos e outras não;

As que sabemos, sabemos por que queremos.

As que não sabemos, é por que não aprendemos;

Ou por que não queremos.

Mas algumas, não sabemos, por que não conhecemos;

Não sabemos da sua existência;

Então não temos por que temer não sabermos, coisas que não conhecemos,

Mesmo por que

Por mais que quiséssemos saber das coisas que não sabemos,

Seria impossível saber de um lugar

Para colocar, o todo.

E a estas que não cabem nem no todo,

São exatamente aquelas que nunca saberemos.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O TRÂNSITO SOCIAL DIGITAL


Nossa que maravilha! Há dez anos não se poderia imaginar como seria o mundo com a tecnologia que existe hoje. Mas nem falando exclusivamente na tecnologia, mas nos serviços que ela proporcionou.

O primeiro de todos é a liberdade de procurar e conhecer tudo o quanto você queira e sua mente deseja. Mas eu não vou ir longe, vou me ater às redes sociais. Quando as redes foram criadas, existia um conceito de “comandar a distância” ou “distribuir suas idéias” pelo conceito de REDE; não se entendia muito bem o que seria um sujeito que tem uma REDE. Quem trabalhava com Informática, como eu, até que sabia o que era uma REDE, mas de computadores. Mas não se conseguiria imaginar uma REDE SOCIAL. Esta “menção” começou no século passado, final dos anos 90, e inicio do século 21. Falava-se na tal de REDE de pessoas, e quanto maior fosse a sua REDE mais importante, ou mais longe seu produto iria. Mas o que eu faço para ter uma REDE? Pensava-se? Ligo? Telefono? Mando cartas? Pombos Correio, talvez? E neste desconhecimento ficamos. Poucos usavam uma rede social, SEM INTERNET, com eficiência, para a época. O conceito de REDE então era algo extremamente PROFISSIONAL! Uma rede era o “supra-sumo” dos técnicos em suas respectivas áreas: - bancários, banqueiros, engenheiros, redes de assistência governamentais, polícias, taxistas (com seus rádios era comum nos EUA desde a década de 70), se “lavavam” criando conteúdo, informação, tecnologia, serviços e clientes.

E, não mais que de repente, entramos na Internet em 2000, e chega ao Brasil, a primeira rede, cuja finalidade, era unir (leia isto em tom garboso) “os profissionais, e encontrar os parceiros de profissão, desenvolver tecnologia”, enfim, uma NASA, queriam criar uma NASA, pela Internet.

E o ORKUT entrou no Brasil, e naquele tempo até era possível você visitar páginas de estrangeiros, mas depois nos colocaram numa ilha, na ilha brasilis. E o brasileiro, solto, leve, “escrachado”, deu seu toque e começou a encher de imagens, e cartões, e com toda a alegria característica do povo brasileiro, que faz a diferença na formalidade do Inglês, ou da “sisudês” americana.

Existem dezenas de redes sociais, para quem não sabe; eu até que sabia que eram mais do que duas, mas outro dia me deparei com uma listagem, que simplesmente me deixou de queixo caído: - não pode existir um ser humano que participe de todas ao mesmo tempo, por que é simplesmente IMPOSSÍVEL. A lista começa com você girando a rodela do mouse, e aquela página na Internet não acaba NUNCA! É um horror a quantidade de REDES! E NÃO ESTAVAM INCLUÍDAS, dizia ao final, as redes sociais exclusivas de encontros. É pura piração! O sujeito não agüentaria! Já imaginou ser convidado para TODOS os aplicativos e jogos de TODAS as REDES? E pior, por educação... ACEITAR?

E chegamos finalmente ao FACEBOOK. O Facebook é a minha rede por preferência.

ORDEM UNIVERSAL DOS SERES ESTELARES é minha mais nova rede, onde encontro os seres humanos que mais se esforçam para aprenderem as leis Universais do SER, DO ESTAR, E DO COMO ser mais e melhor como habitantes deste Planeta e nesta dimensão.

O Twitter, não é exatamente uma rede social, apesar de estarem todos interagindo; faz parte de um “social fast”; é legal.

Não descarto o ORKUT, por que tenho amigos lá, ou pelo menos, em minha página, eles se encontram. Enviei e recebi muito carinho e atenção, mas confesso que não consigo encontrar um cartão que se identifique comigo, por isto não envio nenhum, ou muito poucos. Fico preocupado quando não vou lá com certa freqüência.

Mas cada um tem seu público, e ambos de qualidade, e muito amigos.

Mas o Facebook, apesar de ser mais formal, a rede é composta por pessoas que respeitosamente falam absolutamente sobre tudo! O Facebook me trás uma liberdade de expressão, que me permite, por exemplo, estar falando com uma amiga que diz que nem tudo que “reluz é ouro, E NEM TUDO QUE SE CHUPA E PICOLE”, e eu respondendo “Com certeza! Pode ser...cana! Por que CANA é dura, e dá um suco. Melhor que sorvete, que é gelado, mole, e derretido.” No momento seguinte, já posso estar no SKYPE, falando com meu amigo de infância, dono de uma corretora, sobre seguros e empréstimos, e após, ainda no espaço de tempo a seguir, já estamos juntos, comentando sobre algo, em nosso grupo da nossa cidade natal. Falamos até de melancias. E não mais do que de repente, estou escrevendo em meu inglês “natural” (como falam quando você não é fluente...) sobre um Japonês que inventou uma máquina de extrair ou transformar plástico em óleo; das lembranças nas minhas aulas de Química Analítica, Físico-Química, e Química quantitativa, etc, eu o questiono, em Inglês sob sua invenção, o custo de produção e o que fazer com seus subprodutos.

Logo a seguir posso estar eu de conversa com um amigo que é professor de história nos Estados Unidos, consciente, capaz, competente e inteligente. Discuto com ele, sobre AVATAR, e descubro que a minha suspeita é plausível: - AVATAR é uma refilmagem moderna da conquista do velho Oeste, americano.

Faço parte de um grupo de anjos mundiais, pessoas com o coração aberto, que querem uma humanidade melhor, num mundo melhor: - é o HUMANITY TEAM. Aprendo a ser mais e melhor com eles, também.

Sem contar os encontros e os amores que são criados nas redes, e que proporcionam a estes novos casais, uma aproximação inimaginável, há anos atrás. Quantos encontraram seu amor na REDE?

Somos todos adultos e a brincadeira “rola” legal entre muitos, no maior respeito, com a individualidade e à inteligência de cada um; Cria-se conteúdo, revisitamos o mundo todo dia, fazemos mais e mais amigos, e damos boas gargalhadas. E é claro, os grupos de auto-ajuda, como VIVER MELHOR, e tantos outros, cujo objetivo é auxiliar quem pudermos, ou quem pedir e até mesmo nós solicitarmos ajuda.

Estar junto de personalidades, e poder interagir com elas, é outra grande característica.

Receber mensagens da Rita Lee, do Rick Wakeman e do Elton John, não é prá qualquer um não é meu caro? Está certo, eles não respondem, por que se o fizerem, com um terão que fazer com todos. E são milhares. Mas só por ter um pouco do cotidiano daqueles que fizeram (e ainda fazem), sua adolescência mais rica e mais intensa, e sua maturidade mais valiosa, é algo precioso, estar com eles.

Exercitamos apenas nosso direito e o PRAZER de transitarmos como seres humanos, nas mais variadas áreas do conhecimento humano, num Universo enorme, estimado de milhões de pessoas, impossíveis de serem atingidas com malas-direta, telefone, ou pombos-correio. O limite é você quem impõe.

E isto, hoje, é muito bom. Dá a você a dimensão da responsabilidade como cidadão da TERRA. Você, É um TERRÁQUEO, e tem compromisso com esta jornada.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

ANESTESIADOS!?


Como dormentes de trem, que deixamos tudo e todos a qualquer tempo e hora, de Sol a Sol passar sob nossas cabeças, fomos ensinados a entender ou aceitar que tudo tem um fim; um inicio, um meio, e um fim. E nesta jornada antropomórfica, até o Universo o homem tem e a pretensão de dar um início, um meio e um final. Já conseguimos descobrir o início dele (com a duvidosa teoria do BigBang), e até prever seu final!

No entanto, não existe um só telescópio que fotografe a superfície da Lua, e mostre os equipamentos deixados pelos astronautas que lá chegaram.

Também, por conta deste infortúnio legado dos lobos aos cordeiros, até o conhecimento é digno apenas de quem chega ao final. É, isto mesmo, você somente vai saber se fez a coisa certa, depois que errou ou acertou. E aí está um dos maiores entraves da vida do ser humano: - ele não sabe planejar, nem antecipar, por que isto é coisa de sábios ou videntes. Se acertou, ótimo um gênio, mesmo que tenha levado 60 anos da sua vida, chegando ao final com um miserável salário de abandono, nas filas do sistema de saúde e pedindo clemência por um fim sem dor, já que sabemos que ele é inevitável, que seja, razoável; e tudo isto em um País que pode ATÉ pagar sua dívida externa e empresta dinheiro ao fundo monetário internacional. Pelo menos, é o que diz a mídia. Você já leu, não leu?

Por conta disto, e facilitando a vida dos lobos, nós os cordeiros saltitamos felizes e contentes campo à fora, por mais um dia de ensinamento, colocando mais um tijolinho em nossa escalada ao grande conhecimento. Oh! Que meigos somos.

Por conta desse entendimento social, resguardado pelos lobões mais velhos, pois que se a idade chegava algo precisavam ter para continuarem sendo ouvidos e respeitados, o conhecimento máximo, aquele que tudo e a todos desvendaria, era de propriedade dos maiores e mais grandiosos ensinamentos... Só no final.

Tanto que, hoje, somente que está do lado de lá é quem possui conhecimento, sabedoria, e que pode ajudar os cordeirinhos do lado de cá, a entenderem melhor suas misérias, não sem antes, claro, todo este fulgurante saber do além, passe pelos lobões que estão do lado de cá.

Como a sociedade “lobosa” (ou a matilha da humanidade, como queiram) tornou-se especializada ao longo dos anos, por que não dá, nem nunca deu atenção a isto, executavam suas ações inteligentemente, pensando no dia de hoje, sem esperar para daqui a 50 anos, tornaram-se nossos donos e proprietários.

Hoje, mais do que nunca somos escravos de nós mesmos, por que nós permitimos receber o conhecimento, o tratamento, a educação, a orientação, e a administração da “lobagem” humana (ou a matilha da humanidade, como queiram).

Mais imposto? Pagamos. Menos salários? Aceitamos. Nível de escolaridade baixa? Achamos ótimo, as provas são mais fáceis!

Enquanto isto o resto do mundo cria, desenvolve e produz aos borbotões, tecnologia.

Quando você lê na Internet coisas como: - “que horas tomo minha pírura”, ou “posso iscaniar várias vezes”, ou ainda “minha noiva tem talento para o sexo, por isto tô apaixonado” (sério), você realmente, se tiver entendimento, vai saber que, muitos de nós não temos condições de promover uma mudança na biota social, por que simplesmente não possuímos o conhecimento necessário para moldar o meio e alterá-lo, pois o maior elemento de transmutação é a linguagem, a expressão; sem ela, você não aprende nem matemática, quanto mais lógica; e lógica é essencial para planejar, até mesmo, a mudança necessária. Você está nas mãos dos “lobéculos” (ou a matilha da humanidade, como queiram); alguns anos atrás, quando a Internet não era comum a grande maioria (por que a Internet teve um boom nos últimos anos? Você sabe?) pediram-me uma rápida pesquisa sobre “hister”, um “maluco” que teria feito um “enorme guerra” há “uns anos atrás”, para compor a monografia de conclusão de Faculdade!

Atrás da salvação, corremos todos, mas como bons cordeiros que somos ela está somente lá no final, ou após um domingo no culto preferido, de joelhos, oramos e pedimos proteção. Depois então, os lobos, sentam a tramam contra a sociedade em que vivem, em benefício próprio.

O nosso momento, nunca é o aqui ou agora. É preciso padecer muito para atingir a tal felicidade, enquanto isto vamos, ano após ano, todos os felizes e saltitantes cordeirinhos, suando sua pele por debaixo da lã, que aguarda, ano a ano, ser cortada servindo de recurso aos poderosos. Massa é o que somos, e nem somos de cozimento rápido

Por isto, estamos ineptos, inaptos e impotentes, frente a tanto caos, como por exemplo, o que aconteceu no Rio de Janeiro. E não para citar um caso exclusivo, e dolorido, mas para mostrar que não conseguiremos melhorar este estado de “incapacidade” social. Pouco adianta ficarmos berrando e gritando. Estamos des-socializados e despolitizados. Despolitizado não é aquele que não tem partido, ou odeia política. Despolitizado é o cidadão que não se compromete em trabalhar para modificar a sociedade em que vive, unindo-se aos iguais sem interesses pessoais, o que é, digamos, utópico.

O homem é o algoz de si mesmo. As árvores, os rios, a natureza enfim, não escraviza o homem; o Sol, a Lua, qualquer Planeta, os animais, não são desumanos entre si; muito ao contrário. Colocou o homem no meio, pronto, já deu problema. O homem é o problema do homem. É ele quem fere, machuca, amaldiçoa, corrompe e se deixa corromper. O homem é o desatino da humanidade. Tira-se o homem do Planeta Terra, e ele se cura; não é a toa que estamos sendo tratado como uma infecção.

Muitos não conhecem, nem querem saber: - somos parcela de muitos constituintes, somos imateriais também, temos alma, e precisamos alimentar nosso espírito, mas cultuamos e tributamos, em muitos casos, cem por cento dos nossos dias, ao materialismo. Muitos de nós somos preconceituosos, chegamos a beirar a imoralidade pela falta de noção que temos em relação ao nosso semelhante. Por conta de tudo isto, somos claro, infelizes. Ninguém pode ser útil o dia e o tempo todo somente para si; ninguém consegue ser feliz sozinho.

Esquecemos a fraternidade, esquecemos irmãos, pais, tios, avós, enfim, e vivemos escravizados, pela matéria, e por conta disto, somos apenas, corpos que andam.

Assim, não mudados nada, a não ser de um cômodo para outro da casa, ou de um buraco para outro, ou ainda de um galho para outro.

A música está tocando de novo; você não vai dançar?

domingo, 23 de janeiro de 2011

STAND BY - NÃO INTERAJA


Para sobreviver.

Em alguns momentos das nossas vidas é necessário apertar o botão de standy-by e manter-se em estado de vigília, concentrando-se em pouca ou nenhuma coisa.

Isto é tão importante, quanto um bom sono, uma refeição saudável.

Não interagir, é um procedimento simples, mas muito antipático. Nossa mente exige às vezes, e o cérebro faz por conta própria. Desliga você do mundo. Sabe aqueles dias em que as pessoas perguntam se você bebeu, e é de tarde?

Pois é, este é o sistema autônomo do cérebro, respondendo aos anseios da sua mente: - Desligue, não interaja.

Sabe aqueles dias em que você tem certeza que digita a senha correta para entrar no site e não funciona? Pois é, você está precisando entrar em standby.

Até mesmo olhando fotos, você interage com aquelas pessoas, com algumas mais com outras menos, e é diretamente proporcional ao nível de conhecimento entre vocês. Quanto mais você conhece alguém da foto, mais você interage com aquela pessoa. Conscientemente você saberá e ela, subconscientemente. De repente, a pessoa da foto pode vir a lembrar de você, por alguns instantes, e nem saberá por que.

Não faça perguntas, não as responda. Ligue o automático e vá em frente, por que é o que você precisa. Parar, desligar os sistemas, ficar em baixo nível de consumo de energia: - Stand By. Ouça sua respiração, os batimentos do seu coração. Faça uma vistoria interna na mente e no seu corpo, isto mesmo, passe toda sua visão por todos os órgãos do seu corpo. Depois externamente, do dedo do pé, até os fios de cabelo.

Teclar no computador é interagir com a máquina, e dali para frente é interagir com o meio, além da máquina: - as redes sociais, os emails, as fotos, os vídeos, as notícias. Já percebeu o quanto seu cérebro processa enquanto navega na Internet?

Pois é, tudo isto é gasto de energia.

Interagir com as pessoas, então nem pensar. Bateu na campainha, esqueça; não atenda, senão você sai do standby. Abriu a porta, falou, interagiu, já começaram os problemas.

E o que estamos buscando é a neutralidade, é afastar-nos de mais problemas. Por incrível que possa parecer, nós somos os problemas das outras pessoas e as outras pessoas são os nossos problemas.

Exatamente, por que como seres sociais, somos infantis, não sabemos interagir sem termos que penetrar muitas vezes no íntimo das pessoas, afetando sua privacidade. Somos aquelas pessoas que precisam fazer visitas, sabe? Somos uns chatos-de-galocha, e insistimos, insistimos em penetrar no mundo particular alheio. Então vai lá, faça sua visita ou atenda a porta.

Televisão? Nem ligue. Standby é nível de energia apenas para as funções básicas. Certamente muitos que estão a sua volta, vão achar você uma pessoa, extremamente inconveniente, e você estará sendo mesmo, senão não vai funcionar. Você vai estar um lixo, cansada, precisando desligar, mas sempre vai ter um cutuco na volta para importuná-la: - ou é noticia na TV, ou é uma conversa sem graça, um parente que diz uma piada que você tem que puxar uma risada do fundo do dedão do pé, ou um assunto do tempo dos dinossauros.

Às vezes você reencontra uma amizade que há dez anos não via, não se falavam, por motivos quaisquer, geralmente pela distância o que é mais comum, e a primeira coisa que vem na conversa, é: “-Precisamos colocar em dia estes dez anos!” Não tem nada para colocar em dia. Vocês não falaram nada nestes dez anos, vai colocar em dia o quê? O de 20 anos atrás? Vocês vão ficar caducos contando história antiquada enquanto o mundo passa à volta dos dois. O maravilhoso de reencontrar alguém é que vocês podem RECOMEÇAR uma história, tendo por base uma sólida amizade! Isto é que é o original. Mas não agora. Agora você está em StandBy, não é mesmo?

Desligar é acenar com a cabeça para SIM ou com o dedo indicador para NÃO. É não questionar, não argumentar, não falar absolutamente nada. Argumentou, respondeu, questionou, deu confusão. Começaram os problemas. Pronto, cada um quer uma coisa, já você não está mais em standby, ou hibernando.

Quando eles descobrem que você saiu do estado de baixo consumo de energia, pronto, cada um vem com o seu problema, e você interage. Seu nível de estresse sobe, sua pulsação sobe, sua ansiedade sobe, e sua auto estima começa a baixar.

Agora eu sei como e por que meu notebook é mais rápido na inicialização, simplesmente por que ele não inicializa, ela está sempre hibernado, então o sistema operacional, sempre online, com gasto mínimo de energia. O interessante, é que os homens fazem as máquinas a sua imagem e semelhança, mas não conseguem fazer o que elas fazem. Pelo menos o mínimo nós poderíamos fazer, como por exemplo, hibernar por algumas horas, ou de um dia para outro.

Se você acredita que tem energia suficiente para não precisar entrar em standby, verifique antes se está ligado na bateria ou na tomada. O consumo é o mesmo, portanto na bateria, você vai se acabar antes do tempo.

O nosso sistema autônomo é fantástico: - ninguém o programou, mas todos os dias a determinada hora, ele hiberna, entra em standby. No entanto, neste caso, você não será um chato, por que TODOS estarão fazendo a mesma coisa, e quando TODOS fazem a mesma coisa, então está certo, não é mesmo? Pois é, somente quando fazemos as coisas sozinhas é que passamos a ser inconvenientes.

A melhor programação é quando se vive a dois, ambos combinarem um standby. Isto mesmo, dois autômatos, zumbis, pela casa. Em quantidade maior que dois, é simplesmente IMPOSSÍVEL tentar um standby, por que nem todos estão no mesmo nível energético, e certamente vão querer efetuar outras atividades. Podem até começar, mas vão atrapalhar a sua hibernação.

Standby, não é deitar e dormir. Standby é executar o mínimo de atividades que seriam necessárias para uma tarefa, e concentrar o mínimo de esforço em cada uma delas. Standby é não interagir com ninguém, é tornar-se invisível por algumas horas, ficar neutro, nem positivo, nem negativo. Se possível, e não é ridículo, coloque uma placa no pescoço ou um adesivo na camisa: - EM STANDBY.

Mas atenção, cuidado! Standby de um dia para o outro, pode causar separação.

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