AS VINTE CHAVES MÁGICAS E OS VINTE NÍVEIS - O Vigésimo Nível um livro, uma jornada interna, em busca daquilo que você não se deixa ver. É a descoberta, no reencontro do meu melhor como indivíduo. Clique para ler os livros. No rodapé do Blog.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Sou contra o aborto, mas a decisão não é minha.


Há muito tempo eu tenho firmeza de convicção em relação a este tema; e quem é a favor, tem convicção em relação a sua, e para estes, o que eu possa vir escrever aqui, pouco importa, ou até mesmo poderá virar uma grande discussão. Só peço que se começou a ler, que vá até o final. É rápido. Nem 10 minutos.
Bem, mas o importante para mim, é que sou contra o aborto sob qualquer aspecto, por dois motivos: - O primeiro deles, e o mais debatido, é aquele que diz que a mulher tem direito ao seu corpo. Tenho absoluta certeza que sim, todo indivíduo tem direito ao seu corpo. E deveres. As mulheres têm direito ao seu corpo, mas terão direitos sobre o corpo que está dentro de si? Se esta mulher reivindica para si o direito ao seu corpo, mas usurpa o direito daquele que está em seu interior, qual é o principio moral que rege esta decisão? Exige princípios pessoais por um direito que prevê ser seu, mas não dá àquele que está dentro de si? Como é possível exigir algo que não posso dar a outro?
Porque aquele que está dentro dela não pode se expressar? Mas já se expressou quando escolheu o seu corpo como base para seu desenvolvimento! É por que ele não consegue emitir sons, e, portanto se expressar no seu legítimo direito? Não consegue expressar-se através dos cinco sentidos, que usualmente utilizamos para vivenciar este mundo? Porque está lá aparentemente quieto, não se expressa em seus desejos através dos cinco sentidos, posso acreditar que não tem desejos, nem vontades? Você está quieto aí, e eu estou me metendo na sua.
Abra seus olhos, e vá direto para o segundo motivo: - Existem tantas maneiras de prevenir uma gravidez. Sou convicto também que manter relações apenas após um casamento, ou apenas para procriação, é abominável. As formas de prevenção são inúmeras e qualquer mulher e qualquer homem podem escolher a sua.
Casais inteligentes sabem que no mundo atual é complicada uma prole grande. Um filho custa dinheiro, muito dinheiro, e dinheiro é energia. Quanto mais filhos, mais energia dispensada. Mas o Universo está aí para concorrer com vocês na decisão de terem mais ou menos filhos, ter esta, ou aquela família. Planejamento é a chave de tudo, e basta pensar que, uma relação amorosa boa, um orgasmo legal, é muito bom, e saudável, mas para transar tem hora e idade, em relação ao seu corpo, que pode ainda não estar maduro, e também em relação ao seu futuro e o que espera dele.
Um grande ditado, simples, chulo, mas com enorme sabedoria, diz que: “Quem faz deitado, paga de pé”; seja lá o que vocês escolherem, pensem sempre que essa não é uma boa chave, se não houve um planejamento prévio das possíveis conseqüências futuras (e rápidas...), certamente e Lei de Moore atuará, e algo ou tudo, dará errado. (em tempo: Não se trata da Lei de Moore, mas de fato da Lei de Murphy. Ambas fazem parte da cultura Ocidental. Não obstante eu ter escrito sobre ela em meu livro, ainda assim, troquei os personagens históricos. O erro foi encontrado pelo usuário rogerinhoinho. Obrigado)
Sexo não é só vontade de fazer. É muito mais do que isto, incluindo a possibilidade de introduzir uma terceira pessoa em suas vidas.
Mulher, você tem direitos sim ao seu corpo, e ninguém pode dizer que não. A única pessoa que pode se manifestar em relação ao seu corpo é o outro ser que está dentro de você. E mais ninguém; Como ele a escolheu para estar dentro de você, ele espera que você tenha entendido a manifestação dele, pela escolha; isto tem uma conotação, uma amplitude maior do que podemos esperar, é espiritual, faz parte das relações entre seu Eu Superior, e o dele.
É uma situação muito difícil e dolorosa, quando não é planejada, mas ainda assim, é uma decisão que cabe somente a você. Mas pergunte-se: - Se fosse possível você não abortar uma gravidez indesejada, se você tivesse a possibilidade de retirar o ser do seu interior, e colocá-lo em algum lugar para seguir seu desenvolvimento até o nono mês, o que você o faria? Em verdade, você não quer a gravidez, mas o que está acontecendo com você, e se pudesse transferir para uma “maternidade artificial” o feto, provavelmente seria uma decisão.
É possível admitir numa gravidez indesejada que o ser humano que se desenvolve não é uma pessoa que em alguns anos será seu melhor amigo(a)? Não, não é possível. É apenas presumivelmente admissível. E o contrario também, poderá ser um inimigo e lhe fazer muito mal. Não há como prever. A decisão é dura.
Mas infelizmente, ainda não podemos fazer isto: -colocar um feto em desenvolvimento numa maternidade artificial, não existe tecnologia; A única coisa é que você precisa estar consciente que exige um direito presumido, mas que, deve dar aquele que está dentro de você, o mesmo que reivindica para si mesma. Senão não faz sentido.
Mulher, você é a mãe do mundo. Ainda que eu tenha feito esta colocação que se "você exige princípios pessoais por um direito que julga ser seu, mas não dá àquele que está dentro de si” possa ter sido machista, acredite, não é. Nosso corpo é absolutamente nosso: - inconquistável se não permitirmos, invencível se lutarmos, indomável para alguns, inexpugnável para todos, indômito para muitos, invicto após tantas lutas, irresistível para quem nos ama, indestrutível e insuperável como quis a Criação, e por isto mesmo, vitorioso. As responsabilidades e as consequências por todos os atos com ele, e dele para com alguém, também são nossos. E de mais ninguém. E dividir isto com um ser que você não sabe a origem, é algo que pode ser uma dádiva.
Um abraço, e o meu respeito por sua decisão, ainda que seja aquela que eu não concorde, mas o que importa é você. É a sua luta.
Jaime


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